terça-feira, 26 de novembro de 2019

285ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 27 de Novembro de 2019
Assunto: 285ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 27/Novembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 285.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1 – O CONGRESSO do PSD desde sempre até à institucionalização das eleições directas para o Presidente representou a expressão maior da disputa política, intervenção de múltiplos actores políticos em defesa das suas ideias e um lugar de confronto dessas ideias que se congregava nos acordos para a eleição do LÍDER? Este era o momento maior do CONGRESSO, o que todos esperavam. Era fervilhante, envolvente, intenso e mobilizador participar nos jogos de acordo e desacordo para a escolha e apoio dos diferentes candidatos que depois eram votados no CONGRESSO. O período de espera dos RESULTADOS eleitorais era único. Quase que justificava todo o CONGRESSO, o que não era verdade. O Congresso representava a disputa de interesses e a oportunidade de mobilização de todo o PSD através das televisões e da intervenção dos PROTAGONISTAS. A institucionalização das eleições directas fora do momento da realização do CONGRESSO acabou, no essencial, com o climax político no PSD. A par de o PSD ter acabado com as SECÇÕES o que tem ocorrido é a total desmobilização do PSD, a perda de MILITANTES e da MILITÂNCIA, com os resultados desastrosos que se conhecem, espelhado nos resultados autárquicos. A institucionalização da eleição do LÍDER para o momento do CONGRESSO é fundamental, mantendo as directas. Um problema que demora a ser discutido.

Ponto 2 – A semana passada teve lugar a maior manifestação até ao momento promovida pelas força de segurança frente ao Parlamento justificada nas reinvidicações salariais e de condições de trabalho, sejam instalações, equipamentos (viaturas e outros) e outras. Foi uma manifestação pacífica e isso foi positivo. O problema maior reside em tornar-se um hábito este tipo de manifestações que coloca reinvindicações de colegas face a colegas que no momento são recrutados para proteger contra os próprios colegas. Algo está muito errado e não se compreende a postura do Governo em sustentar condições de indignidade. Leva a pensar que tudo isto obedece a uma ESTRATÉGIA de desestabilização da sociedade portuguesa na qual colabora este governo e a extrema esquerda. A extrema esquerda quer instituir um regime de limitação e termo das LIBERDADES para o que usa o ESTADO e todos os meios ao seu alcance. Os portugueses deveriam entender os movimentos telúricos que alimentam estas forças. Ao mesmo tempo os líderes das forças de segurança expressaram uma ideologia política e apoiaram-se ou estimularam fortes relações neste caso com a extrema direita imberbe, por enquanto. Pobre País!

Ponto 3 A crise violenta e política que subsiste em HONG KONG deveria levar todos a pensar as razões de fundo que justificam estes movimentos sociais e políticos e a sua importância. Nada é mais relevante na vida do que a LIBERDADE de escolha e liberdade de pensamento. Se pensarmos que a CHINA tem em curso um processo de domínio do pensamento e vontade dos cidadãos, baseada na força ditatorial de um partido que domina em absoluto o Estado Chinês, todos devemos estar muito preocupados. A CHINA é o Único país no mundo que nenhum outro ou coligação de países consegue influenciar se a sua vontade e determinação for diversa. MAO TSE TUNG está presente com o seu livrinho vermelho. O mundo está ameaçado.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Preocupações profundas sobre a perda de importância política dos CONGRESSOS do PSD: Os Congressos do PSD têm ou não perdido importância política? De forma abrangente qual é verdadeiramente o objectivo do Congresso? O CONGRESSO é ou não o momento maior da vida do PSD onde se expressam ideias, se debatem temas, se confrontam estratégias e onde se exerce a influência do poder interno e conhecem mais detalhadamente protagonistas? A escolha do PRESIDENTE do PSD em Directas desligado do momento da realização do Congresso dá força ou retira força ao PSD?

2.    A manifestação das forças de segurança no Parlamento desafia o governo e a sociedade: Como interpretar a situação de segurança do país com as forças de segurança em manifestação de confronto hostil com o Governo? A manifestação das forças de segurança (PSP, GNR…) são ou não expressão de forças políticas antagónicas da sociedade e isso é bom ou mau? O que se passa e o que justifica verdadeiramente a situação de conflito e de manifestação das forças de Segurança? 

3.    A crise em HONG KONG o ‘Big Data’ (controlo de privacidade) na CHINA e a ordem mundial: O que representa em termos internacionais HONG KONG e justifica o estado de violência política e destruição nos últimos seis meses? Sendo a CHINA um Estado ditatorial quais as razões por que o governo chinês, muito embora diversos ensaisos, ainda não interviu violentamente em Hong Kong? Alguém seriamente já reflectiu verdadeiramente sobre o  sistema político e a intervenção violenta em países vizinhos com diferentes civilizações? O que nos espera a TODOS, proximamente?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

284ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 20 de Novembro de 2019
Assunto: 284ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 20/Novembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 284.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1No dia 11/1/20 vão ter lugar as eleições directas para a liderança do PSD. As eleições são sempre momentos relevantes, nomeadamente, para o PSD por que mobilizam os militantes e conferem-lhe dos RAROS momentos e OPORTUNIDADES para reflectir conjuntamente sobre o Partido, a Política e os múltiplos interesses que suportam o Partido Social Democrata. Reúne militantes de todo o país, que cada vezse conhecem menos, nunca se encontraram e não sabem o que outros companheiros pensam. O problema da REORGANIZAÇÃO INTERNA do PSD é crucial que ocorra e essa foi uma relevante ESPERANÇA concedida a RUI RIO. Até hoje pouco se viu, mais que não fosse a alteração do pagamento de QUOTAS. Foi simbolicamente relevante, mas muito pouco para o muito que há a fazer. Se o PSD não dispuser de condições para alargar a sua militância de forma saudável irá continuar a definhar. Os resultados autárquicos ocorridos foram um DESCALABRO, mas ninguém «pagou» essa factura. Sem se pagar o justo preço e sem um mínimo de responsabilidade num quadro democrático e justo o PSD estará condenado à sua substituição com Partido dos portugueses que representa verdadeiramente a complexidade deste PORTUGAL. Os três candidatos têm perfis completamente diferentes. Será que é mais uma oportunidade perdida ou destes três candidatos a ESPERANÇA pode ser uma saída? É um tema de grande e funda discussão.   

Ponto 2A deslocação de três Secretarias de Estado para Bragança, Guarda e Castelo Branco são uma medida da mais genuína DEMAGOGIA. Já santana Lopes nos seus momentos de criatividade teve essa ousadia demagógica e viu-se no que deu. António COSTA percebeu que o seu eleitorado da classe média baixa e desfavorecidos que pouco tempo e posses têm para pensar e compreender este tipo de política reageam pelo que se diz e sem compreender a demagogia. Está em curso um processo de fixação de eleitores para uma m aioria eleitoral. Os votos da classe média baixa e desfavorecidos vale igual a qualquer outro cidadão e isso é bom, mas com a demagogia instalada este PORTUAL não consegue emergir. Uma infelicidade por isso somos o quarto país mais pobre da EU. A descentralização realiza-se localizando os centros de poder e não arranjar cosmeticas para ganhar votos. Costa é muito hábil e o PSD não consegue reagir, mas tem de saber fazê-lo com CAUSAS fracturantes ao aencontro dos cidadãos que também são eleitores e fazer com que a sua vida realmentye melhore.

Ponto 3 As TIRANIAS estão a caminho de entrar e pela porta grande na União Europeia e atravessa a EUROPA. É um dos problemas mais sérios a enfrentar, mas para isso era necessário que a União Europeia e as suas instituições se qualificassem com cidadãos capacitados para compreender e defender a IDENTIDADE e a CULTURA CIVILIZACIONAL da EUROPA. A IGREJA CATÓLICA e este PAPA estão muito preocupados, intervêm sucessivamentye , mas sem resultados. É uma infelicidade por que no exterior da EUROPA há forças poderosas que querem e lutam por destruir a civilização ocidental, com TRUMP e os USA a ajudarem. Outra reflexão profunda e estruturante.  

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Relevância dos candidatos e das eleições directas para a liderança do PSD: Verdadeiramente, qual o impacte das eleições directas no PSD, dia 11/1/20? Por que não se realizam as eleições directas no PSD para a liderança no dia do CONGRESSO? Já verificou que os 3 candidatos. Rui Rio, Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz – têm PERFIL e perspectivas muito diferentes? Qual o candidato ideal para liderar o PSD neste actual contexto político?

2.   Secretarias de ESTADO para o INTERIOR do país são demagogia eleitoral de Costa: Tem sentido DESLOCAR três Secretarias de Estado para Bragança (1), Guarda (1) e Castelo Branco (1)? Deslocalizar o poder político para o INTERIOR é criar dificuldades aos cidadãos ou deslocalizar verdadeiramente o MINISTÁRIO? Qual a razão substantiva que leva A. COSTA a brincar às deslocalizações e com os cidadãos? O que leva os PORTUGUESES a aceitar este tipo de decisão conflituosa, onerosa e aviltante sem reagir? 


3.   Adulteração da cultura e identidade da EUROPA são caminho para a TIRANIA: Quem realmente jãparou para pensar sobre o caminho político em curso na EUROPA? Será que os cidadãos não compreendem estar em curso um processo de adulteração da cultura civilizacional e identidade da EUROPA? Que forças se movimentam de forma racional e intensa para descaracterizar a EUROPA? Estamos mais uma vez preparados para viver em sistemas tirânicos?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

283ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 13 de Novembro de 2019
Assunto: 283ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 13/Novembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 283.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1  A lista encabeçada por Ângelo Pereira (1.448 votos) para a distrital de Lisboa do PSD ganhou com 82% dos votos, face a lista de Sofia Rocha (312 votos) que obteve 18%. Em Lisboa só votaram 619 pessoas para a distrital, menos de metade dos votantes de 2017 e menos de metade dos 1395 inscritos. Do universo de 12.700 militantes activos, apenas tinham as quotas em dia 3.708 e votaram 1.888. Duas listas para delegados à AML a lista L perdeu por 108 votos face à lista A que foi afecta a Ângelo Pereira, numa proporção de 59% dos votos (355) contra 41% da lista L do ex-presidente da concelhia Paulo Ribeiro (245). A questão de fundo reside nas orientações e políticas desenvolvidas pela Distrital de Lisboa, agora com novos dirigentes e experientes. A questão da MILITÂNCIA é um problema estrutural que não se resolve com medidas pontuais ou de intenção mas com decisões de fundo para que seja dados aos militantes a possibilidade de se envolverem na discussão da política e a oportunidade de se conhecerem, o que só ocorre em ambientes de debate político. É para isso também ou sobretudo que existem os partidos políticos. Neste caso o PSD foi grande e decisivo no período em que no seu seio ocorriam grandes e permanentes debates entre MILITANTES sendo esta uma das formas para o exercício da militância e não somente o seu uso para os momentos eleitorais. Todos os que estão envolvidos na política há largo tempo sabem do que se está a falar, mas muitos não querem que essa discussão ocorra, porque representa uma perda de poder de exércitos combatentes unimodal.

Ponto 2O novo governo minoritário do PS tomou posse no dia 26/10/19, muito recente. A. Costa optou por nomear 52 Secretários de Estado e 17 Ministros mais o PM. O grande problema não reside em discutir se o governo é grande ou pequeno, sabendo que os sistemas de dimensão mais reduzida são mais funcionais (eficiência), mas compreender que este governo tem um objectivo estratégico o que acentuar a sua preponderància e domínio sobre a sociedade portuguesa. A sua estratégia assenta em satisfazer a classe baisxa e mais necessitada distribuindo algumas benesses que nunca lhe resolverão os problemas mas criando essa ilusão para que fiquem agradecidos ao PS e desta forma o Partido Socialista alargar a sua base eleitoral e fazer a sua fixação. Paralelamente o PS luta por todos os meios para dominar O ESTADO para ocupar os seus exércitos de militantes e fidelizá-los, ao mesmo tempo dispor do instrumento fiscal para «sacar» através dos impostos o rendimento das classes de iniciativa e empreendedora da clasee média e média superior, acentuando ameaças implícitas se não se portarem bem. É uma tenaz que só o PSD pode atenuar e vencer dando liberdade à economia REAL para se desenvolver e através da criação de riqueza fazer a distribuição social. Trata-se dce um confronto político decisivo e o PSD o único partico com capacidade para inverter o estado das coisas, Por isso os trotskistas do BE e os comunistas do PCP aliarem-se ao PS. Um drama nacional e um tremendo desafio para o PSD.

Ponto 3 Os resultados das eleições em Espanha que ocorreram este fim de semana (10/11/19) são a continuação para pior de um desastre económico e político conducente à ingovernabilidade que afecta muito PORTUGAL. A compreensão da política em ESPANHA e da situação envolvendo o País BASCO e especialmente a CATALUNHA é relevante reflectir.
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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Resultado das eleições para os órgãos da Distrital de Lisboa: Quais vão ser as novas políticas e orientações da Distrital de Lisboa? O resultado eleitoral obtido pela lista vencedora (à qual se dá os parabéns) vão mobilizar os militantes e a militância? Qual vai ser a posição da Distrital face à constituição dos NÚCLEOS em Lisboa? A Distrital vai ou não promover a admissão de novos militantes? Quais são as medidas que vão determinar para envolver e mobilizar os militantes?

2.    Novo governo minoritário do PS para uma ‘curta’ política: O governo minoritário do PS saído das recentes eleições vai ter capacidade para concretizar a legislatura? O que leva A. COSTA a decidir formar o maior governo da história da quarta República, com 70 governantes? Será que este governo ao actuar no forte aumento do ordenado mínimo não está essencialmente em busca de apoio POPULAR? O desenvolvimento do País faz-se distribuindo mais dinheiro ou apoiando as EMPRESAS e dando condições à CLASSE MÉDIA? É ou não demagógica esta opção pela ‘curta’ política? Estamos ou não face a um governo populista apostado em eleições intercalares?   

3.    Resultado eleitoral de legislativas (4.ª tentativa) em Espanha complicam mais a governabilidade: Será que temos a noção de a política em Espanha afectar fortemente a economia portuguesa? A quem interessa a INgovernabilidade de Espanha? Quem são estes actuais personagens políticos espanhóis? Que experiência acumulam da política e da vida real das pessoas comuns? Será que um dos problemas mais graves a que se assiste hoje tem ou não a ver com a profunda IMPREPARAÇÃO e conhecimento da vida des actuais políticos?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

282ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-política

Lisboa, 6 de novembro de 2019
Assunto: 282ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 6/novembro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 282.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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É convidado MIGUEL MORGADO (45 anos). Este ex-deputado foi assessor político do ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. Afirmou, “Não me defino ideologicamente porque a ideologia é uma patologia”. Vamos ouvir e discutir. O tema a proposto é o seguinte:

TEMA
«A Política Nacional  e as dificuldades internas do PSD »



Quem é Miguel Morgado?
R: Ex-deputado e líder do movimento “Nascidos a 5 de julho”, inspirado na AD de Sá Carneiro, que se apresenta com o objetivo de “refundar” a “família não socialista”. Professor Universitário, de nome completo Miguel Ferreira Morgado, nasceu em 18 de Julho de 1974, é Doutorado em Ciência Política.

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Propõem-se, para esta semana, as questões seguintes:

1.    A Política Nacional e o sistema político português: O que é a política e a quem serve? O que representa falar de política nacional? Os partidos políticos existentes respondem e representam as expectativas de cada cidadão e reflectem a sociedade? Deve ou não se alterar o actual «Sistema partidário»? 

2.    Participação dos cidadãos na Política: O que leva os cidadãos a não querem saber da política, dos políticos e dos partidos políticos? Entende que a participação dos cidadãos nos actos eleitorais deve ou não ser obrigatória? O que leva à profunda insatisfação dos cidadãos face à classe política? Será que a insatisfação dos cidadãos é referente aos políticos como indivíduos ou face à incapacidade do sistema político responder às necessidades da sociedade?

3.    O PSD em atribulados confrontos internos: O PSD dispõe ou não de ideologia? A ideologia é ou não determinante do modelo de sociedade no séc XXI? O PSD responde a que tipo de eleitorado? Faz sentido reformar o PSD? Quem são hoje os militantes activos do PSD, aqueles que dominam as estruturas e a organização? Que tipo de interesses suportam o actual PSD? Os conflitos internos no PSD o que representam e quem representa?O cidadão comum entende alguma coisa sobre o PSD?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

281ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,

FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 23 de Outubro de 2019
Assunto: 281ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de OuriquePraça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 30/Outubro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 281.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1 No dia 9 de Novembro realizam-se as eleições para a Comissão Política Distrital da Área Metropolitana de Lisboa 
Qual a importância destas eleições?
Sabe-se que os Orgãos Distritais que agora vão ser eleitos irão superintender as eleições autárquicas de 2021.
Mas deve a Comissão Política Distrital da maior Distrital do País ser apenas um orgão da Coordenação Autárquica ou, sobretudo o seu Presidente que vamos eleger , deve ter peso político e ser uma voz activa no panorama Nacional e no PSD em nome dos militantes do Distrito e dos seus eleitores do PSD?
Que compromisso assumem os candidatos sobre a real efectivação da abertura dos Núcleos, designadamente em Lisboa reabrindo o partido aos militantes e à militância?


Ponto 2 Hoje discutiu-se na AR o programa do XXII Governo . Um Governo minoritário e que é o maior de sempre com 50 Secretários de Estado. Até com funções sobrepostas. O Programa de Governo é apresentado mas não é votado (a não ser que haja uma moção de Rejeição). 
Sendo a Democracia o Governo da Maioria tem sentido democrático haver Governos Minoritários? É bom ou mau haver governos minoritários? Faz sentido o programa de governo não ser votado? Qual deve ser a posição do PSD ? Deve ou não deve apresentar uma moção de rejeição?


Ponto 3. Hong Kong, Barcelona, Londres- 3 cidades que têm sido palco de Manifestações e Confrontações - A manifestação é uma arma? uma arma usada para fins diferentes ou os mesmos fins?




Saudações Sociais Democratas

António Alvim

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

280ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 23 de Outubro de 2019
Assunto: 280ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Excepcionalmente, esta sessão realiza-se no HOTEL 3K EUROPA, na Av. da República., Quarta-feira, dia 23/Outubro/19, pelas 21h30. Esta é a 280.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1Afinal Pedro Pinto actual presidente da Distrital de Lisboa, que tanto defendeu a sua recandidatura, depois de assegurar a posição com Parlamentar desistiu da Distrital e fez mal. A título pessoal tem sentido a posição de desistência, mas em termos políticos no interesse actual da distrital de Lisboa foi uma decisão imprópria. Actualmente há dois candidatos e porventura não aparecerão outros. O problema de fundo reside na Distrital e naquilo que representa e na postura política que deveria adoptar em termos de reganhar a sua posição nacional. Não é assim e mais uma vez estão em jogo interesses pessoais e de grupos restritos. A doença do PSD que nenhum médico quer atender. Quando se pensa que há um novo rumo e esperanças no sentido do PSD segurar o seu prestígio e importância política, mais uma vez cai mais abaixo. Os velhos militantes cada vez mais idosos e seniores, mais afastados, desistem e ignoram e novos militantes que desconhecem o que significa a MILITÂNCIA aparecem a espreitar primeiro pela friesta da porta, depois pela janela para depois de alma aberta, alheios ao conhecimento, entrarem de rompante. Salvemos o PSD o que exige alterar regras estatutárias ao encontro da MILITÂNCIA construindo militantes que militem. A Distrital de Lisboa tem, para já, dois candidatos às eleições e ambos levam a reflexões cheias da maior incerteza e profunda (ainda maior) preocupação.   

Ponto 2 Nos membros do XXII Governo Constitucional listam-se 50 secretários de Estado, 18 mulheres e 32 homens, e 19 Ministros,  num total de 70 elementos, dos quais 26 mulheres e 44 homens. Um quarto dos 108 deputados eleitos pelo PS, nas últimas eleições legislativas (27), transitam da Assembleia da República para o XXII Governo Constitucional. Criaram-se três novas secretarias de Estado, Integração e Migrações, sob a Ministra da Presidência, Recursos Humanos e Antigos Combatentes, no Ministério da Defesa. Há mais dois ministros do que na anterior legislatura e com quatro ministros de Estado. Tanto governo para tão pouco PAÍS. Não se compreende. Um País cada vez mais pertencente ao ESTADO, que o mesmo é dizer, dependente das máquinas partidárias. Tantos impostos para sustentar o quarto país mais POBRE DA EUROPA com um dos maiores índices de CORRUPÇÃO da EUROPA, onde apenas 50% dos cidadãos pagam impostos e 30% dos cidadãos estão ao nível da pobreza estrutural. É um Pais desbaratado que não consegue sacudir as sanguessugas e apostar na iniciativa privada. Uma JUSTIÇA que representa um dos mais poderosos sistemas de INJUSTIÇA da EUROPA. Não há como compreender esta situação!

Ponto 3  A CATALUNHA está envolvida num processo de secessão, cada dia mais empurrado por Madrid. O Problema não será Madrid mas as forças internas e externas que apostaram desde hã muito em destruir a UNIÃO EUROPEIA. A Espanha é mais um instrumento como o Reino Unido com o seu BREXIT é outro caso de grande preocupação. Este mundo está do avesso e a EUROPA deveria resistir e soerguer-se. A CIVILIZAÇÂO exige.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Eleições na Distrital de Lisboa: Qual a importância destas eleições para a Distrital de Lisboa? Qual o perfil de candidato que melhor responde ao nível de responsabilidades e de afirmação política? A existência de dois candidatos até ao momento responde em termos de representação política? Será que temos a noção das dificuldades de afirmação política da Distrital de Lisboa?

2.    Novo governo minoritário do PS com A. COSTA e dezenas de governantes: Este governo de A. Costa vai aguentar a legislatura? Qual a razão que justifica que um governo minoritário seja constituído por 18 Ministros e 50 Secretários de Estado? Há ou não a noção que este governo é a extensão do anterior que com acordo parlamentar durou a legislatura? Será que ainda conseguimos compreender o que significa «GERINGONÇA»? E este governo é uma «geringonça» ou uma catapulta? 

3.    Condenação à prisão de políticos catalães por defesa da independência da CATALUNHA: Temos a verdadeira noção política do que representa a prisão de governantes catalães que defenderam a independencia que é um acto político? Que mundo é este com prisão de individuaos por razões políticas, em Espanha? O que leva os políticos de Madrid a destruirem os princípios da autonomia da Catalunha? Quem está interessado em prender políticos não serão todos aqueles que querem destruir o projecto da UNIÃO EUROPEIA?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

279ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,



FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 16 de Outubro de 2019
Assunto: 279ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),
Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 16/Outubro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 279.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1O PSD é um partido que desde a sua génese até meados dos anos 2000 expressou e representou a sociedade portuguesa, rural e urbana, das classes médias, dos cidadãos «self made man» portadores das energias vitais para o desenvolvimento e de iniciativa e criatividade. Tratava-se de um Partido transversal na sociedade portuguesa o que acarretava contradições, contrastes, pontos de vista diferentes, mas ao mesmo tempo era dotado de grande vitalidade. Nos centros de encontro de militantes a discussão, as energias e empenho eram fortemente mobilizadoras e por isso o PSD sempre foi diferente e estimulante, a par de ser charneira na sociedade portuguesa. As lutas de poder internas associadas a interesses indefinidos levaram a que o PSD fosse dominado à força reflectido sucessivamente na sua perda de poder a nível autárquico, no enquistamento de GRUPOS fechados que sucessivamente lutaram para fechar o Partido à discussão interna. Dominaram-se e acabaram-se por fim as SECÇÕES, o maior erro da história do PSD para dessa forma os grupos enquistados poderem exercer o seu domínio mais descansado e submeterem todos os que pensam diferente. Partiu-se a vitalidade e mexeu-se na IDENTIDADE do PSD, até hoje. Os resultados estão à vista e os grupos de interesse agora cada qual fechado sobre si digladiam-se ferozmente até ao desmembramento e menorização do PSD. Ou então o PSD terá de retomar a sua vitalidade, naturalmente com procedimentos diferentes percebendo que tem de estimular a MILITÂNCIA. O PSD tem de perceber que grande parte daqueles que hoje estão nas campanhas eleitorais têm interesses e agendas pessoais e isso é terrível. O confronto hoje entre LM e Rui Rio é uma cena deste teatro. Salvemos o PSD defendendo e instituindo a MILITÂNCIA, pois ainda há muitos que querem e gostariam.

Ponto 2O governo minoritário de Antonio Costa (PS) vai ser um desafio com que os cidadãos portugueses se vão confrontar. O PS tem uma ideologia estatista que associada à extrema esquerda no essencial acabará por levar o País a um novo desastre, mais que não seja à asfixia tributária dos portugueses. A par destas medidas o PS e Antonio Costa, usando vários instrumentos estão a proceder sucessivamente à anestesia das mentes dos portugueses. Quando os cidadãos quiserem reagir já não reagem por não terem forças para o fazer. Esta legislatura vai clarificar o lado negro do Partido Socialista e por isso é socialista e ao mesmo tempo tudo fazer também para destruir o Partido socioal Democrata. As forças negras não estão apenas dentro do PSD as mais poderosas estão fora e movimentam-se para o interior do PSD. A cacicagem e a forma como é exercida é a ponta do icebergue, admitido naturalmente que este tipo de exercicio de poder interno por grupos especificos sempre existiram e existirão, Esse não é o problema sendo o problema de outra ordem mais funda. Veremos que estratégia ir´o PSD adoptar no parlamento nos momentos políticos relevantes. Salvemos os país, apostando num modelo que defenda e estimule as energias dos ciaddaos, alivre iniciativa a par da defesa dos cidadãos desprotegidos e frageis atyravés do SOCIAL.

Ponto 3  Os bombardeamentos realizados pelo exército turco são crimes contra a humanidade. A questão de fundo reside em compreender, nesta luta de poderes como é possível no século XXI, num mundo de altas tecnologias permitir que se cometam genocídios. Todos nós compreendemos que os sistemas de controlo das MENTES humanas está em curso e terá consequências terríveis para os cidadãos do mundo. O papel da NATO deveria ser reforçado ou alteradoa para outro tipo de instituição centrada na civilidade, nos direitos humanos e na resposta firme aos estádios criminosos. É uma causa de civilização e de sobrevivência humana, não é só importante a questão ambiental, mas também é importante.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Estratégias e visões opostas dentro do PSD acentuam confronto eleitoral: Há um PSD ou diferentes PSD dentro do Partido? As diferentes visões tidas sobre o PSD e consequentes estratégias é uma fraqueza ou uma força do PSD? Quando se diz que o PSD é a expressão mais fiel da realidade e cultura portuguesa o que representa e identifica em termos políticos? Os actuais desafios internos ao LÍDER (RR) é apenas uma questão de acesso ao poder por insatisfação e menor performance ou representa um confronto ideológico?

2.    Um governo minoritário do PS de COSTA aposta na geometria variável e na abstenção PSD: O PSD irá optar por se abster na AR para viabilizar o governo do PS? Se o PSD optar por se afirmar sempre contra por ser diferente, o PS conseguirá terminar a legislatura? O PSD irá fazer oposição sistemática ao PS na AR? O que significa para o PSD não assumir a oposição sistemática na AR ao PS, com estratégia? 

3.    Bombardeamento dos CURDOS pela Turquia (Erdogan) incentivado por EUA confrontam a UE: Que razões de fundo levaram os EUA a abandonar os CURDOS à sua sorte face ao exército da Turquia? Neste caso, qual o papel da EU? Será possível, no seculo XXI, as nações civilizadas permitirem ou aceitarem pacificamente o GENOCÍDIO dos curdos? Que interesses estratégicos justificam um m orticínio premeditado por parte de um país da NATO?


Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício