quarta-feira, 3 de junho de 2020

305ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,

FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 3 de Junho de 2020
Assunto: 305ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),
Esta é a sexta sessão virtual que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 3/Junho/20, pelas 21h30, Compreende a 305.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km
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Ponto 1 – Levantam-se neste ponto duas questões diversas, a referente ao entendimento do que significa o centro político, como base eleitoral do PSD, tema que suscita divergências no interior do Partido, e a questão do papel da Concelhia de Lisboa, tendo em conta que Lisboa é a cidade capital do País e que a Concelhia, actualmente, está em estágio de ilegalidade. Pensar sobre o tipo de eleitorado do PSD e como arrumar o perfil dos diferentes eleitorados e a sua compreensão é tema político sério e determinante. Nesta perspectiva, assumir a questão ideológica é outro desafio permanente, por exemplo, a simples referência ao sentido LIBERAL ou ao tema da SOCIAL-DEMOCRACIA. Se a este quadro se associar a lógica de ESQUERDA e DIREITA a discussão está instalada e acentua-se, consoante os diversos pontos de vista e o sentido da relação entre a política e a economia. Não há modelos políticos sem a economia, nem a economia tem sentido sem a ideologia política. No caso do PSD estas são matérias sempre presentes que urge interpretar e determinar para que haja um propósito e orientação política consequente, com uma estratégia conducente à defesa de um MODELO de SOCIEDADE. Quanto ao papel da Concelhia de Lisboa, a sua influência na escolha dos candidatos às Freguesias de Lisboa e envolvimento maior ou menor na escolha da equipa para a autarquia de Lisboa, atribuem-lhe relevo e responsabilidades sérias, também, como exemplo, que deverá ser, para toadas as outras autarquias do país. Foi assim no passado e é relevante que continue se para isso os processos forem dotados de lógica, reconhecimento e qualidade. Os protagonistas agitam-se…

Ponto 2 – António COSTA é um actor político muito experiete que sempre viveu da política e para a política, ao mesmo tempo que é um sobrevivente político dentro da máquina do PS. Quando se reflecte se a política deve ou não respeitar principios e valores, a experiência indica que serão aqueles que são adoptados pelos vencedores e esses variam consoante os interesses e perspectivas. É um bom retrato de A. Costa que já representou todos os papeis, uns e outros num sentido e no seu contrário. Uma coisa é certa quanto esra um agente político desfeito emergiu agarrado a uma «geringonça» que prevalece, ainda hoje. Depois da catástrofe de José Sócrates e do papel nobre desempenhado pelo PSD com uma austeridade que procurou gerir e imposta pelo descalabro socialista, A. Costa emerge como um artista político com uma taxa de aprovação que seria impensável admitir como possível. A sua arrogância conduz a consifderar o PSD como um verbo político em falência e não se coibe de o afirmar “O PSD não conta para nada”. Será mesmo assim!


Ponto 3 – Moçambique é um País em desmoronamento que corre o risco de se desfazer em várias entidades políticas, uma criação do colonialismo português com tudo o que isso representa. A questão da ISLAMIZAÇÃO é outra muito séria. É também incompreensível a fraqueza do País perante a acção dos grupos terroristas, neste caso o papel e interesses globais que envolvem o DAESH.

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1.    A aposta do PSD no centro político e a importância da Concelhia de Lisboa do PSD: A determinação do perfil do eleitorado é ou não relevante para o sucesso eleitoral? Na divisão tradicional entre esquerda e direita o que representa e como se caracteriza o centro? O PSD é um Partido do centro direita, do centro, do centro esquerda, um partido liberal ou um partido social-democrata? Como caracterizar o PSD? A Concelhia de Lisboa do PSD tem ou não relevante papel político na perspectiva das eleições autárquicas? Como resolver a situação ilegal da Concelhia de Lisboa?

2.    António Costa (P.M.), na Assembleia da República, afirma “O PSD não conta para nada neste País”:  Será mesmo verdade que o PSD não conta para nada no quadro da política nacional? Como explicar este descaramento político de A. Costa na desvalorização do PSD? Como foi possível o PSD permitir ao longo de tantos anos a sua desvaorização política? Como é possível A. COSTA garantir, face a tremendas dificuldades de desemprego e destruição económica, que o problema de Portugal não é de AUSTERIDADE mas de saúde pública?

 
3.    MOÇAMBIQUE a Islamização do território e o ataque do DAESH com destruição e morte: O que leva os portugueses a tão grande distanciamento de problemas enormes como os vividos em Moçambique sem que haja uma reflexão política essencial? Qual o significado político da ISLAMIZAÇÃO de Moçambique? Como é possível assistir-se à destruição de um País (frágil) por grupos terroristas internacionais? Quem ganha e quem perde e qual o papel da União Europeia?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 27 de maio de 2020


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 27 de Maio de 2020
Assunto: 304ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),
Esta é a sexta sessão virtual que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 27/Maio/20, pelas 21h30, Compreende a 304.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km
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Ponto 1 – No caso do PSD os seus militantes desde sempre usufruíram e bem de uma grande liberdade de expressão e crítica interna aos seus líderes, muitas vezes com enorme desconforto para os próprios, nomeadamente, por serem adversas aos propósitos políticos de interesse partidário. É uma característica que também ao longo do tempo tem criado situações de elevada tensão, entrando, em algumas situações, no campo dos ataques pessoais. O problema de fundo reside na cultura político-partidária por um lado e pela maior ou menor educação e sentido cívico de muitos militantes, sem sentido de responsabilidade e comportamentos de dignidade. O problema maior reside quando tal ocorre promovido por militantes que ao longo do tempo, porque acederam ao poder e usufruíram de benesses, se entendem dotados de direitos e liberdades que a outros são coartadas ou vilipendiadas por esses mesmos. Neste caso no mínimo há uma total falta de VERGONHA e de saber estar na vida, com laivos de prepotência que passam a vida a encobrir na logica do uso e abuso da hipocrisia que todos vão tolerando. Uma vez um líder eleito no quadro estatutário TODOS os MILITANTES têm o dever de respeito, independentemente das suas discordâncias que devem expressar nos locais próprios. Vejam quantos militantes do PSD que já foram tidos por personalidades estão na PRISÃO ou já por lá passaram. Se analisarmos o seu percurso vamos reconhecer que em muitos casos foram encobertos comportamentos que deveriam desde logo serem segregados. Mas a lógica do poder assenta na HIPOCRISIA!... Vamos deixar que o Presidente do PSD faça o seu percurso e assuma as suas convicções e responsabilidades, foi por isso que foi eleito e façamos o combate à OPOSIÇÃO externa.

Ponto 2 – O modelo político não existe sem ter associado um modelo económico, da mesma forma que uma moeda não existe sem a cara e a coroa. A política é intrinseca à economia, da mesma forma que esta realiza-se suportada na política. Ter mais ou menos ESTADO é uma opção fundamental. Ter mais ou menos empresas públicas ou apostar na economia privada são opções políticas fundamentais. Quando se fala de ESQUERDA ou se fala de DIREITA  pretende-se aduzir à acção dominante do ESTADO ao seu peso de maior ou menos prepotência sobre os cidadãos. O ESTADO é por norma uma agente sem rosto PREPOTENTE que usa a força a pretexto de defender os cidadãos. Uma questão de modelo civilizacional e de respeito pelos cidadãos que devem ser cultos e se possível bem formados. Um problema político profundo. O caso da TAP está no eixo destas reflexões e por isso não obtem consenso, dependente do confronto das forças e interesses com os OCS a esgrimirem a defesa de interesses que só muito tarde se compreendem…


Ponto 3 – A senhora MERKEL vai ficar na história europeia com uma PERSONALIDADE política de primeiro plano. Alguém que numa conjuntura e quadro político estraordinariamente complexo soube nos momentos decisivos fazer os avanços FUNDAMENTAIS. Neste quadro MACRON também compreendeu a importancia da dimensão política. A União EUROPEIS vai ser  uma potencia politica num mundo em busca de novos equilíbris, da civilidade e do respeito humanao. O dinheiro não é tudo porque é um instrumento, mas importante por isso é fundamental saber para que serve e saber utilizá-lo. A civilização ocidental exige para sua defesa como referencia global.
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Prévio ao debate desta sessão sugere-se reflexão, em tempo curto, sobre os tópicos «As declarações sobre a TAP» e «dos 500 mil milhões há dinheiro da EU dado para a economia portuguesa».
Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Ataque público ao Presidente do PSD como factor de LIBERDADE ou de PERTURBAÇÃO: Qual o papel do Presidente do PSD no quadro da dinâmica político-partidária? É ou não natural que o Presidente seja contestado por militantes com diversos pontos de vista? Uma vez eleito no quadro estatutário tem sentido o desgaste permanente do Presidente por parte de militantes que se servem ou serviram o Partido? Tem sentido ataques públicos ao Presidente do PSD?

2.    Intervenção do Governo na economia emprsarial e o exemplo político da TAP: Queremos um modelo de economia centrado no ESTADO ou um modelo político centrado nos cidadãos e forças cívicas? O que é ser social-democrata? O que é ser LIBERAL? O que é ser de centro-direita ou centro-esquerda? O que é ser de DIREITA? O que é ser de ESQUERDA? Reforça-se a economia empresarial ou institui-se o poder das empresas públicas?

3.    MERKEL e MACRON reforçam o eixo Berlim-Paris para uma potencia europeia: Qual o significado e importância do entendimento entre a Alemanha e a França? Qual o papel das 4 principais potencias económicas europeias, Alemanha, França, Itália e Espanha? Tem sentido falar no projecto EUROPEU sem ainclusão do REINO UNIDO? O mundo fica mais seguro ou menos com uma UNIÃO EUROPEIA politicamente fortalecida?  

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 20 de maio de 2020

302ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 20 de Maio de 2020

Assunto: 302ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),
Esta é a terceira sessão virtual que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 20/Maio/20, pelas 21h30, Compreende a 302.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. A situação excepcional que ocorreu leva-nos a repetir a anterior agenda.
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

 https://zoom.us/j/95739492394 ou ID da reunião Número: 957 3949 2394 com a Senha: 6JPSu

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Ponto 1 – A Concelhia de Lisboa deixou de funcionar e de desempenhar o seu papel político, conforme aos estatutos, desde a demissão do seu presidente Paulo Ribeiro. Foi um processo tumultuoso que retrata a confusão instalada na defesa de interesses pessoais, de carreiras políticas e do querer MANDAR em vez de fazer a política nos termos e modos próprios da política com dignidade. A dignidade política é uma coisa esquisita que a hipocrisia abafa e esconde por detrás de afirmações que são o contrário de comportamentos desleais, desestabilizadores e insalubres e que permanecem desde há muitos anos no PSD. Fazer a luta política é das ARTES mais nobres em defesa de interesses naturais e pontos de vista diversos, com visões também diversas da sociedade ou da tomada de decisões para os mesmos objectivos. A questão reside, hoje, no facto de a Concelhia de Lisboa ser ilegal e nada ter ocorrido até ao momento. Esta é a mais relevante Concelhia do País um alvo e um exemplo liderante para a política nacional. Foi assim em muitos momentos políticos para o PSD nacional. Aproximam-se as eleições autárquicas e jogam-se interesse internos e apostas políticas relevantes pata o PSD. Urge reflectir e actuar, antes, porém, compreender e discorrer orientações e procedimentos.

Ponto 2 – Os acontecimentos que sucessivamente têm ocorrido baseados no Ministro das Finanças e Presidente do EUROGRUPO são relevantes para compreender a política caseira, o jogo de interesses e as ambições, naturalmente lícitas. Sem dúvida que a HIPOCRISIA e o seu uso são uma arma avassaladora no fazer a política, no encobtrimento sistematico e diversão sobre factos para encobrir outros. M Centeno tem muito peso político para um não-político profissional. Este facto afronta os interesses e a estrategia pessoal de António Costa, mas não o pode evidenciar com clareza. Está em questão o PODER.o seu uso e objectivos, uns pessoais, porque envolve actores com lógicas próprias, outros de grupos restritos e outros do interesse nacional. A afronta de Costa a Centeno e o apoio de Marcelo a Costa para desgastar ou desmentir Centeno são uma ACTO do teatro da política que tem vários protagonisyas, diversos interesses e a necessidade de ocupar em antecipação espaços políticos. Uma reflexão relevante para descobrir factos da política e dos actores caseiros e com em cada momento se mascaram ou pintam de cores diversas. Bloco de Esquerda e PCP também são intervenientes, neste caso estão a sorrir!  

Ponto 3 – A decisão do Tribunal Federal Alemão de colocar em questão o Tribunal Judicial Europeu é um facto relevante para a União Europeia. Nuna tal tinha ocorrido e bem vistas as coisas encaminha-se o processo ou para enfraquecer definitivamente a coesão e desenvolvimento político da EU ou para o seu reforço. Diremos que face a grandes crises em geral o resultado promove grandes avanços. Vamos ter essa esperança. Cabe também neste cenário questionar sobre qual o papel e grau de intervenção de Angela MERKEL. É um passageiro e mais do que isso um actor principal que ainda nada disse. Vai tomamdo pequenos gestos.  
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Prévio ao debate desta sessão sugere-se reflexão, em tempo curto, sobre os tópicos «A questão dos subsídios à imprensa», «Coligação Marcelo vs Costa», «Candidaturas presenciais» e «Apoios da CEE». Pretende-se desta forma prévia colocar questões ligeiras da política para agitar o pensamento político.

Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Importância das eleições para a Concelhia de Lisboa e o papel da C.P. Distrital: As eleições para a Concelhia de Lisboa (totalmente incumpridas) têm ou não interesse para os militantes de Lisboa? No âmbito dos Estatutos como é possível uma Concelhia (qualquer que fosse) mas neste caso a mais relevante em termos políticos do País não funcionar ou permanecer na ilegalidade? Qual o papel e responsabilidade da C.P. Distrital de Lisboa neste processo disfuncional para o PSD da Concelhia de Lisboa?

2.    O caso Mário Centeno, o papel de A. Costa e a política de Marcelo Rebelo de Sousa: O que leva M. Centeno a afrontar António Costa e a considerá-lo irresponsável? Qual a razão ou razões por que MRS em defesa de Costa ataca Mario Centeno? Há alguma relação com o aproximar das eleições Presidenciais?

3.    Tribunal Federal Alemão pressiona ou «desautoriza» o TJE, para domesticar a União Europeia: Qual a verdadeira diomensão política da afronta realizada pelo TFA ao Tribunal Judicial Europeu? O que é que está em causa e implícito nesta tomada de posição judicial que é política? Qual a posição de MERKEL neste processo?  
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 13 de maio de 2020

301ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 13 de Maio de 2020
Assunto: 301ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),
Esta é a terceira sessão virtual que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 13/Maio/20, pelas 21h30, Compreende a 301.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. A situação excepcional que ocorreu leva-nos a repetir a anterior agenda.
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

 https://zoom.us/j/95739492394 ou ID da reunião com o número: 957 3949 2394

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Ponto 1 – Rui Rio vai caminhando na política interna do PSD, alargando silêncios em certos períodos e realizando intervenções em outros períodos. Tanto nos silêncios como nas suas intervenções os militantes por um lado e parto dos portugueses por outra não ficam indiferentes. Por razões diversas procuram compreender e interpretar os seus comportamentos, uns para verificar fraquezas, outros para assegurarem forças e orientações. Uns desejam que enfraqueça outros anseiam para que se fortaleça na política partidária e consequentemente na política do País. É muito interessante verificar os diferentes argumentos e pontos de vista e como podemos ser tão diferentes nas interpretações. Naturalmente, muitas dessas avaliações não são isentas, associam-se a interesses pessoais ou de grupos num sentido ou em outro. De qualquer forma o relevante reside em verificar a defesa do interesse da comunidade, da justeza das propostas e da confiabilidade percebida. Se a sua atitude e comportamentos são positivos para o interesse da sociedade portuguesa, em defesa de um MODELO de SOCIEDADE LIVRE, solidária, respeitadora e potenciadora das qualidades dos portugueses. O contraponto é o líder da oposição, chefe do PS conotado fortemente como um dissimulado. Por isso a importância da intensidade do fazer a política! 

Ponto 2 – Pedro Nuno Santos tem ganho destaque político no governo de COSTA pelas suas posições agressivas, defensoras e intransigentes do poder do ESTADO, a par da afronta permanente a quem pensa diferente, mesmo dentro do seu próprio partido, o que é natural, habituado ao monolitismo. Por sua vez, COSTA dissimula em todos os momentos, ou em quase todos: Por vezes o seu comportamento salta dos carris e foge do discusro redondo, suave e enganoso. A mentira é uma arma avassaladora assumida com suavidade e com a maior naturalidade. Na prática, no que respeita ao mais profundo dos comportamentos Pedro N. Santos e António Costa são diferentes no que diz respeito à intensidade das apostas e forma das realizar, noutros muitos pontos são iguais com caminhos diferentes. Mas, também apresentam pontos de vistas com algumas diferenças quanto ao modelo de sociedade. Neste Costa é mais aberto a uma sociedade com graus de liberdade e solidario. Pedro N. Santos é mais radical, mas ambos se entendem porque nas diferenças complementam interesses que asseguram a hegemonia do Partido Socialista na sociedade portuguesa em confronto permanente e duro com o PSD.


Ponto 3 – A apresentação da demissão do governo por parte de MORO confronta o presidente BOLSONARO de forma profunda, por várias razões importantes analisar. As razões que suportam este confronto são profundas e retratam a estrutura da sociedade política e social brasileira. Neste quadro actual esgrimem-se argumentos e dissimulam-se informações para construir uma narrativa política diversa. A sua compreensão e uso dos mecanismos é um bom exercício para entender a perversidade da política. Entretanto, 52% acreditam que Moro diz mais a verdade e 20% acreditam em Bolsonaro.

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Prévio ao debate que formata a sessão sugere-se reflexão, em tempo curto, sobre os tópicos (proposta por A. Alvim) «O gigantismo e o absolutismo do Estado Providência paralisa o Estado e favorece a corrupção e a iniquidade. É defendido por interesses instalados que se autoprotegem e autojustificam através da propaganda de mitos falsos contra-atacando a livre iniciativa e a competição». 


Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    RUI RIO é correcto e sério, mas não tem poder político para confrontar o dissimulado Costa: Tem sentido admitir que Rui Rio está disponível para apoiar o governo de Costa? Ou seja, tem sentido apostar no CENTRÃO? Os portugueses pensam realmente que Rui Rio é sério e determinado como pessoa? Se houvesse novas eleições internas no PSD Rui Rio teria fortes probabilidades de voltar a ganhar ou não?

2.    PS (Costa & PNSantos) aposta em escravizar as PESSOAS, obrigando-as a dependerem do ESTADO: Sendo PNSantos um defensor agressivo do poder do ESTADO na sociedade portuguesa e contra a iniciativa privada, o que leva Costa a silenciar o seu apoio? AQ atitude contundente e afrontosa para com os portugueses é do interesse pessoal de COSTA ou não e porquê?

3.    O caso político no BRASIL de demissão de Sérgio Moro versus Jair Bolsonaro: Tendo sido MORO um forte apoiante de Bolsonaro, que situaçãopolítica grave levou a esta profunda dissidência? Quem é e o que representa Bolsonaro? Nos ataques e na exposição pública pessoal quem falou mais a verdade foi Sergio Moro ou Jair Bolsonaro?  

Saudações social-democratas,

quarta-feira, 29 de abril de 2020

300ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 29 de Abril de 2020
Assunto: 300ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),
Esta é a terceira sessão virtual que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 29/Abril/20, pelas 21h30, Compreende a 300.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:
 https://zoom.us/j/95739492394 ou ID da reunião com o número: 957 3949 2394
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Ponto 1 – Rui Rio desde que se candidatou a Presidente do PSD enfrentou, naturalmente, interesses instituídos dentro do PSD. Tem sido confrontado, por diversas razões, na senda da tradição, qualquer que seja o presidente. O PSD, desde os anos de 1995, não tem conseguido afirmar-se na senda governativa, com o mínimo de estabilidade. Deve-se ao facto de o Partido Socialista, na medida em que tomou conta do CENTRÃO, tudo ter feito para secundarizar e destruir o PSD. Para isso, tem tido o apoio de muitos dos seus militantes, com serias responsabilidades, preocupados essencialmente em defender interesses individuais e de grupos restritos. Estes políticos ou agentes são bem conhecidos, em especial pela sua pouca vergonha e muita agressividade. Rui Rio aparenta estar fora desses acordos. A sua personalidade e comportamento indiciam dificuldades de controlo e isso representa uma ameaça para vários desses interesses instalados, que sucessivamente têm vindo a ser identificados. Contudo, é necessário ir muito mais longe e actuar com firmeza, coragem e apoios. Rui Rio aparenta, também, ser um osso duro de roer, na senda do caminho que diferencia o PSD e a Social Democracia ao serviço de uma sociedade personalista e humanista, defensora e intransigente da iniciativa PRIVADA.

Ponto 2 – Para quem reside na POLÍTICA quererem fazer crer que o PSD será apoiante coligado de um governo Socialista, como alguem referia ver RIO como VICE de Costa, provoca arrepios por indiciar tratar-se de um cenário toxico, traiçoeiro, manhoso, enganoso e vil pelo que representa e significa. ENGANAR é a aptidão seguida por todos aqueles que sucessivamente em cada momento escondem as suas agendas pessoais e designios e este comportamento tem sido o seguido por varios ou muitos. O país vive um momento ímpar da sua história, encerrado numa crise terrível de cujos efeitos verdadeiramente teremos conhecimento real nos próximos tempos, com níveis de desemprego assustadores e parte importante da população a passar fome. Se Porutgal não for apoiado pela EU vai ser um desastre, basta pensar na DIVIDA Soberana e no ENDIVIDAMENTO. Neste quadro, por designio nacional de força maior, seria natural que o PSD não fosse a força política que instituisse maior sofrimento aos portugueses como semptre foi o comportamento do Partido Socialista. Um acordo de incidência Parlamentar seria uma solução, mantendo as mãos limpas.


Ponto 3 – A Europa forçosamente vai encontrar uma solução de FINANCIAMENTO dos países para vencer esta crise avassaladora onde se jogam interesses geoestratégicos, num confronto sem precedentes entre o ocidente (USA e EU) e o oriente (China). O mundo nunca mais vai ser igual após o COVID-19. A RUSSIA espreita, encobrindo a sua fraqueza, numa demonstração de força que não tem, por isso grita ameaças sucessivas. A INDIA, por sua vez, ainda não se fez sentir, mas virá o seu tempo. Sem dúvida, a CHINA é portadora de uma estratégia silenciosa, persistente, determinada e assutadora como potência militar e económica, de regime único, capacitada para esmagar quem se oponha. A civilização ocidental está em causa, mais uma vez, na história da humanidade, mas será vencedora, porque a LIBERDADE, mesmo cerceada num certo prazo, será sempre VENCEDORA.

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Prévio ao debate que formata a sessão sugere-se reflexão, em tempo curto, sobre os tópicos «Estado Social e legítimas aspirações dos cidadãos» e «Estado Previdência (dever) e Estado Providência (realização)».
Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Significado político do silêncio aparente de contestação interna a RUI RIO: O que está a ocorrer depois de tão forte contestação a Rui Rio? É verdade que Rui Rio se prepara para ser VICE de Antonio Costa? Tem ou não sentido Rui Rio, através de opções ponderadas e determinadas, preparar-se para realmente ser o próximo Primeiro Ministro? Se RIO dispuser condições para ser o próximo P.-M. quem tem realmente a perder?

2.    Solução política de GOVERNO de acordo em coligação maioritária ou de apoio Parlamentar: É viável em Portugal um governo sem acordo de maioria Parlamentar? Será que o PSD admite um acordo estável de governo do PS? Ou tem sentido, em alternativa, num quadro político de defesa do interesse extraordinário do PAÍS, que o PSD no limite aceite um acordo de incidência Parlamentar para matérias essenciais da governação? Esta atitude como hipótese é um acto de DIGNIDADE ou politicamente um acto abominável do maior partido da oposição?

3.    FINANCIAMENTO “simétrico” aos países EUROPEUS via subvenção ou endividamento: Como se irá concretizar o FINANCIAMENTO aos países europeus neste quadro de crise secular (cisne negro) em que se vive? A UNIÃO EUROPEIA aproveita esta crise ou não para dar um grande passo em frente no sentido do PROJECTO POLÌTICO EUROPEU? Percebe-se ou não que qualquer que seja o país europeu, no quadro dos interesses geoestratégicos, só consegue emergir como potencia económica e política se a União Europeia se realizar e alguém tem dúvidas? Percebe-se ou não que a EU é uma das três potencias económicas o que exige ser também potencia política e militar no quadro dos imperios mundiais? A ser assim, além das questões di financiamente percebe-se que a EU tem de apostar forte numa política orçamental, política FISCAL e política de DEFESA?  

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 22 de abril de 2020

299ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 22 de Abril de 2020
Assunto: 299ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM  

Caro(a) companheiro(a),
Esta é a primeira sessão que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 22/Abril/20, pelas 21h30, Compreende a 299.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. 
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:
 https://zoom.us/j/95739492394 ou ID da reunião com o número: 957 3949 2394
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Ponto 1 – COVID-19 levantou várias crises e não apenas a identificada com o vírus propriamente dito. A questão do vírus em si associa-se a epidemias ou pandemias, com implicações sérias na saúde dos cidadãos, quaisquer que sejam e onde se localizem. Está em questão o desafio entre a vida e a morte. As outras crises não são de importância menor. Implicam também a salvaguarda de condições de desenvolvimento ou a destruição de cidadãos, famílias ou sociedades. A destruição é económica e social e envolve o fazer a POLÍTICA. Cada cidadão luta ao longo da sua existência para salvaguardar a sua vida com saúde e desenvolver capacidades para enfrentar desafios e, ao mesmo tempo, obter as melhores condições económicas que assegurem o acesso a bens que se repartem e são apoderados por quem em termos relativos possui bens ou valores. Para isso exerce uma actividade, por exemplo, trabalha numa empresa ou organização.  A posse ou acesso a valores confere PODER e o seu exercício. Os PARTIDOS políticos distinguem os seus modelos consoante defendem mais o ESTADO ou mais a iniciativa individual. PSD marca uma diferença fundamental, pois sendo um partido humanista, personalista e social privilegia o equilíbrio entre a realização do indivíduo em liberdade e assegura as condições mínimas para que disponha de condições de dignidade humana. COVID-19 agitou os modelos políticos, logo agitou equilíbrios e egoísmos que podem ser fatais. 
   

Ponto 2 – A determinação do estado de EMERGÊNCIA pelo Presidente da República, pela terceira vez, repetindo períodos de duas semanas, pressionando as pessoas para o confinamento em suas casas, com várias restrições para circular na via pública levanta sérias reservas a muitos cidadãos que apreendem as comemorações do 25 de Abril e do 1.º de Maio como dispensáveis, por razões de força maior, muito embora a sua importância simbólica e significado. As manifestações em lugares públicos autorizados contraria todo um esforço empreendido para o confinamento, por razões que visam limitar as relações e contactos pessoais evitando tentações ou descuidos com reflexos em qualquer cidadão, sem que disso se aperceba, muito embora os cuidados. Está levantada a polémica, com duas perspectivas diversas, por um lado, aqueles que defendem o confinanmento sem reservas e com o maximo de precauções ou desligados da política ou com posições políticas ‘extremas’ e outros que condescendem por neste particular porque são fortes defensores do simbolico a acção política impondo a diferença a todos os outros diversos. A condição IDEOLÓGICA é superveniente e a luta política permanente e sem reservas!    

Ponto 3 – Numa perspectiva global e geoestratégica o COVID-19 é um virus muito apropriado que apareceu ‘ocasionalmente’ e se desenvolveu por erros cometidos ou descuidos ou que apareceu porque algo estava para ocorrer com propósitos escondidos, muito embora possa considerar-se, ou não, que fugiu de controlo. Há uma realidade fria que mostra que o poder imperial que sucessivamente evolui no quadro e domínio da politica, através do uso e no exercicio da força no MUNDO, não é condescendente nem dispõe de sentimentos ou emoções. A força é para usar. Porém, algumas potencias orientam num sentido outras em outro diverso. O confronto entre USA e CHINA é uma realidade fria com a União Europeia a assistir quebrada pelos rins. COVID-19 é um instrumento oportuno.   

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Dimensão política do PSD em defesa e acesso aos dados privados, provocada pelo COVID-19: Como salvaguardar os dados privados dos cidadãos quando o ESTADO, ENTIDADES e várias EMPRESAS possuem o acesso ‘livre’? Tem sentido prático e importância o ESTADO ameaçar com legislação e penalizações? Qual o preço pago pelos cidadãos de primeira e os cidadãos de segunda e os cidadãos de terceira e os cidadãos servidores / escravos? Quem verdadeiramente domina o ESTADO, cidadãos de primeira? Em que espetro de domínio relativo e VALORES se enquadro o PSD? COVID-19 abriu a caixa de pandora ou já estava em progresso?

2.    Comemoração polémica do 25 ABRIL e 1º MAIO em confinamento e estado de EMERGÊNCIA: A LIBERDADE é ou não o valor maior para qualquer que seja o cidadão? Será que reconhecemos o que representa a dimensão e importância da liberdade? A exigência de confinamento reafirmada com o estado de EMERGÊNCIA colide com as comemorações do 25 ABRIL e do 1.º de MAIO? Reconhece a afirmação «É a POLÍTICA estúpido»! Sendo para o PSD a LIBERDADE um valor maior, neste quadro, como proceder face a datas cheias de política e IDEOLOGIAS?

3.    COVID-19 de agente para a afirmação imperial da CHINA a agente provocador dos USA: COVID-19 é ou não um vírus intencional e estrategicamente assumido como imperial? COVID-19 foi ou não um vírus ‘amigável’ com propósitos de enfraquecimento dos USA e desmembramento da EU?  
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

segunda-feira, 13 de abril de 2020


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 15 de Abril de 2020

Assunto: 298ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),
Esta é a primeira sessão que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 15/Abril/20, pelas 21h30, Compreende a 298.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:
 https://zoom.us/j/95739492394 ou ID da reunião com o número: 957 3949 2394

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Ponto 1 – Qualquer que seja o líder partidário a sua afirmação em Partidos democráticos é correntemente contestada, desafiada e exigente. Não é plausível que haja aceitação unanime, salvo em situações excepcionais. Ora, a situação de RUI RIO também não é diferente. A questão reside, no quadro dos muitos interesses em jogo e dos equilíbrios cúmplices, saber se a sua política é a mais adequada para o desenvolvimento e afirmação política do Partido como força que disputa o PODER. Chega-se a líder porque se disputa o poder decorrente de um percurso político conhecido (ex., Durão Barroso ou Rui Rio) e neste caso há sempre forte oposição interna ou chega-se a líder fruto de acção ocasional e especial (ex,. Cavaco Silva) e neste caso assiste-se a período silencioso para compreender o personagem. Depois afirma-se ou não, mas tem um tempo próprio e pacificado. RUI RIO optou por só fazer oposição a António Costa quando entendesse ser o tempo certo, na causa oportuna e forma adequada. Uma forma muito própria de fazer a política, contrária a outros que consoante as ondas de contestação interna se vão adaptando em busca de desgastar essa oposição interna à espera da oportunidade e do momento político. Rui RIO está a ser referido como exemplo pelo governo de ESPANHA e outros governos europeus. Veremos o que vai acontecer, se a sua opção estratégica de acesso ao PODER é a mais adequada. A oposição interna está ansiosa e nervosa. Um dos seus pilares reside na seriedade e frontalidade. 

Ponto 2 – COVID 19 é uma pandemia terrífica que só terá solução verdadeiramente quando se descobrir uma VACINA. Até lá vai ser uma saga onde o vírus se afirma por vagas. Ainda estamos na primeira vaga, depois virá a segunda e depois logo se vê. O problema ainda mais terrível reside em saber como colocar a ECONOMIA a funcionar depois da paragem abrupta e compreender que o DESEMPREGO vai levar para a míséria muitas centenas de milhares de cidadãos, em Portugal. Pessoas com FOME, pessoas a morrer sem assistencia, FAMÍLIAS inteiras perdidas e desesperadas. No final a história económica ensina que quem resistir vai ficar melhor e a sociedade fará um novo e importante incremento. A desgraça reside em todos aqueles que vão ser destruídos para sempre! Como fazer para reduzir estes estragos?

Ponto 3 – A União Europeia vive outro momento capital na sua história, desde que foi fundada para responder a problemas económicos fundamentais que resultaram da segunda grande guerra (1939-45). Esta pandemia COVID-19 é uma guerra simétrica, pois envolve todos de igual modo. Todos contra um inimigo comum desconhecido. Um momento «fantástico» da história moderna dos últimos cem anos. A questão reside em saber se a EU se fortalece como União económica e política ou se sossobra. No final vai ser o REINO UNIDO quem vai trazer o cimento que fortalece a EU, depois de deixarem cair o famigerado BREXIT. Não há EUROPA sem Reino UNIDO, que por sua vez caminha para o seu desmoronamento faseado, o que não irá ocorrer porque há valores maiores e esses têm a ver com o seu papel na recosntrução e impulso político para a UNIÃO EUROPEIA. O teatro está a decorrer e em cena ainda o primeiro acto.
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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:
1.    Estratégia de poder de RUI RIO envolve e confronta Ant.º Costa, no contexto da COVID-19: Tem sentido Rui RIO não afrontar o Governo (Ant.º Costa) neste momento de crise terrífica? A estratégia envolvente e diferenciadora de RUI RIO, enaltecida na EU, face a Ant.º Costa é a mais adequada como maior partido de oposição? Para a oposição interna a Rui RIO esta estratégia de compreensão face ao governo do PS tem sentido? Afinal, em que ficamos deve apoiar-se ou combater o governo nesta crise terrífica?

2.    Efeito económico terrífico da pandemia CORONAVÍRUS, destruição e desenvolvimento: Compreendemos ou não que o problema da pandemia só se resolve, na prática, com a descoberta e aplicação de uma VACINA? Se não há, entretanto, uma vacina como lidar com a pandemia COVID-19, para assegurar a vida em sociedade? Como relançar a economia depois da sua paragem a nível mundial? Alguém já reflectiu seriamente sobre o nível de desemprego e miséria social dentro de poucos meses? Será ou não relevante o modelo social democrata como solução mais adequada para enfrentar o horror da crise? Já compreenderam que, outra vez, o PSD vai ser o obreiro para uma solução em Portugal?

3.    UNIÃO EUROPEIA confronta-se com COVID-19, que se fortalece ou se destrói: Sabe que a EU se consolida e evolui em reacção a cada crise? Será que está chegado o momento de acertar a política fiscal comum e a política monetária comum? Qual o modelo político mais adequado a adoptar pela União Europeia?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício