quarta-feira, 24 de março de 2021

338.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 24 de Março de 2021

Assunto: 338.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a quadragésima sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 24/Março/21, pelas 21h30 e corresponde à 338.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço eletrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 –  O PSD está a marcar o ritmo eleitoral autárquico 2021 com o anúncio programado dos seus candidatos autárquicos e a confrontar os partidos do governo. Por outro lado, com estes seus anúncios neste tempo está a submeter a  oposição interna até agora contundente e afrontosa com Rui RIO. Ainda ocorre que os candidatos estão a ser escolhidos e reconhecidos pelos militantes e pela sociedade portuguesa. Rui RIO sempre disse que o seu mandato ficaria marcado decisivamente pelo comportamento e resultados das eleições autárquicas, que precisa ganhar no sentido de aumentar o numero de Camaras e freguesias encabeçadas pelo PSD. Nunca o score autárquico do numero de autarquias do PSD foi tão baixo, tendo as últimas eleições de 2017 sido um autêntico desastre, nomeadamente com o resultado escandaloso alcançado em Lisboa, ficando em terceiro lugar muito atrás dos resultados obtidos pelo CDS-PP. Uma vergonha que tem responsáveis. A apresentação de CARLOS MOEDAS para candidato a Lisboa está a provocar uma REVOLUÇÃO política dentro do PSD. Como se vê uma simples decisão de escolha acertada promoveu alterações profundas, desde já, e acredita-se que vai acentuar-se. Essa é a expectativa de grande parte dos militantes e também, noutro sentido, dos lisboetas e da sociedade portuguesa. A antecipação no anúncio de grande parte dos candidatos às autárquicas por parte de Rui RIO está a provocar um enorme efeito político positivo, pela oportunidade e pela qualidade dos candidatos. Porém há que atender que nem tudo certamente vai correr bem, e alguns mais desesperados esperam esses momentos para se fazerem ouvir. Se alguém os ouvir é um sinal político relevante e a oportunidade para corrigir. O PSD é o grande Partido do DESENVOLVIMENTO. ÚNICO.


Ponto 2 –  O drama nacional são vários. Primeiro, dispor de um PS que não se identifica com o País e apenas com interesses profundamente instalados e soturnos (ex., casos EDP e TAP). Segundo, é um partido intransigente na defesa do ESTADO gastados, megalómano, burocrático para extrair mais e melhor, que apenas sabe gastar e para isso aumenta os impostos a níveis abrasadores e de estrangulamento da sociedade. Terceiro, o PS não gosta das empresas, especialmente das empresas privadas e da iniciativa privada o que tem sido arrasador para a sociedade portuguesa. Quarto, o PS luta contra os partidos da direita que considera prepotentes mas apoia e sustenta-se no PCP como Partido estalinista e criminoso conforme regista a história, bem como a Coreia do Norte, o povo mais escravizado do mundo neste tempo, escondido e massacrado, protegido pela CHINA. Quinto, O PS agarra-se ao Bloco de Esquerda um partido radical e ao PCP um partido estalinista com consequências económicas e políticas tremendas para o pais. Ocorre que o BE precisa do PS para se segurar no eleitorado e o PS hesita porque também vai entrar em queda. Agora vem a chantagem que é uma falsa chantagem na realidade.


Ponto 3 A questão da DEMOCRACIA e a questão da ECONOMIA são o ponto central de qualquer sistema político, a grande moeda que pode ser gerida de formas distintas, consoante os sistemas políticos em questão. É o caso do sistema ocidental, baseado na democracia como é verdadeiramente entendida na versão filosófica e cultural, e dos sistema chinês e soviético baseados num conceito de democracia centralizada, como dizem, com efeitos diferenciados em termos sociais e para a sociedade. O confronto estre estes sistema exige a sua compreensão e não embarcar na música adormecente e encantada. Os efeitos são tremendos, aprazo.


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1.    RUI RIO anuncia candidatos autárquicos e controla oposição interna: É ou não o tempo certo para anunciar os candidatos autárquicos? Qual o espaço político para a oposição interna a Rui Rio, face à antecipação dos candidatos autárquicos? Como irão reagir esses opositores? O que levou PAULO RANGEL a recusar o convite para candidato à C.M. do PORTO? Qual o tempo certo para anunciar candidatos? Já reparamos ou não a grande aproximação ao líder por parte dos seus opositores? Em termos políticos, o que é isso de oposição interna?


2.    BE chantageia e simultaneamente agarra-se ao PS para segurar eleitorado, mas desgraça o PAÍS: Percebemos ou não que o BLOCO de ESQUERDA ameaça não votar o OE 2022? Porquê? Qual o significado político? Sabe que a ESQUERDA radical ao «inchar» o ESTADO está a exigir mais impostos e a desgraçar o País? Compreendemos ou não que esta desgraça identifica o pensamento político de António Costa e o seu PS? Devemos «inchar» o ESTADO ou desenvolver o País?


3.    DEMOCRACIA e ECONOMIA, os elementos críticos de confronto entre CHINA e Ocidente: Compreendemos realmente que a democracia e a economia são as faces da mesma moeda que suportam o desenvolvimento com respeito pelas PESSOAS? Como é possível essa mesma moeda – democracia e economia – ser aplicada por um regime ditatorial e outro regime democrata? Quais as consequências para o desenvolvimento dos POVOS e da SOCIEDADE? Quais as consequencias quando tal é servido pelas duas potencias hegemónicas globais?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 10 de março de 2021

336.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 10 de Março de 2021

Assunto: 336.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a trigésima sétima sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 10/Março/21, pelas 21h30 e corresponde à 336.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço eletrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – Os momentos eleitorais para quem acompanha e participa na política são essenciais para compreender os processos eleitorais, a forma como se preparam e acontecem e as suas consequências, de cujos resultados deveríamos todos aprender. Por mais que se participe na política se alguma coisa é diversa em cada momento que passa são os actos e efeitos da política, a forma de fazer a política, na medida em que variam em cada instante. Cada acto eleitoral é diferente e os actos eleitorais autárquicos passaram a ser de grande impacto, para as comunidades onde ocorrem com efeitos aos diversos níveis regional e nacional, uns mais do que outros. No caso da CONCELHIA de LISBOA os actos eleitorais para as JUNTAS de FREGUESIA são relevantes para as comunidades locais, para o Concelho, para os actores políticos e para o PSD (neste caso). A escolha dos CANDIDATOS é relevante pelo seu perfil como pessoas com reconhecimento e pelo seu carcater e comportamento que deveriam ser tidos em conta. Substituir candidatos pelo mero «gosto ou não gosto» é um erro. Não temos de gostar mas de respeitar, mas para isso é relevante que concentrem esses candidatos essas condições. Mas quem decide deve dispor também de reconhecimento e do saber ouvir outros com PONDERAÇÃO e BOM SENSO. O «gosto» só por si é de índole pessoal não integra a sabedoria da comunidade. Vamos fazer as coisas bem feitas e pensar que estamos a lidar com PESSOAS! Sejamos ponderados.

Ponto 2 – Marcelo Rebelo de Sousa construiu a “Instituição MRS”, reconhecida em todo o país pela grande maioria dos portugueses. É uma PERSONALIDADE e uma questão de personalidade e caracter, do saber fazer a política.. A qualidade da política expressa-se no «FAZER-A-Política», o que nem todos nós reconhecemos difícil de realizar, por múltiplas razões que não se expressam por falta de espaço. O seu primeiro mandato marcou uma RUTURA no comportamento e forma de Fazer a Política e marcou o seu mandato reconhecido na expressão eleitoral avassaladora. Marcou uma enorme diferença face a Cavaco Silva, como referido essencialmente diferente. Muitos, hoje, vivendo-se em pandemia (COVID19), referem que a sua acção tem sido muito relevante ao nível da SAÚDE MENTAL. Introduziu sucessivamente a ESPERANÇA utilizando a palavra, as ideias, os afectos e a vontade de olhar para o futuro diferente. Vamos ver como vai ser a sua relação com os políticos e especialmente com o governo PS, apostado na estatização sem retorno da sociedade portuguesa. Um sistema que caminha para uma grande prisão!

Ponto 3 CHINA é referencia como potencia MILITAR e económica. Sempre se colocou a questão de saber qual o momento em que este DRAGÂO tomaria a decisão de sair do seu espaço em busca do mundo. É um dragão especial, implacável, silencioso, dominador, profundamente racional, destemido e na aparência suave. O que está a acontecer a HONG KONG tem de alertar o mundo para o que aí vem. Cada coisa por sua vez, passo a passo e o que está a acorrer no mundo não é bonito de se ver. No final ou o mundo desaparece ou este IMPÉRIO desaparece. Até esse momento todos vamos pagar o sofrimento, uns mais do que outros, claro!

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1.    A escolha dos candidatos às JUNTAS de FREGUESIA de Lisboa, mais uma dificuldade: Tem sentido não voltar a envolver os anteriores candidatos às Juntas de Freguesia de Lisboa? Queremos candidatos «amigos» ou candidatos com reconhecimento e notoriedade? Será que se conseguem candidatos cúmplices e com notoriedade? E se forem escolhidos candidatos que pensam diferente, com estrutura mas dos quais discordamos, defensores do PSD?

2.    O futuro do segundo mandato do PRESIDENTE da REPÚBLICA que é MRS: É ou não verdade que o primeiro mandato se caracterizou pelo intimismo pessoal, emoção na relação e presença dentro de cada casa com o «selfismo«? Qual a importancia da estartégia de envolvimento e presença com afectos, para os portugueses? Qual o contributo para a saúde mental dos portugueses e no estímulo de ESPERANÇA? Como será agora o segundo mandato?

3.    Alteração do SISTEMA ELEITORAL para controlo político de HONG KONG pela China: Qual o significado político para o mundo da integração à força de HONG KONG no sistema político da China? Como é possível no munda da «hiper» tecnologia do acesso à cpmunicação e informação fazer o CONTROLO das ‘Mentes’? É ou não relevante reflectir, hoje, sobre os processo orwelianos (1984) quando dispomos de níveis de conhecimento ímpares na história das civilizações?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 3 de março de 2021

335.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 3 de Março de 2021

Assunto: 335.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a trigésima sétima sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 3/Março/21, pelas 21h30 e corresponde à 335.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço eletrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – A pressão no PSD sobre a escolha dos candidatos às eleições autárquicas previstas para Outubro 2021 tem vindo a ganhar intensidade desde o final do ano de 2020. Rui RIO tem sido confrontado sucessivamente e de forma crescente, o que é natural e sempre foi assim quando se avizinham eleições. É muito interessante o crescendo de interesse e disputa para a escolha dos candidatos, por razões políticas, razões pessoais (ambições), razões de exercício do poder e afirmação e razões sociais. As eleições autárquicas, seja para concelhias ou freguesias ganharam enorme importância. Basta compreender o nível de dependência que os cidadãos têm dos poderes autárquicos, seja para o que for da sua vida. A questão referente à autarquia de LISBOA é decisão maior pelo poder que os eleitos detêm na gestão da cidade. Há as razões positivas e as razões negativas. Outra razão que dá importância ao domínio político da autarquia tem a ver com os apoios as eleições LEGISLATIVAS, na candidatura para Primeiro Ministro. Ser Presidente da CML equivale a ser MINISTRO com muita influencia e para o PSD um suporte essencial para ser um partido de GOVERNO. RUI RIO escolheu CARLOS MOEDAS e serenou a sua oposição interna, para já. Jogou um trunfo que calou os seus opositores e concedeu-lhe ar para respirar, para poder pensar e artilhar a conquista do GOVERNO. A questão das coligações a negociar por Carlos Moedas vai ser muito relevante e a escolha de candidatos para as FREGUESIAS um sério problema. É assim!

Ponto 2 – O problema da construção do NOVO AEROPORTO de LISBOA retrata bem o comportamento das ELITES nacionais. Parece que não é assim, mas se pensar melhor verificará que PORTUGAL tem um problema estrutural, por não dispor de elites estruturadas e reconhecidas, desde o seculo XIX. Um problema ancestral que o ESTADO reflecte bem, nomeadamente na forma como se realizam os negócios do ESTADO e como são cobrados os IMPOSTOS e quem os paga. A questão da corrupção explicita é visível mas a corrupção implícita é terrivel. O NOVO AEROPORTO cumpre o seu papel até cumprir o seu papel e até aí vai discutindo o seu papel e colocando novas alternativas. Basta analisar «QUEM É QUEM?».  

Ponto 3 A COVID-19 é um problema sério a partir do momento em que passou a sê-lo (La Palisse). O que é muito interessante nesta discussão é perceber a preocupação da ALEMANHA desejar cobrar um IMPOSTO sobre o TELETRABALHO para compensar o LAYOFF das empresas alemãs que sobre do efeito pandémico. Boa reflexão.


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1.    CARLOS MOEDAS candidato do PSD à autarquia de LISBOA: A escolha concretizada do candidato à autarquia de LISBOA é mobilizadora e feita no tempo certo? CARLOS MOEDAS é o candidato certo para disputar a Câmara de Lisboa? Carlos Moedas dispõe de condições políticas e perfil pessoal para transformar e dinamizar o PSD em Lisboa? A cidade de LISBOA com Carlos Moedas será ou não uma cidade diferente e mais inclusiva para os lisboetas? O que trás de novo a Lisboa, Carlos Moedas?


2.    A “SAGA” portuguesa do “Novo Aeroporto de Lisboa”, finalmente, chumba local MONTIJO: Lembra-se da aposta e escolha ‘decisiva’ de construir o NOVO Aeroporto na OTA? Lembra-se, depois, de fortes contestações que levaram a considerar a alternativa na margem sul como «JAMAIS!»? Participou na enorme discussão da «Portela» estar rebentada pelas costuras e depois suportar mais do dobro dos passageiros? Assiste à contestação ou debate no Aeroporto em MONTIJO versus ALCOCHETE? Assiste agora ao chumbo da construção no MONTIJO e será que compreende alguma coisa? Por que é esta obra tão difícil de decidir? Sabe que vários P-M mentiram sobre as suas decisões e conhece as razões?


3.    Na ALEMANHA com covid19, criam-se IMPOSTOS sobre teletrabalho para pagar LAYOFFS: Conhece a saga dos «CISNES NEGROS»? Que relação encontra entre «o cisne negro» e a COVID-19? Sabe que na Alemanha o governo discute a criação de imposto sobre os trabalhadores em teletrabalho para compensar as situações de «LAYOFF»? Sendo o layoff uma medida com efeitos sociais e económicos, tomada no quadro e ambito da política, tem sentido tributar o teletrabalho obrigatório para compensar o layoff? Já reparou que a medida da tributação do teletrabalho é tomada pelo governo da Alemanha?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

334.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 24 de Fevereiro de 2021

Assunto: 334.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a trigésima sexta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 24/Fevereiro/21, pelas 21h30 e corresponde à 334.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço eletrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – A primeira reunião do FORUM teve lugar em 24 de Outubro de 2012, na sede da Concelhia de Lisboa, no edifício do Campo Pequeno. O FORUM «Fazer a Política» foi o único espaço de debate aberto aos militantes do PSD de Lisboa, depois do fecho das secções residenciais’ (A. Alvim, in Livro, 2017, pp. 19-27). «É admirável a vitalidade e perseverança com que um grupo de militantes de um Partido encarou o debate de ideias. Falamos de 200 sessões de debate semanais, sem interrupções, onde diversos temas foram abordados. Mas mais admirável ainda é perceber o quadro e o contexto. Não é displicente olhar com atenção para a data da primeira sessão. Falamos do ano de 2012.» (Miguel Pinto Luz, in Livro, 2017, pp. 7-9). «As reuniões do FORUM decorrem com organização e ordem as necessárias ao seu funcionamento e com informalidade» (Abílio Vilariça, pp.17-18). «Poder discutir a POLITICA de forma profunda e disciplinada, dentro do PSD, com o apoio da Concelhia e <Distrital de Lisboa, sobre temas específicos, sempre diferentes, previamente propostos, tem sido um PRIVILEGIO.» (J. Augusto Felício, in Livro, pp.50-52). «É verdade. Alguém no PSD decidiu em boa hora dar voz aos militantes deste partido para dialogarem sobre diversos temas da nossa sociedade (José Mourisca, in Livro, p. 55). «Ao reflectir sobre este Forum resolvi consultar os meus arquivos de correio electrónico e verifiquei que recebi a primeira ”convocatória” para Fazer-A-Política em maio de 2013 e lembro-me que gostei do formato que também lá vinha descrito» (Luiz Coutinho, in Livro, pp.61-62). «Ao considerar a natureza, os objectivos e as circunstancias que caracterizam o “Forum Fazer A Política<2 fui convocada, instintivamente, para as reflexões de Hannah Arendt, cujo pensamento filosófico-político há muito me norteia e me serve de referência na Política» (M. Emília Apolinário, in Livro, pp.63-66). «Com uma enorme dedicação o Prof. Felício propôs e elaborou os temas da semana, temas para os quais levantava questões que suscitavam o debate» (Ruy Arriaga, in Livro, pp.80-81). «Quero através do meu contributo felicitar as pessoas que, de uma forma ou outra, contribuíram para a continuação do debate politico entre militantes, criando o FORUM Fazer A Política» (Virginia Abelha, in Livro, pp.84-86). «O momento mais marcante deste processo, no caso particular da Concelhia de Lisboa, tem lugar quando se fecham por ‘decreto’ as SECÇÕES RESIDENCIAIS» (Zita Terroso, in Livro, pp.89-90).


Ponto 2  O atentado aos símbolos e monumentos que representam a saga das descobertas e a colonização de ANGOLA; MOÇAMBIQUE; TIMOR; GUINÉ; CABO VERDE exige reflexão política profunda sobre a realidade política em movimento, controlado e mobilizado pelo Partido Socialista apoiado na extrema esquerda e pelo PCP. São atitudes ultrajantes que retratam a falta de caracter de quem se envolve nestes processos, como pertencessem a uma CASTA sublime, pura e detentora da única VERDADE. Uma vergonha e muito preocupante, pois retrata a fragilidade da EDUCAÇÂO que PORTUGAL não conseguiu até hoje promover para construir PESSOAS INTEGRAIS, reconhecidas e que se reconhecem. O País está a produzir monstros com consequências funestas. Este é um facto político crítico. Uma sociedade sem valores e princípios e sem EDUCAÇÂO de qualidade tem tendência a desaparecer na ferocidade dos acontecimentos. Vamos salvar TODOS os monumentos e símbolos da PORTUGALIDADE de Camões e Gil Vicente a Fernando Pessoa e Agustina e Eduardo Lourenço.

Ponto 3 A questão islâmica na EUROPA é uma questão política focal e crítica. A maior evolução do mundo e da civilização actual é baseada na tolerância, solidariedade e HUMANISMO. A violência islâmica é terrível ao evocar os MEDOS profundos da violência e da morte, contraria aos princípios da sociedade e civilização ocidental.


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1.    REFLEXÃO, ainda não realizada, sobre PAPEL e importância política deste FORUM: Sabe o que é o FORUM Fazer a Política e porque foi criado? Reconhece ou não importância política ao FORUM? Sabe que no FORUM se discute POLÍTICA com elevado nível de conhecimentos sobre a política? Sabe que todos aqueles nossos companheiros que participam consideram ser este FORUM muito relevante para a compreensão prática da política? Estas são questões que relevam o passado e importância reconhecida, ora a questão central agora é saber como olhar para o FUTURO da discussão política? Qual o papel que o FORUM deve desempenhar, ou não?  


2.    ATENTADO aos monumentos e SÍMBOLOS dos descobrimentos e colonialismo, pelo PS: Como é possível que o Partido Socialista renegue os monumentos e símbolos de PORTUGAL e da civilização portuguesa? Como é possível no seculo XXI o Partido Socialista apoiar MILITANTES que atacam o passado político dos portugueses, sem o sentido mínimo dos factos históricos e da história? Como encarar este governo e o Partido Socialista que nos governa quando RENEGA i«o PASSADO? Que País somos? Que EDUCAÇÂOnão temos? Não acha inacreditável e insustentável um governo e um Partido Socialista que renega o passado e os factos históricos?


3.    Lei para travar o radicalismo ISLÃMICO na Assembleia Francesa: Sabe que a FRANÇA confronta-se com comunidades islâmicas violentas e fechadas que colocam em causa a cultura e a sociedade francesa? Sabe que em Paris, por exemplo, há bairros islâmicos segregados onde a polícia não consegue entrar? Sabe que há uma estratégia ISLÂMICA para islamizar a FRANÇA e que MACRON finalmente está a reagir? O que é e o que representa a CULTURA OCIDENTAL Face ao confronto da islamização no coração da EUROPA? Quais são as consequencias políticas, sociais e sociolágicas para os países ocidentais?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

333.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 17 de Fevereiro de 2021

Assunto: 333.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a trigésima quinta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 17/Fevereiro/21, pelas 21h30 e corresponde à 333.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço eletrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – Cada vez mais os politólogos e os cidadãos mais conhecedores da política e da dinâmica partidária se interrogam sobre o futuro da organização partidária, sobre o próprio sistema político e como se estrutura. A importância é enorme porque há alguns princípios e valores que determinam a forma com as sociedades se organizam e exercem o PODER. A questão deste exercício é fundamental para assegurar o desenvolvimento da sociedade e da oportunidade que é concedida aos cidadãos para se realizarem como pessoas e como profissionais. As questões da LIBERDADE e da livre expressão de pensamento e ideias e o debate que lhes está associado são cruciais. Em questão nesse exercício do poder de gerir o ESTADO e a sociedade estão as ideologias, ou seja os modelos de sociedade, considerando a relação entre os cidadãos e as opções que realizam de forma mais ou menos livre ou condicionada. As questões da MILITÂNCIA, o papel dos Órgãos de comunicação Social o exercício LEGÍTIMO do poder para governar, são eternas questões que nunca estão asseguradas e que exigem discussão permanente. PSD enfrenta grandes dilemas como PARTIDO que tem desempenado relevante papel em PORTUGAL, em transformação. A PROFISSIONALIZAÇÃO da POLÌTICA é um debate pertinente, outra vez, quando se aproximam as eleições autárquicas, onde reside um relevante poder.


Ponto 2 Discute-se a alteração das leis autárquicas, no que se refere aos constrangimentos e limitações introduzidas no acesso de grupos de cidadãos a concorrer aos órgãos autárquicos, nomeadamente para a presidencia de uma autarquia. A LEI impõe regras que determina serem os PARTIDOS, na pratica, as únicas entidades com direito a disputarem o poder autárquico. Não o exprime taxativamente, por enquanto, mas as dificuldades que introduziu são de tal monta que praticamente inibe que cidadãos independentes possam candidatar-se sem que pertençam ou acordem com os Partidos e no quadro partidário. Uma discussão política da maior relevância.


Ponto 3 O Partido Socialista (23,02%) obteve a vitória na Catalunha obtendo o maior número de votos, mas o mesmo número de 33 deputados (mais 17 que nas eleições anteriores) que a Esquerda Republicana da Catalunha (21,31%), e mais um que o Juntos pela Catalunha. Vox entra em força no Parlamento com 11 deputados. A Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) e o Juntos pela Catalunha conseguem 65 lugares num parlamento de 135 assentos. O Ciudadanos tem o maior trambolhão, perdendo 30 lugares no parlamento relativamente à legislatura anterior, passando de 36 para 6 deputados. Os independentistas têm maioria absoluta e, se chegarem a entendimento, poderão formar um governo pondo à prova o executivo de Madrid.


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1.    A MILITÂNCIA essencial providencia a dinâmica de mobilização e implantação política: Nestes tempos de redes sociais a MILITÂNCIA política ainda faz sentido? Quem são os MILITANTES partidários e para que servem? Os PARTIDOS sobrevivem sem militância e apenas com os POLÍTICOS PROFISSIONAIS? Quem são e o que mobiliza os profissionais da política para se dedicarem à política? Como é possível estabilizar e assegurar no tempo um Partido Político, nestes tempos de redes sociais? Os partidos conseguem sobreviver, hoje, sem profissionais da política? 

 

2.    Contestação da lei que reforça o Cartel Autárquico e reduz iniciativa cívica: O que leva os PARTIDOS a cersearem os cidadãos comuns a concorrerem a cargos políticos, como agentes cívicos? Para um cargo autárquico é ou não relevante o concurso dos cidadãos comuns? Será que apenas os Partidos Políticos devem concorrer em eleições? Será que a única forma de organizar a intervenção política concorrente a eleições apeneas se deve restringir aos PARTIDOS?


3.    Eleições na Catalunha conferem maioria (52%) aos independentistas: Como interpretar os resultados das eleições na Catalunha? Tendo os independentistas obtido a maioria se formarem governo como reagirá o governo de MADRID? Que implicações têm estes resultados no quadro de interesses políticos português?


Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

332.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 10 de Fevereiro de 2021

Assunto: 332.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a trigésima quarta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 10/Fevereiro/21, pelas 21h30 e corresponde à 332.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço eletrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 –  O processo autárquico está em curso na logica interna do PSD, o que leva os seus órgãos políticos a promover discussões, caso da Concelhia de Lisboa e da Distrital de Lisboa. Discutir estes processos é muito positivo, agora utilizando a voa digital (virtual), com um pecado político de grande valia que passa pela impossibilidade de estar frente a frente dos nossos companheiros, de sentir o calor directo das discussões a sua emotividade, expressões, dizeres complementares cheios de significado, perceber os ajuntamentos, cuidar do calor humano que envolve cada um de nós nos seus interesses e desinteresses, dúvidas ou certezas. Sem este TEATRO não se faz a política, razão porque os tempos a que assistimos são politicamente profundamente adversos e atentatórios da liberdade e da democracia, se não lutarmos por rapidamente desejarmos alterações e o termo deste processo de confinamento. As eleições autárquicas são fundamentais para o PSD e movimentam muitos interesses, desejos, arrogâncias, simpatias, convicções e lugares para ocupar, sobre os quais muitos já pensaram e tudo farão par os conseguir. Não é bom nem é mau é parte integrante do FAZER a POLÍTICA. Vamos discutir e encontrar os melhores processos para que sejam limpos e cuidados, com alguns pecados naturais, que depois alguns muitos compreendem. O papel das ESCOLHAS dos candidatos é determinante, logo, quem está nos órgãos quer exercer essa prerrogativa. Mais acima na hierarquia aparece Rui RIO que vai fazer limitações e escolher aqueles que lhe aprouver, não se sabendo de que modos o fará.


Ponto 2 – Estamos a passar a terceira vaga do CONFINAMENTO e vivemos períodos sucessivos de emergência, com liberdades cerceadas, com implicações tremendas a título PESSOAL, FAMILIAR, SOCIAL e ECONÓMICO. Ests quatro níveis de análise são relevantes compreender para tudo fazer para sairmos desta «loucura» o melhor possível. É um tema político de primeiro nível que temos de discutir para compreender e atenuar os seus efeitos. O papel do GOVERNO  e do ESTADO é essencial e todos compreendendo as dificuldades carreamos muitas dúvidas sobre as nossas vidas. A questão económica vai ser avassaladora, o que associado com os desesperos pessoais e familiares marcam o clima sociológico que vai marcar a sociedade pós-pandemia.  


Ponto 3 – NAVALNY sofreu uma tentativa de envenenamento da qual saiu com vida pelo extraordinário apoio dado pela senhora MERKEL, a mesma que ultimamente na sua despedida da politica activa na Alemanha, colocou tos o País a aplaudir durante mais de 6 minutos, com o país parado. Caso único na história da ALEMANHA, que representa a grandeza de MERKEL. Salvou NAVALNY que cinco meses depois sabendo eu seria preso por PUTIN , de quem é opositor arriscou com coragem. Cabe a todos ajudar. BORRELL deslocou-se a Moscovo para falar com LAVROV e foi humilhado. A UNIÃO EUROPEIA foi humilhada pela RÚSSIA. É necessário retirar consequências políticas.

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1.    Concelhia de Lisboa com as autárquicas confronta Rui Rio: É acertado ou não discutir, desde já, o processo das eleições autárquicas 2021? Concordamos ou não que quanto mais discutirmos e apresentarmos os diversos pontos de vista mais nos mobilizamos para o combate autárquico? Quando se aborda a questão do perfil, qual a base de referência a considerar? Qual o papel e influência de Rui Rio na escolha dos candidatos?  


2.    Confinamento, estado de emergência e pobreza extrema no descalabro da economia portuguesa: Já percebemos verdadeiramente as implicações do confinamento e do estado de emergência? Compreendemos que grande parte da população está em regime de entrada no estado de pobreza extrema? Será que entendemos as implicações sociais de termos um país dos menos desenvolvidos da Europa? Que consequencias económicas e sociais para o país na saída do confinamento? Será que admitimos ou não um novo ‘DEFAULT’ (incumprimento) proximamente? O que tem feito este governo socialista?


3.    PUTIN manda prender NAVALNY e EU com ‘BORRELL e humilha-se frente a LAVROV: Qual o papel da RUSSIO no quadro político internacional e nas suas relações com a União Europeia? Sabem quem é NAVALNY e que teve uma tentativa de envenenamento por questões políticas associadas a PUTIN? O que leva BORREL, equivalente a Ministro dos Negócios Estrageiros da EU a submeter-se a humilhação em Moscovo, na presença de LAVROV?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

330.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 27 de Janeiro de 2021

Assunto: 330.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a trigésima sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 27/Janeiro/21, pelas 21h30 e corresponde à 330.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço eletrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – As eleições autárquicas que se vislumbram para Outubro deste ano estão a agitar o PSD. É natural por diversas razões de sentido e conteúdo diferentes. Por um lado, o PSD que tem tido desempenhos sucessivamente negativos nas duas últimas eleições pretende inverter o sentido de decrescimento da sua influencia na sociedade portuguesa, com efeitos nomeadamente ao nível da percepção com reflexo nas eleições legislativas. Desde sempre foi um Partido predominante na sociedade portuguesa, situação que se perdeu de forma muito preocupante e negativa para o País. Urge tudo fazer para inverter a tendência. Por outro lado, há muitos com vontade de desempenharem funções autárquicas, por boas e por menos boas razões. Esta é outra reflexão determinante para compreender porque se ganha nuns casos e se perde em outros. Há interesses pessoais e egoístas que contrariam o interesse público, de uma função nobre. Em muitos casos trata-se de garantir o emprego, a sustentação de famílias, o que envolvendo a política é sempre um ponto com implicações negativas para a sociedade. O equilíbrio de interesses é um ponto determinante da saúde política e da sociedade. No caso do PSD, as coisas têm sido muito preocupantes a tal ponto de o PSD ter acumulado derrotas sobre derrotas nas autárquicas, com enormes consequências. A disputa para já no controlo primário do sistema está a desencadear-se. Seguir-se-á a fase da disputa frontal. A questão, como sempre, reside em saber se no final cada uma das autarquias ganha e a sociedade. A outra questão envolve a saúde política do PSD e essa é central para o Partido e depois para o país.

 

Ponto 2 – Ocorreram as eleições presidenciais, no dia 24/1/21, com sete candidatos. Porém, Marcelo Rebelo de Sousa como incumbente, candidato ao segundo mandato, tudo indicava e confirmou-se ganhou à primeira volta com mais de 60%, ficando em segundo Ana Gome e m terceiro mas a par André Ventura, a principal surpresa pelo score alcançado. Está em questão a consolidação de um novo partido CHEGA, conotado com a extrema direita. Sobre as razões que sustentam o enorme score alcançado exige-se reflexão e compreensão. O sistema político em Portugal está em mudança e nada voltará a ser como dantes. A questão particular reside em saber qual o papel e posição do PSD. Uma discussão relevante, com consequências. Tudo está a mudar.   

 

Ponto 3 – Depois de Joe BIDEN tomar posse, este tomou múltiplas decisões, algumas delas para inverter ou anular anteriores decisões. No essencial nota-se um enorme alívio e ESPERANÇA com este novo Presidente americano. Ao nível interno nos USA e a nível internacional envolvendo importantes instituições e muitos países.  

 

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1.   Concelhia de Lisboa ‘desafia’ candidatos para as freguesias e para a Câmara de Lisboa: Quais são as condições de perfil dos candidatos às freguesias de Lisboa? Qual o momento adequado para determinar essa escolha? Quem escolhe esses candidatos, em que condições e quais os princípios a que deverá obedecer? Como compatibilizar os interesses individuais e entre grupos? Esses interesses de grupo devem subverter os interesses dos cidadãos? Qual a razão ou razões que levaram o PSD a ter uma enorme rejeição dos cidadãos com perda de juntas até então nunca registado?     

 

2.   MRS ganha expressivamente as eleições para exercer o 2.º mandato como PR: Considera ou não que o score obtido por MRS é uma mensagem determinante para um mandato de mudança de políticas no país? Admite que MRS irá ser mais exigente face ao governo ou não? A eleição de MRS, o Presidente dos afectos e o Presidente social, é relevante e positivo ou muito positivo para o País, ou pensa diverso? Como interpreta o desempenho dos restantes candidatos, em especial Ana Gomes versus André Ventura?

 

3.   Com a eleição de Joe BIDEN há mudanças na casa americana com efeitos no mundo: Uma semana após a eleção, o que pensa serem as grandes mudanças promovidas pelo novo Presidente? Considera mesmo que irão realizar-se grandes mudanças na política americana face ao trumpismo? A política americana, agora com BIDEN, vai ser diferente em relação ao anterior ou no essencial tudo se mantem na mesma? Se há alterações quais são?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício