quarta-feira, 20 de março de 2019

259ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 20 de março de 2019
Assunto: 259ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 20/março/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 259.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1 – Rui Rio já demonstrou, ao longo da sua vida política, em especial, que é determinado e de ideias fixas, que se esforça por compreender os problemas e as circunstâncias, que tem energia liderante que adota e segue as suas convicções e compromissos pessoais não se coibindo de enfrentar, afrontar e confrontar, mas que escolhe, mobiliza e envolve-se com seguidores, o que é natural e positivo. Sabemos que a política nos obriga ao confronto permanente, com a diversidade que carateriza a sociedade, enquanto exige que saibamos lidar com os excessos e proteger as maiorias de cidadãos pacíficos, moderados e indecisos, em grande parte. Sim, as chamadas maiorias que estão no denominado centro político, sendo isso o que se queira entender. Neste quadro de conhecimento Rui Rio demonstra que se esforça por conhecer as circunstâncias políticas, com a complexidade de interesses e comportamentos. O que parece surpreender, então, é o facto de ter escolhido uma ESTRATÉGIA dita SUAVE para conduzir a política. Ao nível interno, os naturais desafiadores acusam-no de fraqueza, traição, falta de visão, falta de capacidade, de seguir opções políticas perdedoras e tanto mais. Fazem o confronto para promover o desgaste ao qual deverá ou não resistir. Na lógica externa promove-se a sua fraqueza e falta de visão não atacando energicamente e sistematicamente o governo, dado que representa a oposição. Alia-se e acusam-no de formar o célebre CENTRÃO, o mesmo que tornou a sociedade portuguesa cinzenta e permitiu as teias de interesses que proliferam nestes ambientes de equilíbrios instáveis, mas duradouros, onde todos buscam a satisfação com o menor esforço. Será a ESTRATÉGIA SUAVE adotada por Rui Rio adequada face as dificuldades e no final ganhadora? Uma reflexão importante, com diferentes matizes.

Ponto 2 – Nunca uma denominação política como o que simboliza a «geringonça» caraterizou tão bem um governo. No futuro far-se-á a análise crítica deste modelo de governação e compreender-se-á certamente o que representou e as consequências positivas e negativas que promoveu na sociedade portuguesa. Uma coisa é certa só este Partido Socialista teria capacidade para reunir apoios extremos e de interesses políticos opostos (expressos). Na realidade, entre várias diferenças, no essencial, tratam-se de partidos semelhantes, em questões base. A demagogia é a ARTE adotada para mascarar o igual ou semelhante. A ilusão o fado deste tipo de políticos e do fazer a política. Mas no fundo o que é a POLÍTICA? A arte de tornar o impossível como possível. Será que o diabo pode ser Deus? A alma humana é suficientemente grande para o tornar possível. Para isso existe a FILOSOFIA. O MONTEPIO GERAL acaba por ser um símbolo do lado negro da política no quadro das oportunidade igaulitárias das oportunidades aparentes. Depois é tudo uma questão de caminhar na direção do CÉU ou na direção do INFERNO. É Portugal que se apresenta. É a política.

Ponto 3 – MOÇAMBIQUE vive uma tragédia humanitária. É uma tragégia de um país que não consegue cimentar a sua sociedade. Ou seja, não consegue condições de vida aceitáveis para que os seus cidadãos possam viver a sua vida consoante as suas capacidades. Agora foi uma tragédia natural para a qual o país nunca se preparou. Antes e agora as tragédias são políticas, com a GUERRA sempre em fundo. Os homens não se Vamos discutir por que isto é essencialmente do foro da POLÍTICA.entendem. Mas a tragédia maior é de toda uma ÁFRICA que corresponde a um continente.
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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Estratégia SUAVE de Rui Rio, como presidente, pretende pacificar e mobilizar PSD: Sendo Rui Rio determinado e ‘impositivo’, por que adota uma estratégia suave? É possível salvar o PSD do desmembramento? Quem são hoje as personagens de referência no Partido? Por que se está a impor a disputa interna pelo lado negativo, contra o Partido? Como recuperar a MILITÂNCIA e mobilizar o PSD?

2.   Compreender a «GERINGONÇA» através do ‘escândalo’ Montepio Geral: A denominação ‘geringonça’ retrata ou não este governo liderado pelo PS? Como se chegou, em Portugal, ao ‘escândalo’ simbolizado pelo Montepio Geral? Quem são e quem escolhe uma «classe» de gestores públicos que retrata e bem a história decadente do país? Que razões suportam a não responsabilização pessoal dos gestores públicos?

3.   TRAGÉDIAS de Moçambique, políticas e naturais, retratam ‘continuuns’ de África: O que leva ÁFRICA a representar-se no mundo como continente trágico? O que leva os «deuses» a castigar Moçambique, neste caso, com mais uma tragédia, agora imposta pela natureza? Agora foi a natureza, mas por que os HOMENS e MULHERES não conseguem socializar-se, para que TODOS ganhem? A POBREZA é material ou verdadeiramente de natureza HUMANA? O que é e para que serve a política?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 13 de março de 2019

258ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,

Lisboa, 13 de março de 2019
Assunto: 258ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 13/março/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 258.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – Hoje o Conselho confirma a equipa que vai concorrer às eleições para o parlamento Europeu. Paulo Rangel eurodeputado desde 2009 vai continuar o cabeça de lista. No quadro dos equilíbrios e disputas internas o PSD é uma boa escolha. De forma inteligente soube movimentar esses equilíbrios e colocar-se na linha da frente. É jurista e político, bom orador e estudioso dos temas. É um político com qualidade reconhecida. A questão do momento, como habitual, reside na constituição das listas. Os escolhidos para candidatos ao parlamento Europeu são-no por escolha de alguém. A escolha é formal, mas a escolha real não é formal, embora possa obedecer a alguns rituais. Daí a aproximação sucessiva, gradual, cirúrgica e os contactos no tempo certo com aqueles que detêm o poder de influenciar. É um processo. A questão reside, também, em saber a qualidade dos escolhidos. Trata-se de uma oportunidade que se valoriza ou se desapercebe. Mota Amaral que já foi tudo na política do PSD, quer ser candidato e ser eleito. Os SENADORES adquirem prerrogativas, mas não direitos. Adquirem enormes responsabilidades que advém do ESTATUTO, mas para isso é necessário que a comunidade política queira respeitar. Uns ingratos. Ou atitudes merecidas. A REPÙBLICA perde, e o PAÍS empobrece. Entretanto, há cinco anos, o PSD em coligação com o CDS-PP obteve o segundo lugar (26,7% e 7 eurodeputados, sendo 1 do CDS) e ganhou o PS (31,46% e oito eurodeputados). Açores continua a reclamar posição na lista, "tal como acontece há mais de 30 anos".

Ponto 2 – A CNE proibiu o Governo e as autarquias de divulgar e inaugurar obras feitas até às eleições. Mas o Executivo reclama essa proibição referindo que se aplica apenas à publicidade institucional e que a inauguração de obras são um ato de gestão corrente. PROPAGANDA ELEITORAL! Os autarcas alinham no mesmo diapasão. Aqueles que se apropriam do poder, que antes combatem, depois de o assumir confrontam todos aqueles que perturbam a sua felicidade. É a síndroma da paróquia, dos pequenos poderes preocupados com a sua importância que outros não reconhecem. Ou há LEI e a LEI é para todos ou há PODER exercido na sua forma mais animal, físico, coativo e impositivo. A arrogância é a demonstração da fraqueza…
Ponto 3 – O BREXIT é realmente um grande problema. Primeiro para o REINO UNIDO. Segundo para a UNIÃO EUROPEIA. Um grande desafio que estimula a agregação ou a desagregação da Comunidade Europeia. O Reino Unido é o país com o maior arsenal militar na EUROPA ocidental. E o problema ainda é o da força militar. Depois é económico e político. O BREXIT é uma iniciativa que reflete a POLÍTICA. A decisão tem consequências.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1. Paulo Rangel (PSD) cabeça de lista ao Parlamento Europeu: O que move Paulo Rangel para continuar no parlamento Europeu? É bom manter a equipa de deputados europeus ou promover a sua substituição e alternância? É bom ou mau MOTA AMARAL voltar a ser candidato europeu? O que significa e qual o real valor ser Parlamentar Europeu? Qual o significado político se PSD perder as eleições para o parlamento Europeu?

2. Governo e autarquias proibidos pela CNE de publicitar obras e serviços até às eleições: Caramba, é bom ou mau que o governo e os autarcas tenham de ser os primeiros a respeitar as normas e leis? O que leva os políticos a apropriarem-se da arrogância de deter o poder e exercer o mando? Qual a razão por que os políticos não respeitam a NOBREZA e HUMILDADE de reconhecer que é uma honra estar ao serviço e respeitar os seus concidadãos? Que transformação ocorre no MIND dos políticos para se apropriarem do que não lhes pertence e exercerem a prepotência a coberto de decretos leis e normas que realizam na justa medida? Por exemplo, quem é e com que autoridade o presidente da EMEL, a coberto, castiga de forma prepotente os cidadãos?

3. Acordo do ‘Brexit’ morreu e desafia britânicos para ‘evitar’ a destruição da economia: O que significa o Brexit? A concretização do Brexit a quem favorece? Num mundo em que o desenvolvimento ocorre na justa medida do incremento da economia internacional, que sentido tem o Brexit, no quadro europeu? Não havendo acordo o que ocorre com o Brexit? Que consequencias tem para a economia e sociedade britânica? E que efeitos tem para a UNIÃO EUROPEIA?

Saudações social-democratas,

quarta-feira, 6 de março de 2019

257ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 6 de março de 2019

Assunto: 257ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Caro(a) companheiro(a),


Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 6/março/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 257.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – A Concelhia de Lisboa propôs a criação de 24 NUCLEOS em Lisboa como princípio de trabalho, visando uma iniciativa relevante para o envolvimento dos MILITANTES, para assegurar a MILITÂNCIA. A experiência diz que não tem viabilidade a criação de 24 núcleos se houver a responsabilidade de que tenham de funcionar com regularidade. Porque algumas freguesias não têm massa crítica em militantes para que funcionem, porque a mobilização dos militantes é muito difícil, porque é necessário dispor de militantes empenhados e persistentes na realização de iniciativas e isso também é muito difícil, porque é necessário dispor de um espaço para reunir localizado em sítio acessível, porque tem de haver a obrigatoriedade de abrir esses espaço sempre e todas as semanas ou quinzenalmente, mas sempre de forma regular e outras condições. Para que seja possível é essencial criar normas que sejam para cumprir e não deixar que alguns militantes se apropriem, como em política á habitual. Começam sempre da mesma forma e acabam com os mesmos propósitos, controlar, controlar e controlar, na justa medida de interesses particulares e isso é grave. Não devemos voltar a repetir o que já se sabe ser mau. O PSD necessita de MILITANTES e de MILITÂNCIA. Os NUCLEOS devem ter liberdade, sim, mas responsabilidade em funcionar regular por tempo longo e não, apenas, no período de instalação em que todos estão mais atentos. Necessário um REGULAMENTO que atribua responsabilidades e consequências, para os não cumpridores! Os NUCLEOS devem agrupar-se para assegurar a MASSA CRÍTICA essencial e fazê-lo com inteligência e em defesa do PSD, o que exige defender a MILITÂNCIA.

Ponto 2 – É inaceitável, inadmissível e incompreensível que numa sociedade DEMOCRATICA e num país civilizado que um governo não tenha vergonha de ter quatro MINISTRO endogâmicos. Esta situação retrata a fraqueza cívica dos PORTUGUESES. Num País decente este assunto já teria sido escrutinado seriamente e teria havido consequências. Em PORTUGAL nada acontece fora do FUTEBOL, quando a POLÍTICA é a essencia do poder e dos IMPOSTOS e, por isso, temos os País no quarto nível dos mais POBRES da União Europeia. E não temos VERGONHA… Como é possível? E nenhum dos cidadãos se indigna? Nenhumas das instituições corporativas, porquê? Vamos descobrir!

Ponto 3 – O Presidente da República Portuguesa, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa está de visita a ANGOLA. O Presidente de ANGOLA deu uma entrevista à RTP que é uma peça política de grande alcance. É bom que MRS esteja em ANGOLA e que fale para os angoloanos e com os angolanos como só MARCELO sabe fazer. Há quem não aprecie MARCELO pelo que denominam os seus exageros. Pensa-se que não deve ser esse o motivo mas outros bem mais reais e profundos. O problema das ELITES portqugueses têm sido o enorme calcanhar de AQUILES de PORTUGAL. Não se consegue formar uma ÉLITE com letra grande, em geral FAMÍLIAS responsáveis, cidadãos acima de qualquer suspeita, EMPRESÁRIOS distintos capacitados para fazer obra empresarial com sustentabilidade, ou sejam empresas estáveis e capacitadas para competir, com excelente ambiente interno e excelentescaompetências e PROFISSIONAIS. A saga da CIMPOR e do BES mais recente, como exemplos, atestam que as nossas ELITES não SÃO mais que uma mentira… MARCELO compreende e sabe que a força deriva de diferentes e constroi-se com muita sagacidade. ANGOLA vive uma saga de ESPERANÇA, aquela que PORTUGAL tem de seguir com outras ELITES.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1. A institucionalização prática dos NUCLEOS na Concelhia de Lisboa: A criação de 24 Núcleos em Lisboa é adequada? Quais as condições a assegurar para que os Núcleos cumpram a sua MISSÃO? Será que os interesses se conjugam na defesa dos Núcleos como centros de mobilização da MILITÂNCIA? Se os Núcleos não tiverem a obrigatoriedade de abrir regularmente têm sentido?

2. Um governo «endogâmico» identifica a fraqueza da REPÚBLICA: É aceitável numa DEMOCRACIA que um governo, qualquer que seja, seja constituído por marido-mulher e pai-filha? Que raio de País é este e que cidadãos somos TODOS nós que aceita este tipo de decisões sem discussão? Não há em Portugal pessoas com qualidade para integrar um governo que não estejam na órbita familiar restrita? Compreendemos que nem sequer um governo DITATORIAL teria esta pouca vergonha?

3. Importância da visita do Presidente da República (Marcelo) a ANGOLA (6 a 8/3): A visita do PR a ANGOLA é oportuna e é ou não importante, no actual momento político? Qual o objectivo estratégico reconhecido à visita do PR a Angola? As relações pessoais são ou não instrumentos políticos de primeiro nível?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

256ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 27 de fevereiro de 2019
Assunto: 256ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 27/fevereiro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 256.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – O Conselho Nacional deverá agendar a discussão da alteração dos estatutos do PSD, para o próximo mês de Março. Esta iniciativa a realizar-se levanta várias questões de grande melindre político. Primeira questão reside em saber se é oportuno, à porta das eleições para o parlamento europeu (26/5/19), eleições para a Madeira (22/9/19) e eleições legislativas (6/10/19), decidir sobre alterações estatutárias. Segunda, saber se alguém tem discutido com conhecimento o que importa realmente alterar nos Estatutos. Terceira, a realizarem-se alterações quais são essas alterações, com que finalidade e que tipo de modelo político está na sua base e quais os propósitos, nomeadamente em termos de organização partidária. Quarta, as alterações estatutárias devem ou não envolver os militantes e se devem envolver os militantes quem tem sido realmente envolvido e qual o formato desse envolvimento e participação. Entre outras questões, as dificuldades e importância dessas alterações são por demais evidentes. Entre eleições, não será sério promover sejam quais forem essas alterações, desde logo é mau augúrio político.

Ponto 2 – O Sindicato Democrático dos Enfermeiros Portugueses (Sindepor) tem vindo a estabelecer um programa e a realizar greves cirúrgicas que têm sobressaltado o SNS. O governo da Geringonça’ reagiu e promoveu a requisição civil dado o impacto no Sistema de saúde. Interpôs acção no Supremo Tribunal Administrativo à qual o Sindicato reagiu com uma intimação contra a requisição civil decretada pelo Governo. A decisão do Tribunal deu razão ao Governo. O Sindepor considerou que a requisição civil era “ilegal e inconstitucional”. Causídicos referem que a sustentação apresentada pelo Governo era “genérica e abstrata”. A polémica está instalada. A questão política de fundo reside no facto de um governo de extrema esquerda ser contra os sindicatos. A política está mesmo do avesso.

Ponto 3 –  A economia da Itália é a terceira maior da zona do euro A Itália está envolvida em uma disputa de poder entre populistas eurocéticos e políticos pró-União Europeia. Entretanto, a Itália tem uma dívida pública equivalente a 132% do PIB com o segundo maior endividamento da UE, depois da Grécia. Mas o Governo italiano não consegue governar dentro das suas profundas contradições e da instabilidade que decorre do jogo de equilíbrio para formar as maiorias de governo. Realizam-se negociações atrás de negociações com ameaças à estabilidade da União Europeia. O populismo e o nacionalismo extremo instalaram-se. Governa um governo interino sem que esteja empossado e vai avançar para novas eleições. Os populistas do "antiestablishment" - Movimento 5 Estrelas e Liga Norte (ou simplesmente A Liga) – confrontam o partido Democrata e aliados, Força Itália e Irmãos de Itália e Livre e Igual. O Parlamento é constituído por 349 deputados. Desde a Segunda Guerra Mundial, o país já teve 64 governos.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   O Conselho Nacional e a discussão de alterações estatutárias do PSD: Tem sentido neste período político entre eleições discutir alterações estatutárias? Alterar os estatutos do PSD é ou não importante? A Convenção Estratégica Nacional recentemente realizada tem enquadramento estatutário? Que tipo de alterações estatutárias são relevantes? Modernizar para controlar ou alterar para maior militância?

2.   Governo da ‘Geringonça’ confronta Sindicato de Enfermeiros e STA decide a favor: O que faz com que o Sindicato dos Enfermeiros estabeleça um programa de greves cirúrgicas? O Governo tem razão ao fazer a requisição civil dos enfermeiros em greve? A contestação judicial da requisição civil pelo Sindicato tem sentido? A decisão do Supremo Tribunal Administrativo a favor do Governo é imperativa ou apenas administrativa?

3.   Crise política italiana com potencial explosivo: O que leva os italianos a não conseguir formar um governo minimamente estável? Como é possível associar tanta diversidade de partidos políticos para formar um governo? Como é possível tanta instabilidade política num País com a terceira maior dívida da EU? Será que há a noção do enorme barril de pólvora que representa a Itália no quadro da EU?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

255ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 20 de fevereiro de 2019
Assunto: 255ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Caro(a) companheiro(a),


Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 20/fevereiro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 255.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1 – A Convenção Estratégica Nacional (CEN), realizada no Sábado dia 16/2/19, em Santa Maria da Feira, foi uma iniciativa política de grande alcance para o PSD e para RUI RIO. Rio ganhou a aposta porque deu um importante sinal para dentro do Partido ao envolver e mobilizar os militantes com iniciativas desafiadoras permitindo a discussão de temas e problemas nacionais que a todos dizem respeito. Também, criou condições para que os militantes possam PARTICIPAR na vida do Partido e na discussão de grandes TEMAS. E deu um importante sinal para o País na medida em que se percebeu que RUI RIO domina finalmente o PSD, disciplinando muitos dos seus quadros contestatários agora em silêncio, usando para isso uma atitude enérgica e diferenciada, sem receios do confronto, e, ao mesmo tempo, dando o sinal de querer confrontar o GOVERNO nas suas atribulações e desvarios para que está a levar o País real. Um governo dito de ESQUERDA, que diz defender as PESSOAS, mas que verdadeiramente é contra as PESSOAS, criando profundas injustiças, através da mentira, facilitando apenas os seus amigos que instala no ESTADO. Um governo que assiste a contestações permanentes, que aumenta desavergonhadamente a carga de IMPOSTOS e endivida crescentemente o País, que não paga aos fornecedores e instala dúvidas nos processos judiciais e na JUSTIÇA, nomeadamente. RIO, dispõe agora de condições para GANHAR o PAÍS e ganhar as ELEIÇÕES. Não sorriam, porque está verdadeiramente ao alcance, basta que Rui RIO seja o RIO!

Ponto 2 – Hoje, a esta hora está em discussão a moção de censura lançada pelo CDS no Parlamento contra o governo da ‘GERINGONÇA’. Verdadeiramente, de facto, é uma MOÇÂO para desafiar os eleitores do PSD, o que não é mau de todo. Trata-se cde uma oportunidade para confrontar o GOVERNO e os apoiantes do BE e PCP e agitar o PSD. É BOM porque permite abrir espaço na COMUNICAÇÃO SOCIAL para discutir algumas das políticas do PSD, coisa que não tem sido possível, tal é a subserviência dos OCS dos desígnios do PS, de tantos favores dados ao longo do tempo e da profunda influências do BE e do PCP e PS nos OCS. Um facto da maior importância reside em que o PSD não consegue fazer passar a sua informação e políticas nos OCS. Esta moção de censura é uma oportunidade dada ao PSD, talvez ainda de alcance reduzido, mas é mais uma oportunidade de comunicar e confrontar os ELEITORES portugueses. O PSD vai apoiar a moção de confiança porque é a forma de desvalorizar a iniciativa do CDS e desta forma capitalizar efeitos. É atitude política inteligente. Porém, opositores internos de RIO criticam referindo que deveria abster-se. Seria um ERRO político.

Ponto 3 – Pedro SANCHEZ foi obrigado a demitir-se e a convocar novas eleiç~ies legislativas. Foi o resultado socialista da política da pouca vergonha em que defendem uma coisa e o seu contrário apenas para manter o PODER. É certo que a realidade autonómica de ESPANHA é complexa, mas a realidade é que o PS espanhol é um dos grandes responsáveis pelo desmembramento do sistema político espanhol. Basta revisitar um pouco da história recente. A grande questão reside, no nosso caso, em saber que consequências terá a instabilidade política em ESPANHA para a economia portuguesa e para o sistema político-partidário.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1. Convenção Estratégica Nacional (CEN) dinamiza PSD e confronta Governo ‘Geringonça’: Qual o significado político da realização da CEN? A realização de mais de dezena e meia de sessões temáticas durante a manhã de dia 16/2 foi ou não relevante? Quem assistiu ao CEN o que apreendeu realmente sobre o estado do PSD? Surpreendeu ou não positivamente a sessão plenária com as diversas intervenções políticas? O que pensam os militantes sobre a intervenção final de RUI RIO?

2. Moção de censura de CRISTAS confronta PSD para marcar agenda política: A moção de censura de CRISTAS foi ou não um forte desafia ao PSD? Pretendeu ou não Cristas marcar a agenda política e corroer a influência política do PSD? Foi ou não positivo o facto do PSD votar favoravelmente a moção de censura apresentada ao governo no Parlamento pelo CDS?

3. Pedro SANCHEZ derrubado e obrigado a marca ELEIÇÕES para 28 de Abril2019: Qual o significado e que consequências tem para a ESPANHA o derrube do governo socialista de Pedro SANCHEZ? Como interpretar politicamente o desafio colocado a Pedro SANCHEZ pelo governo autónomo da Catalunha que está na base do derrube do governo? Como interpretar a simultaneadade do julgamento dos dirigentes políticos presos que antes governaram a CATALUNHA?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

254ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 13 de fevereiro de 2019
Assunto: 254ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 13/fevereiro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 254.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – A moção de CONFIANÇA votada no último conselho Nacional do PSD estabeleceu um diferente ambiente político, agora favorável a Rui RIO. O clima de guerrilha política permanente não era o caminho para o PARTIDO, embora fosse do interesse de facções internas que desafiam o poder. É natural que seja assim, para o bem e para o mal. A questão relevante decorre de saber quais os momentos adequados para exercer o confronto político. São diversas as razões e os princípios a adoptar. Em primeiro lugar está o País, certo! Mas trata-se de uma questão interna do PSD. Neste caso, é relevante compreender a lógica da existência do PSD, em defesa de um modelo de sociedade, sobre o qual nem todos estão de acordo. Pior de tudo é que em várias ocasiões e certamente foi o caso a defesa dos interesses são individuais e de grupo, aquilo a que chamamos de facção. E isso é mau. Por isso foi inoportuno face a um grande combate POLÍTICO para as Legislativas, marcado para dia 9 de Outubro de 2019. É já próximo. Rui Rio vai marcar a diferença. Muito embora opiniões muito doutas que defendem o contrário. A. COSTA vai entrar em queda. Os portugueses estão CANSADOS e no momento da verdade vão agarrar-se a uma âncora e essa vai ser RUI RIO.

Ponto 2 – Nesta sociedade marcada pela COMUNICAÇÃO, pela TECNOLOGIA e pela VELOCIDADE/RAPIDEZ a informação flui em tal avalanche que os cidadãos não têm tempo sequer para estarem informados mas sobretudo não conseguem absorver e compreender fenómenos basicos que ocorrem. A COMUNICAÇÃO SOCIAL é uma arma tremenda e desigual, por isso a importância de saber quem a CONTROLA. E quem a controla não são os ANJOS… A comunicação social numa componente enorme é profundamente PERVERSA e esta comunicação não tem o mínimo de escrúpulos. Mais garve ainda e dái a sua importaância, saber quem CONTROLA o ESTADO. Os OCS disputam o controlo do ESTADO, logo controlam a sociedade, os cidadãos e os PARTIDOS!... As «fake news».

Ponto 3 – Paramos pouco para pensar e saber pensar é fundamental para compreender. Neste caso há um grande acontecimento em movimento activo centrado na VENEZUELA que caminha para a sua destruição. Destruir a sociedade representa destruir pessoas e realizar o CONFRONTO. Veja-se que o governo russo não evitou e avançou na advertência aos Estados Unidos contra a sua perspectiva de intervir em assuntos internos da VENEZUELA. Na prática, o regime chavista mantém o controle de instituições estatais, incluindo as Forças Armadas. Por sua vez, PUTIN tem investido biliões de dólares na economia e na produção de petróleo da Venezuela. Mais grave, ainda, o governo italiano é a favor das eleições "o mais rápido possível" na Venezuela, mas não reconhece o opositor Juan Guaidó como presidente interino. A GLOBALIZAÇÃO em movimento.
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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Rui Rio chega a 2019 para competir para Primeiro Ministro: Afinal, Rui Rio chega ou não chega às eleições legislativas de 2019? Rio tem ou não condições para ganhar as eleições 2019? É Rio que ganha as eleições ou A. COSTA que as perde no quadro do desgaste da ‘geringonça’? As sondagens realizadas que tanto favorecem o PS têm alguma consistência se projectada?

2.    Comunicação social perversa e dominada é um grande problema para a DEMOCRACIA: É a democracia que depende da comunicação social ou a comunicação social que se organiza para CONTROLAR a sociedade? Se os Partidos desprezam os mecanismos associados ao desenvolvimento da MILITÂNCIA quem assegura a informação política? Porque nasceu o termo «FAKE NEWS» e o que significa, realmente?

3.    Nicolas MADURO arbitra a GLOBALIZAÇÃO à custa da destruição da VENEZUELA: É ou não importante compreender a aliança estabelecida entre CHAVEZ, LULA, CASTRO, EVO MORALES e SOCRATES? Quem é Nicolas MADURO e que papel desempenha na senda regional e mundial? O que leva a RUSSIA, CHINA e IRÃO a apoiar MADURO em oposição do papel dos EUA, União EUROPEIA e BRASIL? Na realidade o que está em jogo e porquê? O que está a ocorrer na senda da política GLOBAL?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

253ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,

FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 6 de fevereiro de 2019

Assunto: 253ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Caro(a) companheiro(a),


Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 6/fevereiro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 253.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – Moção de CONFIANÇA que Rui Rio apresentou no último CN serenou os opositores internos que, desde o início, tinham determinado uma estratégia de afronta ao líder eleito. Haver discordância interna é muito POSITIVO. Nos locais próprios deve ser evidenciada com frontalidade e discutidas as diferenças. Mas como tudo, tem de haver o sentido da oportunidade e algo que seja necessário provocar para perceber a sua consistência e levar a alterações. TODOS os MILITANTES querem o melhor para o seu PARTIDO. É o princípio básico da seriedade política e condição para fortalecer a organização. O problema não são as lutas internas, mas a destruição que se contrata para inverter processos a favor de interesses particulares. A política obedece a INTERESSES. A Política com dimensão obedece a propósitos que abarcam a sociedade. As lutas internas no PSD desde há muito que são de fações, logo, são autodestrutivas. Têm sido. Por isso o PSD está numa encruzilhada eleitoral. A atitude e ENERGIA do LÍDER é determinante. O problema é se o líder é conduzido para opções não condicentes com os objetivos. A GERINGONÇA está gradualmente a enfraquecer. Lembremo-nos que num momento próprio a GERINGONÇA não aguentará as maldades que tem realizado. RUI RIO necessita apenas não cometer erros, apresentar ENERGIA e convicção e estar sereno.

Ponto 2 – No final dos anos 80 e nos anos 90 PORTUGAL não respondeu às necessidades da sua população. Optou por litoralizar o PAÍS. Um enorme erro que se acentuou por interesses conjugados com incompetências. Não é credível, mas é uma atentado à inteligência, admitir que PORTUGAL tem um INTERIOR, quando se discutem distâncias de 150 KMS. O que tem acontecido são atentados do foro ‘criminal’. A Autoridade Tributária (AT), por definição, não existe para ‘tirar’ dinheiro aos cidadãos, em geral, para entregar a outros cidadãos especiais. Não é aceitável que o ESTADO e os GOVERNANTES que tomam certas decisões não sejam confrontados e que prestem contas à NAÇÃO. Por isso somos um País «piquinino» e de espertos (par sermos simpáticos). Por favor, com tantos PLANOS de FOMENTO, com outros tantos PLANOS ESTRATÉGICOS NACIONAIS, pergunta-se porque se penaliza quem tem iniciativas empreendedoras, o que justifica que o ESTADO feche serviços quando tem a OBRIGAÇÃO de servir os CIDADÃOS? É a política! Política! Política! – Respondem.

Ponto 3 – O Reino Unido está a viver um dos momentos mais dramáticos da sua enorme história, à beira de se reduzir à insignificância no âmbito das NAÇÕES. Ninguém com bom senso o deseja, mas a cegueira humana e a demagogia dos políticos estão a empurrar a história para um momento NEGRO para o Reino Unido, com sérios efeirtos numa Comunidade Europeia que necessita de se relançar e discutir a GLOBALIZAÇÃO. DEUS queira que o BREXIT seja amanhã apenas um sonho que apareceu NEGRO. Os INGLESES têm de acordar e pensar com a cabeça, Os ciclos económicos e sociológicos são inexoráveis! O BREXIT não pode ocorrer.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1. Moção de CONFIANÇA de Rui Rio serena PSD e desafia «geringonça»: Teve sentido o confronto de Montenegro a Rui RIO? Tratou-se de uma iniciativa de Montenegro ou de uma resposta deste a compromissos? É verdade que os políticos fazem CONLUIOS? E também é verdade que isso ocorre entre deputados de um mesmo partido? Os compromissos de Montenegro eram tão grandes que se viu obrigado ao confronto com Rio contra o seu próprio interesse? Ou, simplesmente Montenegro é um AVENTUREIRO desregrado? É capaz de não ser bem assim? E agora, ‘geringonça’ como vai ser a vida? Vai mesmo ser um passeio eleitoral?

2. GOVERNOS e Governantes, irresponsáveis, criam INTERIORES num País todo LITORAL: Como é possível num sistema democrático, no seculo XXI, os governantes não serem responsabilizados por opções que não lembram ao diabo? No governo PSD ainda nos lembramos ou não da prepotência ministerial de governantes iluminados? Como é possível para um cidadão normal compreender que uma fronteira a 150Kms determina o INTERIOR do País? Mas PORTUGAL tem algum INTERIOR? Por que é que não temos capacidade para nos RIDICULARIZAR? E porque não responsabilizamos a incompetência e a prepotência?

3. BREXIT concretiza destruição do Império INGLÊS e enfraquece UE: Lembram-se de Margareth Tatcher ter feito o primeiro grande embate para ‘matar’ o IMPÉRIO INGLÊS? É verdade ou não que as TRIBOS sociológicas possuem forte identidade e memória? O sentido da grandeza e do poder é individual ou deriva do sentido forte de pertença no caso do RU? É este tema ou não muito interessante?


Saudações social-democratas
J. Augusto Felício