quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

248ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 19 de Dezembro de 2018
Assunto: 248ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 19/Dezembro/18, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 248.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

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Ponto 1 – As sociedades estão em profunda transformação, especialmente as mais desenvolvidas, pressionadas pela DESGRAÇA de muitos povos, também eles de forma desesperada a lutar por melhores e diferentes condições de vida. As tecnologias estão a estreitar os CÉREBROS das crianças (depois adultos) e a transformá-las em robots sem capacidade para PENSAR, dispersas e de reacção imediatista. Um GRANDE PROBLEMA. A reforma do sistema político desde há muito que é discutido sem ser confrontado nas alterações que são urgentes realizar. O mesmo ocorre com o sistema eleitoral em que uns tantos poucos, que se acercaram das alavancas do poder, lutam por dominar o sistema, obter benesses e cercear os cidadãos nos seus direitos mais básicos no quadro de um SISTEMA DEMOCRÀTICO. Os caciques desprovidos de VALORES básicos. Escondem-se e enganam. Travam a reforma do funcionamento do PSD, o que está a conduzir à queda eleitoral do Partido, sem que haja responsáveis. Estes temas são tremendamente actuais e têm de ser discutidos, discutidos e discutidos, com total abertura. 

Ponto 2 – Discute-se de forma polémica a alteração da composição do CSMP. É formado pelo presidente que é o Procurador-geral da República, 4 Procuradores gerais distritais, 7 Procuradores eleitos pelos pares, 5 membros eleitos pela Assembleia da República e 2 meembros designados pela Ministra da Justiça. A AR quer ter a prerrogativa de indicar a maioria dos seus membros, contra a opinião da PGR e a indicação das entidades europeis. Uma questão política da maior importância porque envolve a justiça sobre os processos da alta corrupção (colarinhos brancos). Ocorre também que os cidadãos em geral entendem pouco sobre o papel destasinstituições…  

Ponto 3  I Acordo de Marraquexe foi um acordo internacional multilateral assinado na cidade de Marraquexe (Marrocos), assinado em 15 de abril de 1994, que determinou a criação da Organização Mundial de Comercio (OMC). No seu âmbito desenvolvem-se muitas comissões que tratam os diversos temas, nomeadamente, o Pacto Global para as Migrações, na sua versão actual e pertinente, agora aprovado em Marrocos. Certamente não serão muitos os cidadãos a compreender o seu alcance, para mais ocorrendo que envolvendo 150 chefes de Estado a discutir este Pacto Global, os USA, Israel, Polónia, Austria e República Checa rejeitaram este Pacto Global para as Migrações.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.    Reforma do sistema político, do sistema eleitoral e do funcionamento do PSD: É oportuna e tem sentido a reforma do sistema político? Que transformações sofreu a sociedade em que hoje vivemos? A reforma do sistema eleitoral é importante? O sistema eleitoral deve envolver as pessoas e responsabilizá-las ou tratá-las como entes menores? Que se passa com o funcionamento do PSD?

2.    A questão da composição do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP): O que sabem os cidadãos sobre o papel e importância do CSMP? Já agora, e o que sabem sobre o Conselho Superior da Magistratura (CSM)? Sendo dois órgãos diferentes o que entendem os cidadãos sobre o seu papel e importância? A composição do CSMP é importante porquê? Quem sabe e o que sabe (política)?

3.    Pacto Global para as Migrações aprovado em Marrocos: O pacto Global para as Migrações o que é? O que leva 150 chefes de Estado a discutir este Pacto Global? Por que razão os USA, Israel, Polónia, Austria e República Checa rejeitam este Pacto Global para as Migrações contra todos os restantes Países?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

247ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


FORUM Fazer-A-Política48
Lisboa, 12 de Dezembro de 2018
Assunto: 247ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 12/Dezembro/18, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 247.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – Os MILITANTES activos de muitos anos ao serviço do PSD sentem o Partido de forma intensa. Querem estar envolvidos, ser respeitados e serem ouvidos. Não é caminho não comunicar dentro do PSD. Esta prática tem sido desastrosa porque ao longo do tempo tem desmobilizado muitos militantes e afastado outros. Aqueles mais resistentes e activos, verifica-se com tanto desgaste que também, muitos deles não resistem e abandonam. Está em causa o PSD como Partido tradicional se esta prática não for alterada. Resulta de outros militantes terem tomada o PSD por dentro e não permitirem comunicação, diálogo e participação, o que só ocorre para alguns. O PSD a persistir nesta prática em que alguns são DONOS de TODOS o PSD irá soçobrar, Os resultados das eleições autárquicas têm sido um desastre. Mas ninguém seriamente tirou consequências. Os responsáveis continuam a assobiar para o lado. Aproveitaram a nova onda de RUI RIO e já estão maioritariamente colados a RUI RIO: Assim, rapidamente tudo ainda será pior e o PSD não resistirá. Passará a ser o Partido do táxi? Dr Rui Rio pare para PENSAR. O PSD tem ainda muitos MILITANTES extraordinários, mas hostilizados.

Ponto 2 –  Mário Centeno como Ministro das Finanças assumiu bem o seu duplo papel: Assegurar o controlo dos números (diferente das contas) e suavizar as agruras com palavras redondas e afirmações enganosas, não sendo mentiras são ilusões. O facto de assumir a presidência do EUROGRUPO é prestigiante, mas impôs-lhe outras regras, dada a necessidade de isenção e coerência. Está consciente do seu duplo papel de Ministro das Finanças e de Presidente do EUROGRUPO. Assume a contradição como natural pois conta com a anestesia em Portugal suportada pela comunicação social. Esta é a ambiguidade dos políticos que os cidadãos têm dificuldade em contrariar, face a discursos sucessivamente adaptados para dizer aquilo que tem de ser dito e forma como é dito. Estamos todos a descobrir e a comprovar o obvio. Portugal é um laboratório tratado com um grupo de imbecis ou de ingénuos ou de mansos.

Ponto 3  A contestação identificada por «coletes amarelos» estão a insubordinar a FRANÇA contra o seu Presidente MACRON. Não era previsível tal situação e desfecho, mas a impreparação política e a arrogância fruto dessa impreparação fez o resto. Dizia que não cedia a nada e acabou a ceder a TUDO. Uma vergonha, que os franceses não vão perdoar. Terminou MACRON, mas o que é triste é o acabar ou destruir da ESPERANÇA que tinha incendiado na EUROPA. Vale a pena reflectir e compreender a FRANÇA profunda.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Companheiros de muitos anos saem do PSD: O que leva companheiros de muitos anos e militantes activos a saírem do PSD? Se já resistiram a tantas adversidades o que se passa no PSD para militantes activos desistirem? Será que conseguimos compreender e defender o NOSSO PSD? O que é realmente hoje o PSD? Será que as hecatombes autárquicas verificadas nas últimas duas eleições autárquicas não foram compreendidas pelos ETERNOS dirigentes? Estará em causa o projecto político do PSD? Porque acontece esta controvérsia funda na liderança de RUI RIO?

2.   Ao ponto que chegamos, M. Centeno Presidente EUROGRUPO impõe medidas a Ministro Finanças M. Centeno: Comprova-se ou não que falinhas mansas e voz suave tem grandes resultados ilusórios e enganosos? Somos ou não um POVO de brandos costumes? Gostamos ou não da cultura do pequeno favor? Será que a capacidade para distribuir por todos, mesmo que sejam migalhas, anestesia a bravura popular? Quando reagimos em grupo mantemos a capacidade agressiva de exigência e reclamação pessoal?

3.   Coletes amarelos insubordinam a FRANÇA contra Presidente MACRON: Como é possível uma pessoa tão «amada» que funda com as eleições em que se elege Presidente da FRANÇA um Partido, ser odiado 1,5 anos após? Que FRANÇA é esta que não desiste de uma intensa e agressiva contestação contra o seu Presidente jovem, por razões de justiça económica? Como é possível MACRON não compreender que a arrogância não é a medida para falar com o seu POVO? Afinal, que diferença era essa que MACRON representava que se esboroa ao primeiro embate? Quem é MACRON e o que realmente representa? Que ensinamentos nos trás a FRANÇA para pensar a EUROPA?
Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

246ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», 5/Dezembro 2018


FORUM Fazer-A-Política
Lisboa, 5 de Dezembro de 2018
Assunto: 246ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 5/Dezembro/18, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 246.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – Rui Rio enfrenta essencialmente dois grandes desafios: um centrado no PSD e outro centrado nos ELEITORES. A importância do Partido reside na capacidade de mobilização dos seus MILITANTES e no modelo de organização para chegar aos ELEITORES, que o mesmo é dizer, em dispor de um modelo político mobilizador para confrontar o País com soluções credíveis. É esta credibilidade que sucessivamente o PSD tem vindo a perder, por muitas razões. Ora, o líder e a sua capacidade mede-se pela ousadia das suas propostas e desafios para convencer os cidadãos e depois os eleitores. A luta política é difícil por nesse combate se concentrar a essência da dimensão HUMANA e da PESSOA com todas as suas ansiedades, receios, esperanças e vilezas. O PSD ainda consegue resistir a muitas adversidades, lutas internas fratricidas e confrontos de interesses distantes. A escolha do LÍDER responde à maior ou menor capacidade para assegurar a sua vitalidade e CONFIANÇA em soluções de VIDA. RUI RIO está a ser confrontado e não se sabe se conseguirá assegurar o caminho mais adequado ao fortalecimento político do PSD para uma SOLUÇÃO para a reconstrução do PAÍS. No actual quadro as sondagens mostram a queda de influência do PSD. Veremos!...

Ponto 2 – Desde há muito tempo que um líder político não recorria tanto à MENTIRA como instrumento político. Sobretudo, com sucesso. A. COSTA tem tido sucesso ao usar a mentira de forma estruturante como instrumento. A questão central reside em compreender este mecanismo e tentar observar as razões que possibilitam que esta classe média aceite naturalmente e nem sequer reaja. Será que aceitam naturalmente a ILUSÃO como facto de interesse para se esconderem das suas próprias SOMBRAS?  Está a ser um instrumento de controlo eleitoral. Na prática a oposição qualquer que seja, não tem conseguido reagir. Para isso muito contribui o conjunto ad comunicação social. É relevante reflectir sobre o jornal «OBSERVADOR» e compreender as enormes dificuldades para que a sua informação alargue o seu natural caminho. O PSD está na voragem e caminha na sua inconstância orgânica, com muitos interesses instalados e silenciosos. RUI RIO nem sequer observa. Não tem tempo nem espaço mental na pressão enorme em que vive. SERÁ assim? 

Ponto 3 – A vinda a Portugal de Xi Jiping, Presidente da China, é muito relevante, por muitas razões. Uma em especial porque os USA recuaram e estão pressionados na divisão das lutas globais, agora mais concentrados dentro de si. Quando observarem com mais atenção a CHINA já está no mundo, definitivamente. É relevante PORTUGAL está a par da CHINA. Desde sempre… e será também positivo para futuro, este futuro. A CPLP é uma força e será no futuro uma potência. Com ANGOLA, BRASIL, MOÇAMBIQUE, no ATLÂNTICO - SUL

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Rui Rio não mobiliza ELEITORES: Tem sentido a afirmação de Rui Rio de ser centro esquerda? PSD é um Partido centro esquerda? Quais são as mensagens que verdadeiramente identificam o eleitor de centro esquerda? Estando o PSD em perda eleitoral o que deveria realmente fazer RUI RIO para inverter esta tendência? Quando o eleitor da classe média pensa em RUI RIO quem desejaria que fosse? E o que desejaria que fizesse? Que grandes causas desejariam que defendesse?

2.   MENTIRAS de A.Costa como instrumento de controlo eleitoral: Como é possível um líder ser reconhecido pelas suas contínuas mentiras e ser apoiado? A constante presença na comunicação social e o reconhecimento da permanente concordância justificam o apoio dos eleitores? A acção e domínio da comunicação social justificam o sucesso de A. COSTA ou há outras razões? O que sabe o PSD e o que não faz para que o PS, sacrificando o futuro do país, assegure a sua força eleitoral? Quem são os eleitores que se escondem na ABSTENÇÃO e formam a maioria silenciosa?

3.   Xi Jiping, Presidente da China, visita Portugal para desafiar a EUROPA: O que leva um GIGANTE a dar atenção a um ANÃO? Qual o verdadeiro significado da aposta da CHINA em PORTUGAL? O que vale a CPLP? Quem realmente está a pensar em ANGOLA, BRASIL, MOÇAMBIQUE? Quanto vale e quem ocupa o ATLÂNTICO - SUL?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

245ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política» 28/Novembro/18


FORUM Fazer-A-Política48
Lisboa, 28 de Novembro de 2018
Assunto: 245ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa

Caro(a) companheiro(a),

Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 28/Novembro/18, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 245.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – As últimas eleições para o PSD de 2017 (16,07%), sem coligações, ainda foram piores que as anteriores em 2013 (16,70%). PSD na AML obteve 11,2%, atrás do CDS. Agora as sondagens tendo em vista as próximas legislativas em 2019 mostram o PSD em queda persistente, o que quer dizer que RUI RIO nesta fase pelo menos, ainda a larga distancia da meta, não consegue suster a queda do PSD e prepara-se, porventura, para enfrentar um resultado que espartilhe o PSD como grande partido nacional. É uma discussão de grande interesse, compreender, por exemplo, que enquanto tem sido o PS nos outros países a sair de cena no caso português esse combate desencadeia-se centrado no PSD. O PSD é um Partido do centro político. Não e um partido da direita e não é um partido da esquerda, mas um partido que abarca tendencialmente, umas vezes mais acentuadamente e outras vezes menos o eleitorado que vai do centro para a direita e do centro para a esquerda. Não compreender isto é ignorar questões centrais sobre política. Certamente que o PSD é um Partido da CLASSE MÉDIA obreira, de iniciativa, que apela a todos aqueles que desejam lutar por ascender no quadro social por mérito próprio e que se esforçam para isso. O PSD não é um Partido da DIREITA, mas um partido que abarca a direita, com o que isso representa. RUI RIO enfrenta um enorme desafio porque enfrenta a verdadeira Direita que reside escondida dentro do PSD e que o desgasta fortemente.

Ponto 2 – O papel da MISERICÕRDIA desde o seculo xiv que é muito claro, muito embora em algumas fases assumisse posições e políticas menos adequadas aos seus proósitos e MISSÃO. A escolha dos Provedores são uma escolha política e isso tem consequências. Também, o papel do MONTEPIO e propósitos são claros. Mas também no seu percurso ambições desfocadas encaminham para o percurso errado. Sempre que ocorre a instituição, sofrendo de lutas pessoais tem dificuldades. Vive actualmente um momento muito difícil que urge ultrapassar. Mas sem a MISERICÓRDIA que não deve interferir, antes, porém, realizar a sua MISSÂO de SANTA CASA.

Ponto 3 – O grande país que é ANGOLA merece um futuro que esteja consonante com o desenvolvimento das PESSOAS e neste caso dos angolanos. É difícil proporcionar a TODOS os angolanos as melhores conduições por que cada um é diferente e esquece-se do seu concidadão. José eduardo dos Santos ultrapassou os exageros que João Lourenço quer menos menos corrigir numa importante parte. Esta de ser dono do livro de cheques do Banco Central é calamitoso e um indicador da maior atribulação. Veremos no futuro próximo o futuro mais distante. Todos podem ganhar mesmo que alguns ganhem mais que outros.

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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes:

1.   Sondagens pressionam PSD e dão sinal político de grande preocupação: O que valem as sondagens? Que credibilidade dar às sondagens? Dando indicações negativas sobre o PSD, como interpretar? Por que as áreas metropolitanas confrontam negativamente o PSD? Quando RUI RIO assumiu a presidência tanto a AML como a AMP registavam ou não o PSD em profunda crise?

2.   Uma aliança política de desnatação da MISERICÓRDIA de LISBOA com o MONTEPIO: O que leva a MISERICÓRDIA a centrar-se no apoio a um BANCO, mesmo sendo o MONTEPIO? Portugal sendo um dos países com maior nível de pobreza na EU será que a MISERICÓRDIA faz o que lhe compete à dimensão do seu poder financeiro? Que sentido tem o apoio da Misericórdia ao MONTEPIO? Qual a razão por que o MONTEPIO não obedece ao regulador financeiro, por excepção?

3.   Presidente João Lourenço, em PORTUGAL, faz frente a corrupção em ANGOLA: A afronta de João Lourenço a Eduardo dos Santos, ex-Presidente de Angola, é apenas uma operação de substituição de élites ou representa um esforço de redenção política? Quem realmente serve a nação angolana e quanto vale realmente o POVO Angolano? Em África quanto vale uma NAÇÃO?

Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício

O Forum hoje 2018 11 21 Plenário Concelhio de Lisboa

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O Forum hoje foi : Debate de RR com os militantes do PSD de Lisboa

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

244ª Sessão do FORUM << Fazer-A- Política >> 7 de Novembro de 2018

FORUM Fazer-A-Política
Lisboa, 24 de Outubro de 2018

Assunto: 244ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», uma iniciativa ao encontro dos militantes do PSD Lisboa


Caro(a) companheiro(a),


Esta sessão realiza-se em Campo de Ourique, Praça São João Bosco n.º 3-B, na Quarta-feira, dia 7/Novembro/18, pelas 21h30, sede da Distrital de Lisboa do PSD. Esta é a 244.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». O FORUM realiza-se às Quartas-feiras. Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
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Ponto 1 – Os problemas de ética política são muito relevantes, mas pouco atendidos na prática. Os políticos rapidamente aprendem a defender-se e a agirem com pessoas normais como se não soubessem estarem sujeitos a escrutínio público. A questão é que ao fim de vários anos acabam por se admitirem acima das polémicas e com direitos decorrentes da imunidade política e parlamentar. Por um lado, exercitam o poder e a sua importância como cidadãos públicos pertencentes ao órgão legislativo, importantes por influírem no País através das suas influências e relações de cumplicidade entretanto desenvolvidas. Isolam-se e tergiversam para aproveitar o máximo de oportunidades decorrentes muitas delas de facilidades, porque os seus actos são de sua deliberação pessoal, sem escrutínio imediato. Por experiência e conhecimento de outros comportamentos adversos apreendem o lado facilitador e oportunista, muito agarrado ao sentido humano e animal de viver a vida aproveitando o máximo e tirando o partido de processos menos rígidos. Este foi mais um caso que ocorreu dentro do grupo Parlamentar do PSD. O autor com fortes responsabilidades políticas, de poucas palavras e seco, reagiu com a espontaneidade de quem se sente com direitos, sem obrigações e deveres. A boa formação e o exemplo deveriam ser a referência, mas infelizmente os «BANHOS de ÈTICA» são palavras, apenas, sem consequências e com efeitos muito negativos. Para reflectir!

Ponto 2 – A discussão e aprovação do Orçamento do ESTADO é sempre um dos principais momentos políticos de maior importância para o País e para os cidadãos, em particular, pelos efeitos daí resultantes para as empresas e para os cidadãos. Este ano é mais um , num jogo político de alto RISCO, As cativações têm sido o defraudar das responsabilidades políticas. O jogo encoberto dos números sempre presente, em qualquer orçamento é a POLÌTICA no seu melhor. Este ano temos mais benefícios a distribuir para satisfazer os ELEITORES e uma maior carga de impostos encoberta (indirectos) a par de um nível de endividamento excessivo suspenso e suportado em baixas taxas de juro. Se as taxas de juro variam um pouco e se o crescimento económico não se confirma. TODOS compreenderão nesse instante o buraco monumental em que estamos metidos. O buraco em que CONTINUAMOS metidos! Consumo privado 1,9%, investimento 7%, exportações 4,6%, importações 4,8%, crescimento da economia 2,2%, défice 0,2%, dívida no PIB 118,5% e desemprego 6,3%. Redução do IRS, aumento (marginal) dos salários da função pública, pagamento progressões de direitos obtidos em 2019, atualização das pensões, redução nos cortes das pensões antecipadas, gratuidade dos manuais escolares até ao 12.º ano, reforço do abono de família entre os três e seis anos, diminuição da fatura da luz e passes em Lisboa e Porto.

Ponto 3 – As eleições no Brasil deu a vitória a um ex-capitão do exercito, sem partido político, vencendo o PT de LULA. A sombra de Lula assusta os brasileiros e estes chumbaram o seu candidato. O vice-presidente é um general.
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Propõem-se, para esta semana, os temas e questões seguintes: 

1. Ética no PSD de deputados que ‘picam o ponto’ e confirmam ‘presença’ com ausência: É lícito e moral que um deputado confirme a sua presença no plenário quando está ausente, a centenas de quilómetros? O que vale o escrutínio público dos deputados quando, sucessivamente, demonstram desrespeito em cumprir os seus deveres e obrigações públicos? Quais são, então, as funções, deveres e responsabilidades dos deputados? As sanções são meramente políticas ou nem sequer há sanções?

2. Orçamento de Estado 2019: O que representa a estimativa de crescimento de 2,2% e de défice de 0,2%? O que é realmente importante o défice ou o crescimento? Ou, será mais relevante a dívida no PIB de 118,5%? Se as taxas de juro subirem, mesmo ‘ligeiramente’, o que acontece a todos estes indicadores e à economia portuguesa? Quanto vale a taxa fiscal (carga de impostos) para a vida dos cidadãos comuns, reconhecida uma das mais pesadas na Europa?

3. Eleições no BRASIL ganhas por Bolsonaro: Sabe que as eleições no Brasil são obrigatórias e isso é bom ou mau? O que significa para o Brasil e para o mundo a eleição de um candidato fora do sistema partidário tradicional? O que significa hoje o PT dentro do sistema partidário brasileiro? O que pensar sobre as consequências deste resultado eleitoral de um candidato ex-capitão do exército que escolhe um general para vice-presidente?


Saudações social-democratas,
J. Augusto Felício