quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

289ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 15 de Janeiro de 2020
Assunto: 289ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Após festividades de NATAL e entrada em NOVO ANO 2020, felicitando todos e desejando o melhor, retomam-se as sessões. A sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 15/Janeiro/20, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 289.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

***

Ponto 1 – No dia 11 de Janeiro de 2020 realizaram-se as eleições directas para Presidente do PSD entre Rui Rio (49,44%), Luis Montenegro (41,26%) e Miguel Pinto Luz 9,3%). O resultado das eleições levou à segunda volta por nenhum dos candidatos reunir a maioria, conforme exigem os estatutos. Em consequência a orientação do candidato MPL foi no sentido do apoio a Luís Montenegro. É muito interessante compreender as razões e as circunstâncias que levaram ao aparecimento destes três candidatos. No caso de MPL foi uma grande oportunidade para ganhar visibilidade nacional, sem a qual nada se faz hoje na política, muito influenciada pelos Mídea. Quem não aparece na televisão é dado como não existente. Antes a qualidade de Ministro augurava um capital que poderia alavancar a sua candidatura. Actualmente outras condições vão impondo outras regras mais estritas. A motivação destes três candidatos é muito interessante e vale a pena reflectir. Um destes candidatos detém o perfil que para uns é o mais indicado para outros um outro dos candidatos. Esta discussão tem por suporte vários elementos, requisitos e condicionantes ou vantagens.

Ponto 2 – A discussão política entre direita, esquerda e centro, muitos dizem já não fazer sentido e certamente terão razão. Porém, na gíria da comunicação continua a ser o argumento identitário diferenciador e mais facil de compreender para o comum dos cidadãos. Para os mais letrados por vezes é entendido como disparate porque a política hoje é bem mais complexa, face às muitiplas condicionantes e variáveis em análise. Esta é outra discussão pertinante ou não? Rui Rio diz que o seu posicionamente és tá ao centro, já Luís Montenegro que está no centro. Direita. Em que ficamos? O que representa ser hoje de esquerda ou de direita? E o que é isso de ser do centro do espetro político?

Ponto 3 – Pedro Sánchez tomou posse como Primeiro Ministro no dia 08 Jan 2020 Nas eleições de 10 de novembro último, para o Congresso dos Deputados, o PSOE teve 28,0% dos votos (120 deputados), seguido pelo PP com 20,8% (88), o Vox (extrema-direita) com 15,1% (52), o Unidas Podemos com 12,8% (35), e o Cidadãos (direita liberal) com 6,8% (10), ERC com 3,6% (13), com os restantes votos divididos por partidos de menor dimensão. Pedro Sánchez conseguiu ser investido depois de ter negociado a abstenção dos 13 deputados independentistas catalães da ERC, aceitando a criação de uma “mesa de diálogo” para resolver “o conflito político sobre o futuro da Catalunha”.

***
Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Segunda volta das eleições directas à Presidência do PSD: Sabe que é a primeira vez que há segunda volta para a escolha do presidente do PSD? Sabe que estão em disputa eleitoral Rui Rio e Luís Montenegro? O que diferencia Rui Rio de Luís Montenegro? Os princípios, valores e modelo político defendidos pelos candidatos são realmente diferentes? O que leva os militantes a votar em Rui Rio? O que leva os militantes a votar em Luís Montenegro? Reconhece que a discussão entre estes dois candidatos é muito emotiva e diferencia o perfil dos militantes em termos do entendimento sobre a política?

2.   A direita, o centro e a esquerda no cenário político em mudança: O que levou à dispersão política por novos agrupamentos ou forças políticas, em Portugal? O aparecimento de novos partidos é consistente com a estrutura social e o fazer política? Qual o significado político de ser de DIREITA ou ser do CENTRO ou ser da ESQUERDA? Há ou não diferenças quanto ao modelo político de entender a forma de gerir a sociedade?

3.   Pedro Sánchez (PS) empossado P-M do governo de Espanha e vive P-M Pablo Iglesias: Sabe que a abstenção dos independentistas da ERC foi fundamental para que Executivo de coligação entre o PSOE e o Unidas Podemos fosse investido? Sabe que Sánchez recebeu 167 votos a favor e 165 contra? Qual o futuro deste governo e quais as implicações económicas e financeiras para Espanha?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

288ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 8 de Janeiro de 2020
Assunto: 288ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Após festividades de NATAL e entrada em NOVO ANO 2020, felicitando todos e desejando o melhor, retomam-se as sessões. A sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 8/Janeiro/20, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 288.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
***
Ponto 1 – É salutar o aparecimento destas três candidaturas às eleições directas para a liderança no PSD que se realizam no dia 11/1/20. São três companheiros muito diferentes no estilo, na forma de pensar e na acção realizadora. Neste campo Rui Rio é o mais conhecido quanto aos processos e capacidade de decisão e realização. Ilustres companheiros, A juventude de Miguel Pinto Luz e Luís Montenegro contrasta com Rui Rio, com um sentido positivo e outro mais desconhecido. Nestas ocasiões alguns companheiros estão cientes das opções com detalhe. Mas, grande parte dos militantes balançam em resultado de simpatias, imagens, notícias e de esperanças ou ilusões, com fizeram ao longo da sua vida. Mas isso é política e trata-se na política, que suporta a capacidade para fazer a política congregando um equilíbrio de forças, interesses, desejos, anseios e esperanças. A complexidade da política retrata-se na beleza da condução, orientação, mobilização e na confiança que durante certo tempo se transfere para os companheiros no sentido de os mobilizar a favor de promessas, ideias e realizações. Acorre com ESTILOS, IMAGENS, comportamentos, sorrisos, simpatias e tantos outros predicados. Depois, o relevante é conhecer a capacidade e condições pessoais que cada um dos candidatos possuem para transformar e realizar a favor de mais ou de menos e com uma orientação ou outra diferente, envolvendo muitos ou apenas alguns. Tantas questões se colocam. A complexidade da política. Também, aquilo que é hoje amanhã pode ser diferente. Neste campo temos uma boa oportunidade para fazer ESCOLHAS. No final que ganhe aquele com mais aptidões e ajustado ao momento e ao ciclo político em curso.

Ponto 2 – O OE 2020 é um grande momento político, onde se fazem opções decisivas para o futuro do País. É pena que grande parte dos portugueses estejam alheados destes momentos e não sejam mais exigentes, pois o futuro de cada um de nós depende do OE dado o peso político do ESTADO no que respeita à realização das políticas. Cada partido político é portador de um MODELO de SOCIEDADE e isso é central na política e para o sistema democrático, poucas vezes suficientemente discutido e valorizado, dasa as opções de comunicação realizadas para a mobilização dos eleitores. Este OE 2020 vai ser determinante, acentua mais ainda a carga FISCAL inaceitável.

Ponto 3 – O conflito EUA – Irão estava prenunciado no sentido do seu controlo no tempo ou da sua explosão. Verdadeiramente, observado ao nível de CULTURAS em questão trata-se de assunto essencial. Mas, se for analisado ao nível da lógica da hegemonia dos poderes globais da mesma forma é essencial a sua compreensão e a sua evolução. Estamos a lidar com a aceleração do FUTURO. Trata-se de Política e trata-se de CIVILIZAÇÃO.

***
Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:
1.   Eleições directas à Presidência do PSD em confronto de posições, estilos e algumas políticas: Na disputa eleitoral, com três candidatos, o que está verdadeiramente em causa para o PSD? A questão eleitoral tem a ver com estilo e personalidade ou com políticas e capacidade mobilizadora, no sentido de revitalizar o PSD? Já pensamos que estamos perante três companheiros bem diferentes no estilo e forma de fazer a política? Entre os três candidatos qual aquele que realmente conseguirá agregar e mobilizar o PSD e depois os eleitores e PORTUGAL?

2.   Orçamento do Estado 2020 «apertado» pela exclusão da geringonça: Qual o verdadeiro significado do superavit orçamental para o País e para os portugueses? A aposta no superavit deve ser conseguido sem verdadeiras apostas políticas ou simplesmente um acerto de contas? O que aconteceu ao investimento público? Porque estão os serviços públicos em acentuada e rápida degradação? Qual a razão por que Portugal tem a carga FISCAL das mais elevadas da Europa? Para que serve no essencial o orçamento sem Políticas que ajudem os portugueses e empresas?

 
3.   Conflito EUA – Irão acentua a transferência de poder global: O conflito EUA – Irão era inevitável ou foi derivado de uma dinâmica de forças políticas globais? O que a CHINA e RUSSIA têm a ver com o conflito EUA - Irão? Qual o papel do Irão ao nível da mobilização de poderes para o domínio político no médio oriente? O que tem a ver a CULTURA OCIDENTAL com o conflito EUA – Irão? A CULTURA ISLÃMICA é ou não uma peça central deste conflito? O que irá ser o futuro em resultado deste conflito? A que nível é estabelecido o equilibrio de forças neste conflito?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Interregno,pelo Natal, das sessões do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 11 de Dezembro de 2019
Assunto: 287ª a) – Interregno das sessões do Fórum «Fazer-A-Política»



Caro(a) companheiro(a),

Dado o período especial que comemoramos centrado nas festividades de NATAL e ANO Novo 2020 a organização decidiu interromper as sessões até ao dia 8/12020 (Quarta-feira). Ou seja, a próxima sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 8/Janeiro/20, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Essa será a 288.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.


***
BOAS FESTAS de NATAL

BOM ANO 2020

para todos os companheiros e FAMÍLIA

Em defesa do Partido Social Democrata, como Partido fundamental para a DEMOCRACIA




Foi para todos certamente um PRIVILÉGIO participar nas sessões do FORUM Fazer a Política que decorreram ao longo do ano de 2019.
PARABÉNS a todos os que participaram, pelo elevado nível de qualidade das sessões e a oportunidade dos temas tratados.


Propõem-se, para esta semana de reflexão pessoal, os temas e questões seguintes:
1.    O significado do NATAL: As festividades do NATAL dizem apenas respeito aos católicos? Qual a importância destas festividades para os ateus, agnósticos ou outros?
2.    O tempo não muda de calendário pois é um processo, mas são necessárias referências temporais: Já pensou que o tempo é um continuum? Qual a razão ou razões por que fixamos períodos temporários? Por que o tempo de calendário é repetitivo e para que serve? Qual a influencia do calendário temporal na nossa vida e vivências?
3.    A civilização exige referências simbólicas e interpretar factos inseridos no tempo:  O que é a civilização e em que medida o tempo é referência fundamental? Se não houvesse um tempo de calendário repetitivo como seria reconhecida a sociedade?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

287ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 11 de Dezembro de 2019
Assunto: 287ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 11/Dezembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 287.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
***
Ponto 1 – As eleições directas para a liderança no PSD têm lugar no dia 11/1/20. Concorrem três candidatos o Rui Rio, Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz. São três personalidades, estilos e projectos diferentes, sendo, por isso uma oportunidade para os militantes e eleitores escolherem. Esta é a nossa opinião são realmente diferentes. Não queremos dirimir diferenças, mas temos opinião fundamentada, por que este FORUM pretende realizar a discussão deixando a todos os participantes a liberdade e o à-vontade para defenderem quem entendem mais adequado para o PSD. No FORUM a discussão é fundamental e a liberdade concedida SEMPRE a todos para expressarem a sua opinião sabendo que alguns dos seus companheiros e participantes têm posição diversa. SABEMOS OUVIR e esta é uma enorme VIRTUDE conquistada debate a debate ao longo de muitos anos. RUI RIO é o actual líder e defende essa sua liderança e o seu projecto político que grande parte dos militantes apoiam. Luís Montenegro disputa a liderança introduzindo formas de ver e de fazer e combater na política, com diferentes formas de abordagem ou a repetição de outras conhecidas e adoptadas por antecessores. Miguel Pinto Luz disputa o futuro nesta contenda eleitoral e procura conhecer o grau de aceitabilidade política no espaço maior que é o PSD nacional. Os resultados obtidos irão determinar as suas opções em próxima contenda. Alguns referem que pode haver surpresa nestas eleições. Veremos o que vai ocorrer, mas se os astros se cumprirem está determinado o resultado para um combate SÉRIO ao PS um obstáculo à sociedade portuguesa, aos cidadãos e para as empresas. A marca distintiva do PS são mais e maiores IMPOSTOS. A única alternativa séria para os portugueses reside no PSD, daí que estas eleições sejam muito importantes.

Ponto 2 – O PS desde sempre se distinguiu por defender a hegemonia do ESTADO na sociedade portuguesa. Também serve para empregar o seu exército de militantes e outros que ajudam ao domínio dos portugueses. Não se preocupam em eneriquecer os portugueses, permitirema sua iniciativa, mas em dominar para viver dependentes do trabalho de outros. Agora voltaram a agitar a REGIONALIZAÇÃO por ser um instrumento para o domínio do ESTADO, desta forma repartido em centros endogâmicos mais fáceis de controlar. Também, porque sendo mais difícil assegurar o domínio permanente do ESTADO, através das REGIÕES asseguram sempre partes do ESTADO. É uma DRAMA. Criam-se teias que não é possível alterar. O problema da CORRUPÇÃO é de sempre , mas no actual quadro político em que os Partidos se têm desenvolvido entranhou-se de forma FUNDA e permanente, invisível e destruidora de qualquer sociedade. Não é por acaso que pessoas que vivem em aldeias e vilas muitas vezes FOGEM para os grande centros urbanos, porque é a única forma de poderem dispor de maiores exixos de liberdade. Como disse, um DRAMA! O PS e não só, mas sobretudo é o Partido do sistema mais cruel e soturno. Pior só o Partido Comunista. 

Ponto 3 – O PBEXIT está actual três anos após. Desencadeia um debate, uma preocupação imensa para muitos e uma alegria sádica para muitos outros. É a divisão dos grandes interesses sociais reflectidos na mobilidade da CULTURA. Os problemas culturais são os mais profundos, mas quando não se defendem de forma séria e consistente as civilizações transformam-se em ruptura. Depois encontram a revolução e alguma coisa acontece diferente. Tudo é outra coisa distinta e acentua-se outro drama o social e civilizacional. Não há bom nem mau nos ciclos longos. Acontece e ocorre. O BREXIT é um enorme problema primeiro para os britânicos que perderam o seu IMPÉRIO mas que presumem manter e para a União Europeia que não encontra rumo.

***
Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Rui Rio, Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz, a oportunidade de alternativa diferente: A grande diferença de políticas que defendem centram-se em opções para o PAÍS ou centram-se no domínio interno da máquina do PSD? Há algum político que não queira dominar a máquina? Compreende-se ou não que a azáfama em dominar a máquina pode orientar para o desenvolvimento ou orientar para o silêncio aviltante? É ou não ESSENCIAL tornar mais clara a organização e mobilização da máquina interna do PSD?

2.    Domínio do ESTADO e REGIONALIZAÇÃO o cocktail dos DEUSES do PS: Sabe que o PS desde sempre lutou por dominar o ESTADO? Sabe que o PS tudo fará para comprar os votos dos portugueses de maior fragilidade económica e social? Reconhece ou não que o processo de REGIONALIZAÇÃO defendido pelo PS, PCP e BE visa tornar mais definitiva a dependência dos portugueses da ENDOGAMIA? Sabe que a persistência de «tantas vezes o cântaro há-de ir à água que lá deixa a asa» é aposta para a REGIONALIZAÇÂO, e sabe porquê??

3.    Outra vez o BREXIT como opção ou drama: Três anos após a institucionalização do referendo que colocou o BREXIT em agenda o que se passa com este impasse? Compreende ou não que as forças antagõnicas de domínio social e económico estão no seu braço de ferro decisivo? Compreende realmente quais são as consequências do BREXIT primeiro para os britânicos e depois para a União Europeia e adivinha realmente razões?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

286ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 4 de Dezembro de 2019
Assunto: 286ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 4/Dezembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 286.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
***
Ponto 1 – Naturalmente que havendo mais de um candidato quer isso dizer que se colocam desafios de escolha em qual votar, sejam quais forem as eleições. Ocorrendo no PSD significa que os candidatos disputam diferentes ideias e projectos para que o Partido cresça e se desenvolva no quadro da sua missão e propósito em termos do modelo político proposto para a sociedade. Trata-se do exercício da DEMOCRACIA interna e isso é bom. É natural também que cada candidato esgrima as suas razões para explicar porque se candidata e obter o apoio do maior número possível de eleitores. Uma das grandes questões reside em saber qual o grau de conhecimento e entendimento que grande parte dos eleitores têm sobre os modelos propostos, os seus efeitos e consequências dado que o que muitas vezes se transmite nos discursos e uso da dialética pouco corresponde a uma suposta realidade. Um confronto permanente que cada um de nós tem. Unas mais interessados e intervenientes discorrem melhor das diferenças e conveniências, mas outros votam por influência de amigos ou por gostos pessoais sobre alguém em especial. O Partido político defendendo o seu modelo de sociedade, por si ajuda na escolha quando a eleição é externo, mas no caso interno muito se torna diferente. Neste caso há três candidatos que são Rui Rio, actual presidente do PSD que disputa a permanência no cargo, Luís Montenegro, ex-presidente do grupo Parlamentar entende que o actual líder não cumpre no essencial alguns dos objectivos políticos do Partido e Miguel Pinto Luz actual vice-presidente da Câmara de Cascais considera que ambos, apresentando diferenças não cumprem requisitos ambiciosos de combate político para que o PSD cresça e volte a maior influência na sociedade portuguesa. Trata-se do combate político natural que divide os eleitores no exercício da democracia e isso é bom. Uma questão de fundo reside em saber se a alteração do actual Presidente não fragiliza mais o PSD na actual conjuntura do combate político por uma governação do PS com o apoio do BE (trotskista) e do PCP (comunista) e se dar mais esta oportunidade a Rui Rio não será a melhor estratégia referente aos que pensam diferente. Afinal as últimas eleições com resultados negativos encerram um potencial de recuperação acima do que era prognosticado. 

Ponto 2 –  A REGIONALIZAÇÂO é um desafio nacional e na opinião da maioria do PSD um muito grande problema para o País. Nesta linha atente-se ao crecente efeito endogâmico dentro dos Partidos e na sociedade portuguesa por tradição e cultura. O princípio desde sempre adoptado do pequeno FAVOR que todos utilizam, no quadro da chamada CUNHA retrata um grande problema. Todos conhecem sempre alguém ou outrés que conhece esse alguém para conceder uma facilidade pessoal. É TRADIÇÃO. As corporações são uma realidade instituída nacultura portuguesa para o bem ou para o mal, dependendo do ponto de vista. E esta endogâmia relevante em momentos de grande cris é a dificuldade maior contra o desenvvolvimento do País. Somos um país dos pequenos favores (e muito grandes cumplicidades) e aí assenta uma dos problemas do desenvolvimento, por isso mantemos mais de 30% dos portugueses no limiar e abaixo dos níveis de pobreza. A REGIONALIZAÇÂO o que fará é acentuar a política endogâmica e implantar mais as corporações agora nas REGIÕES. Trata-se realmente de um problema, certamente SEM SOLUÇÃO.

Ponto 3 –  A NATO tem desempenhado um dos papeis mais relevantes na política de defesa e civilização ocidental. O foco e liderança tem residido nos USA. Mas o actual Presidente TRUMP decidiu que não cuida dos interesses americanos o que desprotege em termos militares a EUROPA. Ocorre que a EUROPA não dispõe de um verdadeiro exército no quadro da EU, dependente do apoio dos USA. Uma fragilidade crítica. Em causa saber se a EU tem capacidade para alterar a sua política de defesa e tratar da sua própria defesa complementando em casos de maior gravidade os USA. Uma reflexão actual, ou seja, muito actual e relevante.
***
Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    O desafio do PSD com três candidatos em eleições directas: Quem e o que representa cada um dos três candidatos do PSD à liderança? Ou seja, o que mobiliza e justifica cada um dos candidatos para a liderança do PSD? De outra forma, os militantes do PSD veem-se representados pelos candidatos que se apresentam às directas? Este formato de eleições directas é adequado para a mobilização dos militantes?

2.    PSD confronta-se com proposta encapotada do PS para a Regionalização do País: O País tem condições sociais e políticas para realizar uma regionalização? Se uma suposta Regionalização do País ocorresse e se corresse mal quem ganhava e quem perdia? Quem é que verdadeiramente está interessado na Regionalização? Qual a razão por que o Partido Socialista insiste permanentemente em fazer a Regionalização? Qual a razão ou razões por que o PS defende ardorosamente a estatização do País? A grande dimensão e crescimento do ESTADO porque interessa especialmente ao Partido Socialista e à extrema esquerda? Já nos esquecemos do que é e representa o COMUNISMO?

3.    A crise na NATO fomentada pelos USA: Qual o papel da NATO? Qual a razão por que os USA querem enfraquecer a NATO? Os USA ganham com o enfraquecimento da NATO? Qual o papel e reacção da União EUROPEIA face a uma NATO desmobilizada, no quadro da sua defesa e segurança e, nomeadamente, da civilização ocidental?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

terça-feira, 26 de novembro de 2019

285ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 27 de Novembro de 2019
Assunto: 285ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 27/Novembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 285.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

***

Ponto 1 – O CONGRESSO do PSD desde sempre até à institucionalização das eleições directas para o Presidente representou a expressão maior da disputa política, intervenção de múltiplos actores políticos em defesa das suas ideias e um lugar de confronto dessas ideias que se congregava nos acordos para a eleição do LÍDER? Este era o momento maior do CONGRESSO, o que todos esperavam. Era fervilhante, envolvente, intenso e mobilizador participar nos jogos de acordo e desacordo para a escolha e apoio dos diferentes candidatos que depois eram votados no CONGRESSO. O período de espera dos RESULTADOS eleitorais era único. Quase que justificava todo o CONGRESSO, o que não era verdade. O Congresso representava a disputa de interesses e a oportunidade de mobilização de todo o PSD através das televisões e da intervenção dos PROTAGONISTAS. A institucionalização das eleições directas fora do momento da realização do CONGRESSO acabou, no essencial, com o climax político no PSD. A par de o PSD ter acabado com as SECÇÕES o que tem ocorrido é a total desmobilização do PSD, a perda de MILITANTES e da MILITÂNCIA, com os resultados desastrosos que se conhecem, espelhado nos resultados autárquicos. A institucionalização da eleição do LÍDER para o momento do CONGRESSO é fundamental, mantendo as directas. Um problema que demora a ser discutido.

Ponto 2 – A semana passada teve lugar a maior manifestação até ao momento promovida pelas força de segurança frente ao Parlamento justificada nas reinvidicações salariais e de condições de trabalho, sejam instalações, equipamentos (viaturas e outros) e outras. Foi uma manifestação pacífica e isso foi positivo. O problema maior reside em tornar-se um hábito este tipo de manifestações que coloca reinvindicações de colegas face a colegas que no momento são recrutados para proteger contra os próprios colegas. Algo está muito errado e não se compreende a postura do Governo em sustentar condições de indignidade. Leva a pensar que tudo isto obedece a uma ESTRATÉGIA de desestabilização da sociedade portuguesa na qual colabora este governo e a extrema esquerda. A extrema esquerda quer instituir um regime de limitação e termo das LIBERDADES para o que usa o ESTADO e todos os meios ao seu alcance. Os portugueses deveriam entender os movimentos telúricos que alimentam estas forças. Ao mesmo tempo os líderes das forças de segurança expressaram uma ideologia política e apoiaram-se ou estimularam fortes relações neste caso com a extrema direita imberbe, por enquanto. Pobre País!

Ponto 3 – A crise violenta e política que subsiste em HONG KONG deveria levar todos a pensar as razões de fundo que justificam estes movimentos sociais e políticos e a sua importância. Nada é mais relevante na vida do que a LIBERDADE de escolha e liberdade de pensamento. Se pensarmos que a CHINA tem em curso um processo de domínio do pensamento e vontade dos cidadãos, baseada na força ditatorial de um partido que domina em absoluto o Estado Chinês, todos devemos estar muito preocupados. A CHINA é o Único país no mundo que nenhum outro ou coligação de países consegue influenciar se a sua vontade e determinação for diversa. MAO TSE TUNG está presente com o seu livrinho vermelho. O mundo está ameaçado.

***

Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Preocupações profundas sobre a perda de importância política dos CONGRESSOS do PSD: Os Congressos do PSD têm ou não perdido importância política? De forma abrangente qual é verdadeiramente o objectivo do Congresso? O CONGRESSO é ou não o momento maior da vida do PSD onde se expressam ideias, se debatem temas, se confrontam estratégias e onde se exerce a influência do poder interno e conhecem mais detalhadamente protagonistas? A escolha do PRESIDENTE do PSD em Directas desligado do momento da realização do Congresso dá força ou retira força ao PSD?

2.    A manifestação das forças de segurança no Parlamento desafia o governo e a sociedade: Como interpretar a situação de segurança do país com as forças de segurança em manifestação de confronto hostil com o Governo? A manifestação das forças de segurança (PSP, GNR…) são ou não expressão de forças políticas antagónicas da sociedade e isso é bom ou mau? O que se passa e o que justifica verdadeiramente a situação de conflito e de manifestação das forças de Segurança? 

3.    A crise em HONG KONG o ‘Big Data’ (controlo de privacidade) na CHINA e a ordem mundial: O que representa em termos internacionais HONG KONG e justifica o estado de violência política e destruição nos últimos seis meses? Sendo a CHINA um Estado ditatorial quais as razões por que o governo chinês, muito embora diversos ensaisos, ainda não interviu violentamente em Hong Kong? Alguém seriamente já reflectiu verdadeiramente sobre o  sistema político e a intervenção violenta em países vizinhos com diferentes civilizações? O que nos espera a TODOS, proximamente?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

284ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 20 de Novembro de 2019
Assunto: 284ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 20/Novembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 284.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
***
Ponto 1 – No dia 11/1/20 vão ter lugar as eleições directas para a liderança do PSD. As eleições são sempre momentos relevantes, nomeadamente, para o PSD por que mobilizam os militantes e conferem-lhe dos RAROS momentos e OPORTUNIDADES para reflectir conjuntamente sobre o Partido, a Política e os múltiplos interesses que suportam o Partido Social Democrata. Reúne militantes de todo o país, que cada vezse conhecem menos, nunca se encontraram e não sabem o que outros companheiros pensam. O problema da REORGANIZAÇÃO INTERNA do PSD é crucial que ocorra e essa foi uma relevante ESPERANÇA concedida a RUI RIO. Até hoje pouco se viu, mais que não fosse a alteração do pagamento de QUOTAS. Foi simbolicamente relevante, mas muito pouco para o muito que há a fazer. Se o PSD não dispuser de condições para alargar a sua militância de forma saudável irá continuar a definhar. Os resultados autárquicos ocorridos foram um DESCALABRO, mas ninguém «pagou» essa factura. Sem se pagar o justo preço e sem um mínimo de responsabilidade num quadro democrático e justo o PSD estará condenado à sua substituição com Partido dos portugueses que representa verdadeiramente a complexidade deste PORTUGAL. Os três candidatos têm perfis completamente diferentes. Será que é mais uma oportunidade perdida ou destes três candidatos a ESPERANÇA pode ser uma saída? É um tema de grande e funda discussão.   

Ponto 2 – A deslocação de três Secretarias de Estado para Bragança, Guarda e Castelo Branco são uma medida da mais genuína DEMAGOGIA. Já santana Lopes nos seus momentos de criatividade teve essa ousadia demagógica e viu-se no que deu. António COSTA percebeu que o seu eleitorado da classe média baixa e desfavorecidos que pouco tempo e posses têm para pensar e compreender este tipo de política reageam pelo que se diz e sem compreender a demagogia. Está em curso um processo de fixação de eleitores para uma m aioria eleitoral. Os votos da classe média baixa e desfavorecidos vale igual a qualquer outro cidadão e isso é bom, mas com a demagogia instalada este PORTUAL não consegue emergir. Uma infelicidade por isso somos o quarto país mais pobre da EU. A descentralização realiza-se localizando os centros de poder e não arranjar cosmeticas para ganhar votos. Costa é muito hábil e o PSD não consegue reagir, mas tem de saber fazê-lo com CAUSAS fracturantes ao aencontro dos cidadãos que também são eleitores e fazer com que a sua vida realmentye melhore.

Ponto 3 – As TIRANIAS estão a caminho de entrar e pela porta grande na União Europeia e atravessa a EUROPA. É um dos problemas mais sérios a enfrentar, mas para isso era necessário que a União Europeia e as suas instituições se qualificassem com cidadãos capacitados para compreender e defender a IDENTIDADE e a CULTURA CIVILIZACIONAL da EUROPA. A IGREJA CATÓLICA e este PAPA estão muito preocupados, intervêm sucessivamentye , mas sem resultados. É uma infelicidade por que no exterior da EUROPA há forças poderosas que querem e lutam por destruir a civilização ocidental, com TRUMP e os USA a ajudarem. Outra reflexão profunda e estruturante.  

***

Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Relevância dos candidatos e das eleições directas para a liderança do PSD: Verdadeiramente, qual o impacte das eleições directas no PSD, dia 11/1/20? Por que não se realizam as eleições directas no PSD para a liderança no dia do CONGRESSO? Já verificou que os 3 candidatos. Rui Rio, Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz – têm PERFIL e perspectivas muito diferentes? Qual o candidato ideal para liderar o PSD neste actual contexto político?

2.   Secretarias de ESTADO para o INTERIOR do país são demagogia eleitoral de Costa: Tem sentido DESLOCAR três Secretarias de Estado para Bragança (1), Guarda (1) e Castelo Branco (1)? Deslocalizar o poder político para o INTERIOR é criar dificuldades aos cidadãos ou deslocalizar verdadeiramente o MINISTÁRIO? Qual a razão substantiva que leva A. COSTA a brincar às deslocalizações e com os cidadãos? O que leva os PORTUGUESES a aceitar este tipo de decisão conflituosa, onerosa e aviltante sem reagir? 


3.   Adulteração da cultura e identidade da EUROPA são caminho para a TIRANIA: Quem realmente jãparou para pensar sobre o caminho político em curso na EUROPA? Será que os cidadãos não compreendem estar em curso um processo de adulteração da cultura civilizacional e identidade da EUROPA? Que forças se movimentam de forma racional e intensa para descaracterizar a EUROPA? Estamos mais uma vez preparados para viver em sistemas tirânicos?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício