quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

252ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 30 de Janeiro de 2019
Assunto: 252ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 30/Janeiro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 252.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – Rui Rio foi confrontado por Luís Montenegro. Na prática constatam-se existirem duas forças ou correntes no interior do PSD. Já se sabia, desde há muito, tantas as vicissitudes que o Partido tem vivido desde os anos 2000. Tem sido um sucessivo descalabro. A questão não reside em gostar ou não de RUI RIO, mas de entender que ainda não foi sujeito a eleições e como tal nada justifica este confronto. Completamente fora do espetro político minimamente razoável. Ou seja, é despropositado, politicamente irracional e ‘desonesto. Sabemos que a ética na política apenas alimenta sorrisos cínicos e é uma fraude. Montenegro foi infantil em termos políticos ou então os compromissos escondidos entalaram-no, colocaram-no sem porta de saída e teve de avançar. Respondeu a interesses estratégicos. A moção de Rui Rio foi aprovada por 75 votos a favor, 50 contra e um nulo. Com grande treino parlamentar e pouco sentido político o ex-líder parlamentar do PSD entrou a matar no Conselho Nacional extraordinário do PSD e desafiou o presidente do partido a revelar a sua posição sobre o modo de votação da moção de confiança. Rio já dissera que "Um mês depois da minha eleição, sem que nada houvesse a apontar ao meu mandato, já Montenegro se manifestava descontente e opositor. Estava contra quando ainda não havia motivo para estar contra ou a favor". "Estranhei esta postura eticamente questionável, mas agora tudo está claro: ele tinha legitimidade para ser presidente do partido. Não o fez por razões táticas. Não o tendo feito, terá o país e o PSD que padecer porque Montenegro quis ser presidente. Será legítimo que quem quis disputar eleições não o fez e possa agora? Não. O PSD não é um partido unipessoal. É grande demais para estar subjugado a agendas pessoais. O PSD é um partido grande demais para estar sujeito a permanentes manobras táticas, sejam mais claras ou mais escondidas". Rui Rio GANHOU e Montenegro desfez-se como político.

Ponto 2 – O que deveria ser VERGONHOSO para todos os que estiveram envolvidos, deixou de o ser porque essa gente, em grande parte, não reconhece valor na VERGONHA. A sociedade também não penaliza e os amigos continuam a ser amigos, sem vergonha. É um estado que caracteriza a sociedade portuguesa. Ser acusado nos tribunais ou ser preso já é NORMAL. A comunicação social existe, numa parte, para realizar o trabalho de abutre. Purifica o putrefacto. Depois tudo continua na mesma. A JUSTIÇA, essa ferramenta fundamental da democracia está bloqueada. A. COSTA encobre os escândalos dos grandes devedores à CGD porque esse é o seu papel para poder continuar no exercício do poder. Este tema é profundo na sua compreensão para poucos que conseguem ouvir os SILÊNCIOS! Lembremos que antes alguém despudoradamente ria-se e respondia: Jamais! Jamais!

Ponto 3 – A Venezuela é um País perdido com um povo desgraçado, como foi CUBA e a Argentina e outros. O BRASIL, para já, safou-se, mas está numa fogueira muito intensa onde tudo é incerto. Um grande País. Mas a Venezuela agora passou a ter dois Presidentes. Um caso inédito com os USA, Austrália, União Europeia e outros de um lado e a Rússia, China e Irão e outros de outro lado. É a globalização REAL…

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Significado político da moção de confiança que Rui Rio vence, absolutamente, no CN: O confronto provocado por Montenegro tem sentido neste tempo político? O que levou realmente a este confronto pessoal e político? São ou não lícitos os confrontos políticos? Devem esses confrontos realizar-se qualquer que seja o momento político? Se RUI RIO não respondeu a nenhum resultado eleitoral, até ao momento, tem sentido político este confronto neste tempo? O que se passa neste PSD? Que forças telúricas estão em confronto às quais Montenegro responde? Foi ou não um enorme erro político e pessoal?

2.   A. COSTA encobre vergonhosamente o escândalo dos grandes devedores à CGD. É ou não REAL que Portugal tinha um DONO e tem muitos coproprietários? Qual a razão porque o ESTADO tem sempre biliões para salvar patrimónios e não possui uns míseros milhares para garantir uma aposta na INVESTIGAÇÃO e Inovação de forma sustentada? Quem é realmente o ESTADO? De quem é na prática o ESTADO? Será que o ESTADO não é quem garante a real improdução de quem se apropria de bens alheios, de forma mascarada e cínica? Os empregos do ESTADO porque são rotativos, entre os mesmos, há dezenas de anos? Jamais! Jamais! Porquê com aquela descarada ousadia e vaidade?

3.   Venezuela em vez de um MADURO acorda com dois Presidentes em confronto (GUAIDÓ): Quem é este POVO desgraçado sem coragem para enfrentar um MADURO e travar o mais profundo descalabro de um País rico? Que forças políticas se confrontam no espaço internacional que viabilizam a total falência de um POVO levado à profunda miséria? Finalmente, surge um segundo Presidente em confronto e será ele a alternativa para uma solução?


Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

251ª Sessão

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Comemoração - 250ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

Debate: A Reforma do Sistema Político e dos Partidos


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 16 de Janeiro de 2019
Assunto: 250ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos MILITANTES do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Vamos realizar uma sessão com a participação especial de três companheiros, com ampla experiência e conhecimento político. Será uma sessão que marcará a data e que honrará a militância. Diferencia-se, especialmente, do modelo seguido no FORUM. A primeira sessão realizou-se no dia 24 de Outubro de 2012, na secção do Campo Pequeno, Lisboa.

PEDRO RODRIGUES«Necessidade de Reformar os Partidos e o Sistema Político»
● Presidente da Comissão para a Reforma do Sistema Político e do PSD
● Ex-Presidente da JSD

LUÍS ALVES MONTEIRO«Reforma do Sistema Político e Círculos Uninominais»
Presidente do Instituto Sá Carneiro
● Ex-Vice Presidente da Distrital de Lisboa do PSD
● Ex-Secretário de Estado.

ANTÓNIO ALVIM «Como Reformar o Sistema Político sem alterar a Lei Eleitoral»
● Autor do livro «A Reforma do Sistema Político»

Segue debate aberto à Assistência.

Moderador da sessão JOSÉ CARLOS MAYA

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 16/Janeiro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 250.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Necessidade de Reformar os Partidos e o Sistema Político: Tem sentido reformar os Partidos Políticos? Será que compreendemos bem o papel dos Partidos na Sociedade? Qual a importância da adoção de um ou outro Sistema Político? Qual o Sistema Político que melhor se adequa às condições de desenvolvimento da Sociedade? Pretende-se uma Sociedade centrada no ESTADO ou centrada nos CIDADÃOS?

2.    Reforma do Sistema Político e Círculos Uninominais: Por que se suscita a necessidade de reformar o Sistema Político? O que leva à intensificação dos conflitos sociais será ou não o Sistema Político adotado e a forma como se organiza? O que são Círculos Uninominais e qual o seu contributo para o Sistema Político?

3.    Como Reformar o Sistema Político sem alterar a Lei Eleitoral:  Depois de um consenso dos dois maiores partidos na última Revisão Constitucional sobre a Reforma do Sistema Político e da Lei Eleitoral, estas nunca aconteceram. Temos que perceber o Porquê. Será possivel Reformar o Sistema Político sem alterar A Lei ELeitoral? A “Reforma do PSD” pode levar à Reforma dos outros Partidos e melhorar o relacionamento dos cidadãos com os partidos?


J. Augusto Felício



quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

249ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 9 de Janeiro de 2019
Assunto: 249ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 9/Janeiro/19, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 249.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – O PSD, desde o primeiro momento, deveria realizar o combate ideológico à GERINGONÇA como uma emergência. Não o fez, por várias razões, desde logo porque não aceitou esta fórmula de construir uma maioria parlamentar de apoio ao governo. Num segundo momento acreditou que o país rejeitaria esse governo, dadas as suas contradições políticas internas. Noutra fase supôs que essas contradições conduziriam ao descalabro financeiro do Estado e a um novo «default». A seguir conformou-se face à viabilidade deste governo da geringonça e culpabilizou o Presidente da República. Finalmente, percebeu que tinha estado ausente e perdido o seu combate político, porque as finanças não faliram e a economia resistiu e que o score nas sondagens aumentava a favor do PS e descia para o PSD. Tanto tempo para políticos profissionais compreenderem o «FAZER a POLÍTICA». Entretanto, não trataram do essencial e este essencial seria combater as teias sinuosas (o polvo) tecidas pelo BE e pelo PCP para dominarem o ESTADO, forçando o PS e amarrando os cidadãos pelos impostos, cada vez mais pesados. O que o PSD deveria ter feito, desde início, era o combate IDEOLÓGICO à geringonça e assim acumular capital político que levasse à sua crescente credibilização junto dos eleitores. Em vez disso, lançou-se numa luta interna atribulada, mas secundária e desnecessária, neste período. O PSD tem de optar pelo combate IDEOLÓGICO, mobilizando os seus militantes com acesso à comunicação social para fazer esse combate, sistemático e consistente. O problema fundamental reside no domínio do ESTADO e nas razões da sua apropriação para fins ideológicos, diferentes da raiz do PSD.

Ponto 2 – Marcelo apostou na popularidade para obter apoio político e realizar o poder executivo que apenas o governo possui. Marcelo sabe que a maioria do apoio, para o ser, tem de ser popular, porque a maioria dos eleitores enquadram as classes média e média-baixa.  Estas classes não são as ilustradas, aquelas que leem todos os dias os jornais, que se cultivam nos livros e que dominam as finanças e a economia. São aqueles que gostam de telenovelas, de ver os famosos, apreciar as discussões insidiosas ao redor do futebol que anestesiam através das televisões e que reagem às emoções desenvolvidas por grande parte das notícias sem informação. Por isso, MRS é POPULAR. Ao invés, Costa sabe que a sua sobrevivência e apoio político passa pela capacidade para mascarar ‘as realidades’ ao sabor das decalages dos factos, encobrindo-os, simulando-os e dissimulando-os. Trata-se de paraticar, com «sabedoria» e sem constrangimentos, as acções POPULISTAS. Nesse quadro fundo MRS combate AC, embora na espuma dos factos a aparência seja de consonância e apoio. É profunda esta realidade que os políticos deveriam compreender. O PSD tem andado perdido.  

Ponto 3 – Ouvir, ver e ler a grande maioria dos cronistas portugueses levam a considerar que o BRASIL estará tendencialmente a caminho de se transformar num regime primeiro militarista e em seguida fascista. Vamos cá estar para ver e atender a outra diferente realidade. A situação que o PT impôs ao BRASIL, liderado por LULA da Silva e depois por DILMA assustou os brasileiros. A resposta foi atenderem ao discurso de BOLSONARO para se salvarem com esperança, evitando não caminhar, por exemplo, para a VENEZUELIZAÇÃO do Brasil. Sim, o Brasil com as suas dificuldades e grande complexidade política pretende evitar, também a ARGENTINIZAÇÃO. É preciso conhecer melhor as sociedades que constitui este imenso Brasil. Vamos falar e esperar para ver. A facilidade e a demagogia nunca resultaram.
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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:
1.   Combate ideológico à GERINGONÇA é uma emergência do PSD: O que significa a geringonça política de governo? Ideologicamente o que é a geringonça? Quais são os traços ideológicos marcantes da geringonça? Por que é fundamental para o PSD combater a geringonça na sua ideologia? Será que compreendemos que o domínio do ESTADO é a fórmula mais política para escravizar os cidadãos e que a geringonça é o instrumento político?

2.   O POPULAR Marcelo (MRS) desgasta o enganoso Costa (AC) POPULISTA. Marcelo é popular ou populista? Costa é populista ou popular? O que é ser POPULAR e o que é ser POPULISTA? Ser populista é ser enganoso? Afinal, os políticos em geral são populares ou são populistas? É possível congregar na órbita do PODER a nível de topo do Estado um agente popular e outro agente populista sem retirar daí consequências de confronto político?

3.   BOLSONARO tomou posse como Presidente do Brasil (1/1/19): Quem é realmente Jair BOLSONARO? Que razões levaram os brasileiros a eleger Bolsonaro, ex-militar, odiado pelo Partido dos Trabalhadores (PT)? Em Portugal, a maioria dos analistas arrasam Bolsonaro como fascista com base em evidências, representar menor conhecimento político ou simplesmente opção ideológica?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

248ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 19 de Dezembro de 2018
Assunto: 248ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 19/Dezembro/18, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 248.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1 – As sociedades estão em profunda transformação, especialmente as mais desenvolvidas, pressionadas pela DESGRAÇA de muitos povos, também eles de forma desesperada a lutar por melhores e diferentes condições de vida. As tecnologias estão a estreitar os CÉREBROS das crianças (depois adultos) e a transformá-las em robots sem capacidade para PENSAR, dispersas e de reacção imediatista. Um GRANDE PROBLEMA. A reforma do sistema político desde há muito que é discutido sem ser confrontado nas alterações que são urgentes realizar. O mesmo ocorre com o sistema eleitoral em que uns tantos poucos, que se acercaram das alavancas do poder, lutam por dominar o sistema, obter benesses e cercear os cidadãos nos seus direitos mais básicos no quadro de um SISTEMA DEMOCRÀTICO. Os caciques desprovidos de VALORES básicos. Escondem-se e enganam. Travam a reforma do funcionamento do PSD, o que está a conduzir à queda eleitoral do Partido, sem que haja responsáveis. Estes temas são tremendamente actuais e têm de ser discutidos, discutidos e discutidos, com total abertura. 

Ponto 2 – Discute-se de forma polémica a alteração da composição do CSMP. É formado pelo presidente que é o Procurador-geral da República, 4 Procuradores gerais distritais, 7 Procuradores eleitos pelos pares, 5 membros eleitos pela Assembleia da República e 2 meembros designados pela Ministra da Justiça. A AR quer ter a prerrogativa de indicar a maioria dos seus membros, contra a opinião da PGR e a indicação das entidades europeis. Uma questão política da maior importância porque envolve a justiça sobre os processos da alta corrupção (colarinhos brancos). Ocorre também que os cidadãos em geral entendem pouco sobre o papel destasinstituições…  

Ponto 3  I Acordo de Marraquexe foi um acordo internacional multilateral assinado na cidade de Marraquexe (Marrocos), assinado em 15 de abril de 1994, que determinou a criação da Organização Mundial de Comercio (OMC). No seu âmbito desenvolvem-se muitas comissões que tratam os diversos temas, nomeadamente, o Pacto Global para as Migrações, na sua versão actual e pertinente, agora aprovado em Marrocos. Certamente não serão muitos os cidadãos a compreender o seu alcance, para mais ocorrendo que envolvendo 150 chefes de Estado a discutir este Pacto Global, os USA, Israel, Polónia, Austria e República Checa rejeitaram este Pacto Global para as Migrações.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Reforma do sistema político, do sistema eleitoral e do funcionamento do PSD: É oportuna e tem sentido a reforma do sistema político? Que transformações sofreu a sociedade em que hoje vivemos? A reforma do sistema eleitoral é importante? O sistema eleitoral deve envolver as pessoas e responsabilizá-las ou tratá-las como entes menores? Que se passa com o funcionamento do PSD?

2.    A questão da composição do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP): O que sabem os cidadãos sobre o papel e importância do CSMP? Já agora, e o que sabem sobre o Conselho Superior da Magistratura (CSM)? Sendo dois órgãos diferentes o que entendem os cidadãos sobre o seu papel e importância? A composição do CSMP é importante porquê? Quem sabe e o que sabe (política)?

3.    Pacto Global para as Migrações aprovado em Marrocos: O pacto Global para as Migrações o que é? O que leva 150 chefes de Estado a discutir este Pacto Global? Por que razão os USA, Israel, Polónia, Austria e República Checa rejeitam este Pacto Global para as Migrações contra todos os restantes Países?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

247ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


FORUM Fazer-A-Política48
Lisboa, 12 de Dezembro de 2018
Assunto: 247ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 12/Dezembro/18, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 247.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – Os MILITANTES activos de muitos anos ao serviço do PSD sentem o Partido de forma intensa. Querem estar envolvidos, ser respeitados e serem ouvidos. Não é caminho não comunicar dentro do PSD. Esta prática tem sido desastrosa porque ao longo do tempo tem desmobilizado muitos militantes e afastado outros. Aqueles mais resistentes e activos, verifica-se com tanto desgaste que também, muitos deles não resistem e abandonam. Está em causa o PSD como Partido tradicional se esta prática não for alterada. Resulta de outros militantes terem tomada o PSD por dentro e não permitirem comunicação, diálogo e participação, o que só ocorre para alguns. O PSD a persistir nesta prática em que alguns são DONOS de TODOS o PSD irá soçobrar, Os resultados das eleições autárquicas têm sido um desastre. Mas ninguém seriamente tirou consequências. Os responsáveis continuam a assobiar para o lado. Aproveitaram a nova onda de RUI RIO e já estão maioritariamente colados a RUI RIO: Assim, rapidamente tudo ainda será pior e o PSD não resistirá. Passará a ser o Partido do táxi? Dr Rui Rio pare para PENSAR. O PSD tem ainda muitos MILITANTES extraordinários, mas hostilizados.

Ponto 2 –  Mário Centeno como Ministro das Finanças assumiu bem o seu duplo papel: Assegurar o controlo dos números (diferente das contas) e suavizar as agruras com palavras redondas e afirmações enganosas, não sendo mentiras são ilusões. O facto de assumir a presidência do EUROGRUPO é prestigiante, mas impôs-lhe outras regras, dada a necessidade de isenção e coerência. Está consciente do seu duplo papel de Ministro das Finanças e de Presidente do EUROGRUPO. Assume a contradição como natural pois conta com a anestesia em Portugal suportada pela comunicação social. Esta é a ambiguidade dos políticos que os cidadãos têm dificuldade em contrariar, face a discursos sucessivamente adaptados para dizer aquilo que tem de ser dito e forma como é dito. Estamos todos a descobrir e a comprovar o obvio. Portugal é um laboratório tratado com um grupo de imbecis ou de ingénuos ou de mansos.

Ponto 3  A contestação identificada por «coletes amarelos» estão a insubordinar a FRANÇA contra o seu Presidente MACRON. Não era previsível tal situação e desfecho, mas a impreparação política e a arrogância fruto dessa impreparação fez o resto. Dizia que não cedia a nada e acabou a ceder a TUDO. Uma vergonha, que os franceses não vão perdoar. Terminou MACRON, mas o que é triste é o acabar ou destruir da ESPERANÇA que tinha incendiado na EUROPA. Vale a pena reflectir e compreender a FRANÇA profunda.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Companheiros de muitos anos saem do PSD: O que leva companheiros de muitos anos e militantes activos a saírem do PSD? Se já resistiram a tantas adversidades o que se passa no PSD para militantes activos desistirem? Será que conseguimos compreender e defender o NOSSO PSD? O que é realmente hoje o PSD? Será que as hecatombes autárquicas verificadas nas últimas duas eleições autárquicas não foram compreendidas pelos ETERNOS dirigentes? Estará em causa o projecto político do PSD? Porque acontece esta controvérsia funda na liderança de RUI RIO?

2.   Ao ponto que chegamos, M. Centeno Presidente EUROGRUPO impõe medidas a Ministro Finanças M. Centeno: Comprova-se ou não que falinhas mansas e voz suave tem grandes resultados ilusórios e enganosos? Somos ou não um POVO de brandos costumes? Gostamos ou não da cultura do pequeno favor? Será que a capacidade para distribuir por todos, mesmo que sejam migalhas, anestesia a bravura popular? Quando reagimos em grupo mantemos a capacidade agressiva de exigência e reclamação pessoal?

3.   Coletes amarelos insubordinam a FRANÇA contra Presidente MACRON: Como é possível uma pessoa tão «amada» que funda com as eleições em que se elege Presidente da FRANÇA um Partido, ser odiado 1,5 anos após? Que FRANÇA é esta que não desiste de uma intensa e agressiva contestação contra o seu Presidente jovem, por razões de justiça económica? Como é possível MACRON não compreender que a arrogância não é a medida para falar com o seu POVO? Afinal, que diferença era essa que MACRON representava que se esboroa ao primeiro embate? Quem é MACRON e o que realmente representa? Que ensinamentos nos trás a FRANÇA para pensar a EUROPA?
Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

246ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», 5/Dezembro 2018


FORUM Fazer-A-Política
Lisboa, 5 de Dezembro de 2018
Assunto: 246ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 5/Dezembro/18, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 246.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – Rui Rio enfrenta essencialmente dois grandes desafios: um centrado no PSD e outro centrado nos ELEITORES. A importância do Partido reside na capacidade de mobilização dos seus MILITANTES e no modelo de organização para chegar aos ELEITORES, que o mesmo é dizer, em dispor de um modelo político mobilizador para confrontar o País com soluções credíveis. É esta credibilidade que sucessivamente o PSD tem vindo a perder, por muitas razões. Ora, o líder e a sua capacidade mede-se pela ousadia das suas propostas e desafios para convencer os cidadãos e depois os eleitores. A luta política é difícil por nesse combate se concentrar a essência da dimensão HUMANA e da PESSOA com todas as suas ansiedades, receios, esperanças e vilezas. O PSD ainda consegue resistir a muitas adversidades, lutas internas fratricidas e confrontos de interesses distantes. A escolha do LÍDER responde à maior ou menor capacidade para assegurar a sua vitalidade e CONFIANÇA em soluções de VIDA. RUI RIO está a ser confrontado e não se sabe se conseguirá assegurar o caminho mais adequado ao fortalecimento político do PSD para uma SOLUÇÃO para a reconstrução do PAÍS. No actual quadro as sondagens mostram a queda de influência do PSD. Veremos!...

Ponto 2 – Desde há muito tempo que um líder político não recorria tanto à MENTIRA como instrumento político. Sobretudo, com sucesso. A. COSTA tem tido sucesso ao usar a mentira de forma estruturante como instrumento. A questão central reside em compreender este mecanismo e tentar observar as razões que possibilitam que esta classe média aceite naturalmente e nem sequer reaja. Será que aceitam naturalmente a ILUSÃO como facto de interesse para se esconderem das suas próprias SOMBRAS?  Está a ser um instrumento de controlo eleitoral. Na prática a oposição qualquer que seja, não tem conseguido reagir. Para isso muito contribui o conjunto ad comunicação social. É relevante reflectir sobre o jornal «OBSERVADOR» e compreender as enormes dificuldades para que a sua informação alargue o seu natural caminho. O PSD está na voragem e caminha na sua inconstância orgânica, com muitos interesses instalados e silenciosos. RUI RIO nem sequer observa. Não tem tempo nem espaço mental na pressão enorme em que vive. SERÁ assim? 

Ponto 3 – A vinda a Portugal de Xi Jiping, Presidente da China, é muito relevante, por muitas razões. Uma em especial porque os USA recuaram e estão pressionados na divisão das lutas globais, agora mais concentrados dentro de si. Quando observarem com mais atenção a CHINA já está no mundo, definitivamente. É relevante PORTUGAL está a par da CHINA. Desde sempre… e será também positivo para futuro, este futuro. A CPLP é uma força e será no futuro uma potência. Com ANGOLA, BRASIL, MOÇAMBIQUE, no ATLÂNTICO - SUL

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Rui Rio não mobiliza ELEITORES: Tem sentido a afirmação de Rui Rio de ser centro esquerda? PSD é um Partido centro esquerda? Quais são as mensagens que verdadeiramente identificam o eleitor de centro esquerda? Estando o PSD em perda eleitoral o que deveria realmente fazer RUI RIO para inverter esta tendência? Quando o eleitor da classe média pensa em RUI RIO quem desejaria que fosse? E o que desejaria que fizesse? Que grandes causas desejariam que defendesse?

2.   MENTIRAS de A.Costa como instrumento de controlo eleitoral: Como é possível um líder ser reconhecido pelas suas contínuas mentiras e ser apoiado? A constante presença na comunicação social e o reconhecimento da permanente concordância justificam o apoio dos eleitores? A acção e domínio da comunicação social justificam o sucesso de A. COSTA ou há outras razões? O que sabe o PSD e o que não faz para que o PS, sacrificando o futuro do país, assegure a sua força eleitoral? Quem são os eleitores que se escondem na ABSTENÇÃO e formam a maioria silenciosa?

3.   Xi Jiping, Presidente da China, visita Portugal para desafiar a EUROPA: O que leva um GIGANTE a dar atenção a um ANÃO? Qual o verdadeiro significado da aposta da CHINA em PORTUGAL? O que vale a CPLP? Quem realmente está a pensar em ANGOLA, BRASIL, MOÇAMBIQUE? Quanto vale e quem ocupa o ATLÂNTICO - SUL?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício