quarta-feira, 9 de outubro de 2019

278ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 9 de Outubro de 2019
Assunto: 278ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 9/Outubro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 278.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1Rui Rio já não pode dizer que nunca perdeu eleições e não é que isso tenha muita importância quando o problema reside em dar rumo ideológico ao PSD para mobilizar o eleitorado. A questão ideológica sempre foi uma grande dificuldade, mas ao mesmo tempo uma virtude, daí referir-se que o PSD exercia uma social democracia à portuguesa. É bom que o PSD não perca a sua matriz ideológica e na lógica de tratar-se de um Partido transversal na sociedade portuguesa que o faça de forma abrangente ou extensa à esquerda e à direita. Esta é a razão de fundo que justifica e defende o posicionamento do PSD ao CENTRO, numa geografia ideológica adaptativa sem perder o essencial em defesa do SOCIAL. Trata-se de questão fundamental que poucos líderes, por razões várias, não têm conseguido interpretar, porventura ou não, devido ao intenso combate interno. Depois há que saber definir bem a tática do combate político eleitoral em cada luta tendo em conta os principais opositores. À distância Cavaco Silva além de Sá Carneiro foi dos poucos que no combate político conseguiu não sair do CENTRO alargando à esquerda (social) e à direita (liberal). A forma como o PSD está estruturado e organizado pelo país também não ajuda e deveria ser repensado. O PSD deixou de ser um Partido de MILITANTES e com militância. A grande parte dos militantes não sabem o que fazer para discutir a política, não têm espaços para que ocorra e por isso também não se conhecem, talvez o maior ERRO na história do PSD. Mas, de facto Rui Rio perdeu as eleições e teve uma quebra de eleitores muito relevante. Será que retiramos consequências dos factos ou apenas sorrimos, zangamo-nos, mas resistimos?

Ponto 2A abstenção cresceu 2,5%, para 45,5%, o PS obteve 36,7% (1.866.511/1.742.012 eleitores em 2019/2015/), PSD 27,9% (1.420.644/1.666.221), BE 9,7% (492.507/549.878), CDU 6,5% (329.241/444.955), CDS 4,3% (216.454/403.828), PAN 3,3% (166.858/74.752). Uma relevante análise a realizar deverá considerar naturalmente o perfil do eleitor partidario em termos de classe social, urbano/rural e motivações, entre outros, mas fundamentalmente compreender o fenómeno da ENDOGAMIA desenvolvida ao longo do tempo pelas diferentes famílias políticas que decorre da forma com os Partidos se organizam, bem como compreender a relação que grande partte dos políticos e famílias se relacionam e dependem do ESTADO. Talvez, hoje, devam ser as relações e grau de dependencia económica do ESTADO, a par do processo que suporte o carreirismo político. Que haja pessoas/indivíduos que se dediquem à causa política não há mal nisso, antes pelo contrário, mas as razões de fundo e o suporte económico que os mobiliza esses devem ser elementos de funda preocupação que poucos estão dispostos a enfrentar seriamente. Enquanto não ocorrer o que estamos a cosntruir são maquinas políticas centradas no ‘assalto ao pote’, expressão que ganha todo o sentido e que justifica muito do que se passa na política. 

Ponto 3  Os USA com TRUMP à cabeça estão a promover uma revolução global na mediada em que estabelecem desequilíbrios estruturais para diferentes equilíbrios com outras potências politico-militares e interesses económicos. É em grande parte da vida a ECONOMIA que rege a política com alguns períodos em que se altera e passa a ser a política a reger a economia. A força MILITAR é isso serve para impor razões económicas favoráveis.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   PSD perdeu as eleições legislativas para Ant.º Costa com cerca de 28% e RUI RIO é desafiado: Como interpreta os resultados eleitorais observados do ponto de vista do PSD? Qual o grau de responsabilidades de Rui Rio neste resultado eleitoral negativo para o PSD? O problema verdadeiramente é do papel deste líder ou colocam-se questões políticas de fundo quanto às opções seguidas pelo PSD nos últimos anos? O problema é da liderança ou da opção pelo posicionamento político do PSD? Qual o papel da conflitualidade interna nos resultados eleitorais?

2.   Análise das eleições legislativas realizadas dia 6/10/19: Os portugueses verdadeiramente querem o PS a governar? Em que medida a endogamia política e o domínio das instituições do Estado pelo PS justificam este e outros resultados alcançado? Em que medida a Comunicação Social contribuiu para o PS ganhar estas eleições e outras? Como interpretar os resultados do CDS e que ensinamentos? Afinal, porque o BE e o PCP perderam eleitores?

3.   TRUMP desafia a União Europeia através da Turquia (Erdogan) abrindo à matança dos CURDOS: Qual o significado e implicações políticas globais resultam da saída do exército dos USA da Síria? O abandono dos CURDOS pelos USA com a sua saída do cenário de guerra a quem favorece e porquê? Será que os USA (TRUMP) pretende ou não confrontar e enfraquecer a União Europeia?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício



quarta-feira, 2 de outubro de 2019

277ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 2 de Outubro de 2019
Assunto: 277ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 2/Outubro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 277.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1 – Sá Carneiro fundador do PSD e hoje venerado foi estrondosamente combatido internamente por muitos companheiros, uns por boas e diferentes razões outros porque entenderam que era a sua oportunidade para crescerem e ganhar importância, colados a pequenos grupos que mais tarde se compreendeu pelas piores razões. VENCEU esses conflitos fazendo o confronto com convicção e muita energia, sem medos. GANHOU. A história e histórias muitos conhecem-nas bem, SERVIU PORTUGAL porque era um HOMEM BOM, com um PROJECTO para PORTUGAL. O problema foi repetitivo, mas outros vários possuíam AGENDAS PRÓPRIAS que encobriram até serem conhecidas e os resultados estão hoje à vista. O PSD caracteriza-se pela conflitualidade interna como um requisito fundamental em defesa da DEMOCRACIA INTERNA. Outros partidos, todos, são diferentes. RUI RIO o que está a fazer é assegurar a tradição e a NORMA democrática interna lutando contra o caciquismo que sem houve e sempre haverá. Mas se Rui RIO vencer ajuda o PSD a ser um Partido melhor. Todos sabem que vários (muitos) que estão e pertencem ao círculo IN não são recomendáveis. Mas isso também é inevitável. Defendamos o conflito interno que representa vitalidade e democracia. Instituamos a MILITÂNCIA, pois vale a pena para os cidadãos e militantes.

Ponto 2 – Provavelmente, a 3 dias das eleições legislativas RUI RIO fará a diferença de choque e ganhará as ELEIÇões legislativas. Quem ler esta reflexão pensa naturalmente tratar-se de um tremendo disparate. O mundo está cheio de ‘génios’ que sabem antecipadamente de tudo, em geral que leem livros únicos e sempre a mesma bíblia. Revisitamos estes todos os dias na televisão, como os treinadores que no final do jogo sabem tudo o que deveria ter sido feito e que fariam se fossem o treinador da equipa. Afirma com convição, mas acontece que hgrande parte deles são apenas alguem à procura da sua dimensão à custa de todos os incautos, cidadãos normais. A transmissão de convicção, o sentimento na relação com os outros, o pensamento estruturado que se sente e compreende, a oportunidade de saber dizer e afirmar são requisitos, entre outros, da política e do ser político e RUI RIO sabe que esses são alguns dos seus requisitos pessoais. Face ao PS manhoso e perverso, ao BE trotskista, estatista e ditatorial com aparente suavidade e ao PCP leninista defensor ainda hoje dos GULAG, neste quadro os portugueses só têm uma verdadeira alternativa e RUI RIO percebeu isso. Veremos se vai a tempo num quadro comunicacional dominado pelo despotismo. E se o PSD ganhar as eleições? Grande parte desses todos estarão invertidos e surpresos.

Ponto 3 – O problema do BREXIT é mesmo um grande problema, em primeiro lugar para os britânicos, em segundo lugar para a União Europeia e em terceiros lugar para o mundo livre. TRUMP e BORIS são dois personagens iguais, autistas e sem quaisquer escrúpulos para cumprir. Num caso a humilhação através das instituições e noutro os mecanismos do impeachment são dois requisitos da democracia contra estes loucos.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1. RUI RIO sustem conflitos internos para ‘cavalgar’ eleições legislativas: Os conflitos internos no PSD são virtuosos ou destruidores? Destruir através de sistemas de coação internos os conflitos a quem favorece? Será que os conflitos internos são maus? Ou o que foi mau foi acabar com a DISCUSSÂO interna? Quem conhece quem, hoje? O PSD é para profissionais e famílias endogâmicas ou para os MILITANTES militarem? Sabe que após os conflitos internos, em geral, o PSD ficou sempre mais forte? O que são conflitos leais?

2. Provavelmente RUI RIO ganhará as eleições contra tudo e contra todos para salvar o PAÍS: Quem escolheu para presidente Rui RIO escolheu por pertencer ao status interno ou diferenciação? Sabia-se ou não, antecipadamente, que Rui RIO só faria o que lhe vai na alma? A sua acutilância, frontalidade e energia conflituante é aceite pelo PAÍS ou recusado? Quem se admira que Rui RIO possa ganhar as eleições legislativas? Quantos de nós está a achar ridículas estas observações e porquê?

3. Boris JOHNSON humilhado por SUPREMO TRIBUNAL, TRUMP c/ processo IMPEACHMENT: Que semelhanças existem entre BORIS e TRUMP? Quem realmente manobra o BREXIT e quer a saída do Reino Unido da EU, poderá ou não ser força internas dos USA? O que significa o DÓLAR e o que significa o EURO? BORIS e TRUM representam ou não a violência do confronto pelas piores razões políticas?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

276ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-política
Lisboa, 1825 de setembro de 2019
Assunto: 276ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
LEGISLATIVAS 2019 outra sessão EXTRAORDINÁRIA!...

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 25/setembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 276.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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É convidada FILIPA ROSETA (46 anos). Doutorada pelo Royal College of Art, em Londres e Professora Auxiliar na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa – FAUL. O tema a discutir é naturalmente o seguinte:

TEMA
«O combate político e as perspectivas eleitorais do PSD para as legislativas de 6 de Outubro de 2019»


Quem é Filipa Roseta?
R: Candidata e cabeça de lista às eleições legislativas por Lisboa e Vereadora da Câmara Municipal de Cascais (desde Outubro de 2017), de nome completo Filipa Maria Salema Roseta Vaz Monteiro, licenciado em Arquitectura e Doutorada, filha de Pedro Roseta, ex-deputado e antigo ministro da Cultura de Durão Barroso, e de Helena Roseta, deputada do PS e antiga dirigente do PSD.

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Propõem-se, para esta semana, as questões seguintes:

1. Pensamento de FILIPA ROSETA quanto ao difícil combate político nas legislativas 2019: O que pensa Filipa Roseta sobre este tremendo combate político para as legislativas? Filipa Roseta consegue mobilizar o PSD em Lisboa para mobilizar os cidadãos e eleitores? Quais são os argumentos de Filipa para marcar a diferença e mobilizar? O que está realmente a fazer e o que pensa sobre a campanha?

2. Reflectir as perspectivas eleitorais do PSD face aos desafios de Rui Rio: Na perspectiva de FR como está o PSD a reagir nesta campanha e os eleitores de Lisboa em particular? Qual é a sua interpretação sobre a estratégia política adoptada por Rui Rio e o que deve continuar a fazer, bem como os temas cruciais em que deve concentrar-se para mobilizar os eleitores de Lisboa?

3. O desafio de antecipar se no final o PSD ganha, perde ou se transforma: Como projecta FR o apuramento dos resultados do PSD para o dia das eleições? Como vai ser o dia seguinte às eleições na perspectiva política do PSD?


“A democracia, difícil de conquistar, é ainda mais difícil de defender e de institucionalizar”
Francisco Sá Carneiro
(Discurso no I Congresso Nacional do PPD, em 24 de novembro de 1974)

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

275ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-política
Lisboa, 18 de setembro de 2019
Assunto: 275ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Caro(a) companheiro(a),

LEGISLATIVAS uma sessão EXTRAORDINÁRIA!...

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 18/setembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 275.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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É convidado PEDRO RODRIGUES (40 anos). A este antigo presidente da JSD, Rui Rio pediu para estudar a reforma do sistema político e do funcionamento do PSD. O tema a discutir é naturalmente o seguinte:
A Reforma do Sistema Político no programa eleitoral do PSD»

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Quem é Pedro Rodrigues?
R: Ex-deputado, ex-líder da JSD e líder do movimento "Portugal não pode Esperar". Advogado, de nome completo Pedro Nuno Mazeda Pereira Neto Rodrigues, nasceu em 27 de julho de 1979, licenciado em Direito e com frequência de Doutoramento em Direito.

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Propõem-se, para esta semana, as questões seguintes:

1. A reforma do sistema político português: Reformar o sistema político exige alterar o «Sistema eleitoral»? Alterar o «Sistema partidário»? Alterar o «Sistema parlamentar»? Alterar o «Sistema de governo»? Em que sentido se deverão alterar estes diversos sistemas, no quadro político da sociedade portuguesa?

2. Não reformar o sistema político implica a deterioração do sistema político: O que leva à profunda insatisfação dos cidadãos face à classe política? Será que a insatisfação dos cidadãos é referente aos políticos como indivíduos ou face à incapacidade do sistema político responder às necessidades da sociedade?

3. O PSD, em base ideológica, defende a sua reforma do sistema político português: Como interpreta o PSD a reforma do sistema político português? A ideologia é ou não determinante do modelo de reforma política? Em que medida uma reforma do sistema político baseada na social-democracia assegura um rumo «construtivo» equilibrado para TODOS os cidadãos?

“A Social-Democracia é o caminho para a resolução das contradições e desigualdades existentes na sociedade portuguesa”, Francisco Sá Carneiro
(Discurso no I Congresso do PPD, em 23 de novembro de 1974)

Saudações social-democratas
J. Augusto Felício

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

274ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 11 de setembro de 2019
Assunto: 274ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Apos as férias de verão RETOMAM-SE as sessões do FORUM tendo lugar a próxima em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 11/setembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 274.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1O Partido Socialista domina a Autarquia de Lisboa ininterruptamente desde 2009 e neste actual mandato sem oposição do PSD eficaz. A cidade de Lisboa segue um rumo pouco amigo das pessoas, assistindo-se, por exemplo, à desagregação dos seus BAIRROS. Nas últimas eleições em 2017 o PSD teve a sua maior desgraça eleitoral, ficando em terceiro lugar com pouco mais de 11% da votação dos lisboetas e nada aconteceu.  O trabalho político da Concelhia de Lisboa é essencial. Esta última Comissão Política da Concelhia de Lisboa liderada por PAULO RIBEIRO fez um trabalho extraordinário de mobilização e de cumprimento das normas estatutárias com resultados reconhecidos de grande qualidade. A realidade face a interesses pessoais envolvendo as eleições legislativas em curso, sem que se compreenda, levou ao pedido de demissão do presidente da Concelhia, representando um conflito inexplicável e a um enorme retrocesso. O PSD desde há muito que vive de conflitos internos que têm pouco a ver com a política e muito a ver com interesses instalados e pessoais. Ter ambição, ser combativo e defender projectos comuns que obrigam a opções é lícito e saudável, mas fazê-lo para marcar agendas de grupos restritos e centrados em interesses particulares já não tem sentido e deveria ser fortemente penalizado. As consequências essas não são restritas, mas afectam a todos, na prática conduzem ao enfraquecimento sucessivo do PSD o que se reflecte nas votações eleitorais. O grande problema é que os responsáveis perfeitamente identificados não sofrem as consequências reais, em muitos casos, como é claramente a situação que se vive dentro do PSD em Lisboa. Até quando? Até ao desmembramento do PSD? É uma profunda tristeza, razão por que os militantes deveriam assacar responsabilidades com ações concretas. Quem sofre a nível superior é a CIDADE de Lisboa. 

Ponto 2Estas próximas eleições LEGISLATIVAS marcadas para o dia 6/10/19 são um enorme desafio colocado ao PSD. A situação de conflitos internos sucessivos não dá paz a RUI RIO. Além das suas dificuldades naturais para lutar contra a ‘geringonça’ – PS, BE e PCP – e enfrentar o aparecimento de várias novas forças políticas no seu espaço eleitoral, e das suas peculiaridades pessoais que levam a que muitos não apreciem o estilo e os processos, várias forças internas ao PSD não lhe dão tréguas e tudo fazem para desgastar a liderança. Que tenham posições diversas quanto às orientações a seguir e ao estilo diverso é lícito, mas deveriam ser penalizados quando no combate político das legislativas que justifica, entre outras, a existência dos partidos políticos tudo fazem para que o PSD seja derrotado e enfraquecido para lutar pela liderança. Na política não pode valer tudo, pois como dizia SÁ CARNEIRO, primeiro está o PAÍS, depois o PARTIDO e só depois os militantes. O espectáculo político interno que se assiste dentro do PSD é confrangedor, do qual deveria haver consequências individualizadas, a bem da DEMOCRACIA.  

Ponto 3 O BREXIT tornou-se um DRAMA para o Reino Unido, um problema sério para o projecto EUROPEU e um revés civilizacional, tendo em conta o predomínio dentro da Commonwealth ("a Comunidade"). Derrotada Teresa May emerge por indicação interna dos Conservadores o senhor Boris Johnson para desafiar a desagregação do RU e confrontar os princípios da democracia, para a qual o RU tanto e de forma persistente tem contribuído. O que está a ocorrer certamente que não passa de um pesadelo que o RU acabará por ultrapassar. O Reino Unido é um pilar da União Europeia e mantém com Portugal a mais velha aliança política no mundo.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Situação do PSD face a um difícil combate na Autarquia de Lisboa: Qual o significado político da demissão do Presidente da Concelhia de Lisboa, fomentada pelos seus próprios colegas? Como é possível combater os socialistas e o socialismo, na Autarquia de LISBOA, se esses mesmos destroçam a Concelhia mais combativa e construtora de um projecto político para a cidade? O combate político interno é saudável, mas a ambição desbragada e insana é ou não doença política? Quem são esses que querem destruir o PSD?

2.    Eleições LEGISLATIVAS 2019 no dia 6/10/19 um desafio para o PSD: Será que o PSD vai registar a sua mais baixa votação de sempre para as legislativas 2019? Qual o significado político do facto do BE e PCP (geringonça) ocuparem tanto espaço comunicacional televisivo contrário ao fraco suporte concedido ao PSD? Quem são as forças políticas, económicas e sociais que contribuem intencionalmente para a desagregação eleitoral do PSD? Será que o PSD vai ter uma hecatombe ou demonstrar a sua resiliência política na sociedade portuguesa? As dificuldades do PSD são realmente derivadas do seu LÍDER?

3.    BREXIT agora com Boris Johnson desafia a desagregação do RU: Depois de representar um dos maiores impérios na era moderna durante mais de 300 anos o que leva o Reino Unido à sua completa desagregação e insignificância política? Como é possível o autista e louco Boris Jonhson ser Primeiro Ministro do RU? Tendo o Parlamento ‘inglês’ obrigado Boris Jonhson a negociar o BREXIT, o que recusa fazer, quais as consequências da suspensão do Parlamento até à data de decisão de saída (31/10/19) com ou sem acordo?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 10 de julho de 2019

273ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 10 de julho de 2019

Assunto: 273ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta ULTIMA sessão antes de férias realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 10/julho/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 273.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1 – No passado a Distrital de Lisboa foi politicamente relevante. Depois perdeu relevância pela eleição de personagens menores de baixa dimensão. Este é o problema das democracias e dos partidos democráticos. Estão dependentes das maiorias de voto e estas compram-se, manipulam-se e mobilizam-se a favor dos interesses de nível maior. Os ex-presidentes da Distrital foram personagens que obedeceram a interesses maiores. Quanto menor o nível individual maior a sua arrogância e pseudo-importância. Trata-se da sua grande oportunidade ao serviço de terceiros. Não têm cabeça nem decisão própria. O PEDRO PINTO, com tantos anos de política, compreende claramente o que se expôs. Fez o seu trabalho e procurou reduzir os estragos e participar numa alteração de fundo, que é ao mesmo tempo muito difícil. No geral a sua ação foi positiva, neste sentido. Vai ser candidato e acreditamos que vai lutar para fazer uma alteração positiva a favor do FAZER A POLÌTICA. O grande problema rebentou na CONCELHIA de LISBOA. Também com o tempo ou tudo resultará num fiasco político do PSD ou haverá grandes alterações. PAULO RIBEIRO é candidato à Concelhia da qual se viu obrigado a demitir e consigo demitiu-se a MESA DA ASSEMBLEIA da Concelhia. É um bom sinal, porque esta é uma batalha mais para que a guerra seja ganha. Ou não!

Ponto 2 – Todos os Presidentes de qualquer partido enfrentam grandes desafios no seu mandato, desde logo para ganhar as suas eleições. Depois há os ajustes de contas porque as opções têm de ajustar-se e a lógica dos interesses é alterada, salvo em casos raros. O caso de RUI RIO é outro bom exemplo. É verdade que cada personagem tem o seu estilo e faz as suas opções que são contra os interesses em geral instalados. As organizações desenvolvem resistencias e defesas próprias que muitas vezes tem de ser alteradas, em especia, tratando-se de um PARTIDO político, neste caso o PSD. Outros fariam diferente. RUI RIO é um personagem que induziu diferenças e muitos acreditaram. Mas as diferenças exigem hiper cuidados e parece-nos que Rui RIO em alguns casos têm vacilado, também porque teve de optar por apoios que não pôde dispensar, nesta fase. Por tudo o processo é muito difícil. Na base interessa saber se o PSD cresce eleitorado e apoios ou decresce de importância, Essa é a fatura determinante. No final veremos.

Ponto 3 – Donald Trump cortou relações com o embaixador do Reino Unido, Kim Darroch, por este o classificar de "inepto" e o Governo de Trump como "disfuncional". Refere que tem dúvidas se a Casa Branca "alguma vez será competente". Trump diz que "Não conheço o embaixador, mas nos EUA não é bem recebido" e "Já não lidamos com ele". "Sou muito crítico da forma como o Reino Unido e a primeiro-ministra, Theresa May, geriram o Brexit". "A boa notícia para o maravilhoso Reino Unido é que vão ter em breve um novo primeiro-ministro". O governo britânico reafirmou o “apoio total” ao seu embaixador.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1. Eleições da Distrital de Lisboa dia 9Out19 e situação política na CONCELHIA de LISBOA: Quantos candidatos irão surgir nas eleições para a Distrital de Lisboa? Qual a importância e que reconhecimento é devido ao mérito do desempenho da ‘Distrital’? Qual a razão ou razões que levaram à demissão dos órgãos da CONCELHIA de Lisboa? É importante ou não que a CONCELHIA de Lisboa realize eleições no mais curto espaço de tempo?

2. RUI RIO enfrenta as LEGISLATIVAS com alta tensão dentro do PSD: Todos os Presidentes do PSD no passado perceberam que o acesso ao poder é duro, difícil e muito disputado, então, é ou não natural o que enfrenta RUI RIO? O problema de RUI RIO é natural ou decorre de erros acrescidos cometidos? É ou não verdade que se obtiver um bom score eleitoral a espuma do enfrentamento desaparece? O que leva Rui RIO a referir que até agora NUNCA perdeu eleições?

3. Presidente TRUMP (USA) afronta embaixador do RU e responsabiliza Theresa Mary MAY: O problema da relação entre TRUMP e o Embaixador do RU é de natureza pessoal ou decorre de interesses e pontos de vista muito diferentes? Quem é TRUMP e o que representa? Quem sustenta o BREXIT e porque ocorreu? O que levou o Embaixador a ridicularizar TRUMP?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 3 de julho de 2019

272ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-política
Lisboa, 3 de julho de 2019
Assunto: 272ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Caro(a) companheiro(a),

Outra sessão EXTRAORDINÁRIA!...

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 3/julho/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 272.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Sismos intensos podem ocorrer em grande parte do território português. Alguns podem originar tsunamis mortíferos, afectando as nossas zonas costeiras. A sismicidade histórica mostra que as zonas mais propensas à ocorrência de sismos de forte potencial destrutivo são Algarve, Alentejo, Lisboa e Vale do Tejo e Açores. Os sismos são imprevisíveis e recorrentes, pelo que o nosso território será atingido no futuro por fortes sismos. Esta é uma certeza científica.


TEMA
«Sismos intensos e tsunamis mortíferos, o caso especial de LISBOA»

Quem vai ser o conferencista?

● Mário Lopes
Professor do Departamento de Engenharia Civil do Instituto Superior Técnico (IST), da Universidade de Lisboa
Coordenador do CEN – Lisboa, secção INFRAESTRUTURAS e COESÃO do TERRITÓRIO

Esta sessão do FORUM Fazer a Política envolve a Secção de Lisboa do Grupo de Infraestruturas e Coesão do Território do Conselho Estratégico Nacional do PSD (CEN-ICT), proponente de contributos para o PROGRAMA do PSD, coordenada pelo Prof. MÁRIO LOPES.

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Propõem-se, para esta semana, as questões seguintes:
1. Sismologia no território português: O que é a sismologia? Quais as zonas mais afectadas ou propensas para a ocorrência de sismos? Em que medida é que o planeamento de potenciais efeitos pode resultar em proteção?

2. Sismos intensos: Quando se fala de sismos intensos do que se trata e como, quando e com que periodicidade ocorrem? Possuímos ou não na memória histórica os efeitos devastadores do último sismo devastador ocorrido em Lisboa, em 1755? Quando ocorre em LISBOA outro sismo devastador? Estamos realmente protegidos? Há alguma coisa a fazer para evitar mortes e a destruição novamente da cidade?

3. Tsunamis mortíferos: O que são tsunamis? Os tsunamis são inevitáveis? Lisboa está protegida da ocorrência de tsunamis?


“O fim principal do poder político é o serviço da pessoa. O Estado está ao serviço da pessoa” Francisco Sá Carneiro


Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício