quarta-feira, 30 de setembro de 2020

316ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 30 de Setembro de 2020

Assunto: 316ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a décima sexta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 30 Setembro/20, pelas 21h30 e corresponde à 316.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. Os trabalhos RETOMAM-SE com grande entusiasmo.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – No PSD a questão da criação dos NÚCLEOS em Lisboa é uma ‘polémica’ que quem exerce o poder político não quer que se conheça/saiba e que se discuta, sequer. Porém, neste caso tem sido difícil travar todas as discussões e quando aparecem a HIPOCRISIA é o curativo político, na habitual cena das palavras simpáticas, desculpas suaves e promessas encantadoras. Quem conhece a política sabe por experiência acumulada que a forma como se constrói o poder actual associada aos agentes que o exercem não podem admitir, a todo o custo, que os Núcleos sejam criados. Se o forem por alguma razão que fugiu ao controlo, então, há que desenvolver condições que assegurem o seu bloqueamento prático, no limite que não disponha de condições para funcionar. Ainda mais no limite se funcionar que ocorre apenas ocasionalmente até ao completo domínio dessas estruturas. O PSD está organicamente bloqueado e em definhamento há muitos anos, razão por que o PSD perde os seus MILITANTES e acabou com a militância. Os inscritos no PSD são importantes, apenas, neste sistema, para exercer a função de eleitos e votante e, tanto quanto possível, sem conhecimento da política. Os «militantes» do PSD já não se conhecem, apenas pertencem ao Partido porque se inscreveram. Este tema da criação dos NUCLEOS é político. Associado com o modelo de estrutura e organização do Partido é de grande valor e significado. Por isso, é fundamental que defendamos um PSD VIVO, activo e crítico.  


Ponto 2 – A discussão do OE é sempre o momento crítico e de máximo significado no exercício da POLÍTICA. O OE2021 é especialmente crítico dadas as consequências para PORTUGAL, no caso de não ser aprovado. O País tem muito a perder, pior quando vive numa situação de grande vulnerabilidade económica à beira da ruptura, com um dos maiores níveis de endividamento na EU e um DEFICE extraordináriamente elevado que agrava ainda mais esse endividamento. A sorte reside nas baixíssimas taxas de juro, em alguns casos negativas. Porém, uma fraca variação que seja representa caminhar para um novo «default» ou banca rota, com consequências terríveis para os portugueses. No caso do BE & PCP recusarem o OE2021, Presidente da República apela ao sentido de ESTADO do PSD. Mais uma vez, sucessivamente confrontado desde 1995, o PSD ao reagir com o seu sentido de ESTADO fragmenta-se e estilha como Partido, num quadro de pura incompreensão como ocorreu ultimamente quando assumiu a resolução imposta peala austeridade depois da «banca rota» criada pelo PS. Trata-se, mais uma vez, a ocorrer de uma situação política inaudita!

Ponto 3 – Uma grande potência dar indicações para um pequeno país fazer isto ou aquilo desta ou daquela forma, como ameaça não tem nada de novo, é comum desde sempre e sê-lo-á no futuro. O embaixador dos EUA indicar que o país tem de afastar-se da CHINA, quando Portugal integra a União Europeia não é apenas um desplante diplomático para Portugal, mas também um confronto para a União Europeia. A questão é que no quadro da globalização os EUA deveriam compreender melhor que «esmurrar» os seus amigos e aliados naturais face a lógicas de poder geoestratégico que hoje envolvem a CHINA já deveria ter tidos outras atitudes e decisões mais racionais e lógicas. O MNE reagiu bem e de forma adequada, assim como o PR, tema este que é bom discutir para melhor compreensão como são tão atribulados os interesses globais.

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1.    Criação de NÚCLEOS em Lisboa importante para mobilizar MILITANTES: Afinal a criação de NUCLEOS em Lisboa são ou não importantes? Quem verdadeiramente está interessado em criar NUCLEOS? Se os NUCLEOS estimulam a discussão de decisões políticas será que quem as toma está interessado na sua criação? Quem sabe o que é e para que serve a HIPOCRISIA? Já agora, porque é que a MENTIRA impera na política? Os políticos representam ou não, realmente, os cidadãos e eleitores?


2.    PSD e a viabilidade de OE2021 face a eventual crise política: BE & PCP irão realmente reprovar o OE2021 do governo PS? Se reprovarem, o PSD abstem-se para que seja aprovado? Neste caso, o que ganha em termos políticos o PSD com a abstenção? Quais as consequências para PORTUGAL de uma crise política no quadro político actual?


3.    «Portugal tem de escolher agora entre os aliados e os chineses» (Embaixador EUA): Desde quando as grandes potências económicas e políticas não interferem nos países dependentes? Integrando PORTUGAL a EU qual o significado político de um «ultimato» dos EUA a Portugal, nomeadamente para a própria União Europeia? Será que os países são realmente independentes, então, o investimento na força e potencial militar serve para festejar? Qual o papel das empresas multinacionais, será que é apenas para fazer negócios? E se for que tipo de negócios? Que tipo de conflitos emergem entre os EUA e a CHINA? Qual o papel dos países «subsidiários»?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

314ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 16 de Setembro de 2020

Assunto: 314ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

Primeira sessão, após férias de verão. É a décima quinta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 16 Setembro/20, pelas 21h30 e corresponde à 314.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. Os trabalhos RETOMAM-SE com grande entusiasmo.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – A criação da disciplina de «Estudos para a Cidadania e o Desenvolvimento» instituiu uma forte polémica na sociedade portuguesa, em especial nos cidadãos mãos politizados. Referem que o ESTADO não tem que estabelecer regras de boa conduta, valores e outros princípios por que o Estado é um ente despersonalizado ao serviço dos cidadãos, formado segundo regras democráticas cujos atores se alteram consoante o resultado de eleições. Neste quadro as regras estabelecidas pelo Estado ou obtêm o consenso geral político-partidário ou cria-se um problema difícil de ultrapassar. Ocorre também que não existe nenhuma sociedade onde os cidadãos estejam todos de acordo. Como fazer? Mas o Estado deve ou não estabelecer princípios, regras e valores essenciais para regular a sociedade quando as FAMÍLIAS se desarticularam, onde grande parte das famílias não exercem o essencial da EDUCAÇÃO dos seus filhos? Nas últimas dezenas de anos as famílias portuguesas disfuncionalizaram-se o que se reflete na sociedade todos os dias por actos agressivos, impositivos de grande falta de respeito pelos outros. Ao não exercerem e respeitarem o essencial de regras todos nós sentimos um crescente mal-estar, instabilidade e insegurança. Neste quadro qual o papel que cabe ao Estado? Uma discussão muito oportuna onde há as mais diversas opiniões e todas validas do princípio filosófico


Ponto 2 –  António Costa para umas coisas defende determinadas regras e princípios para outras regras diferentes e para as mesmas altera as regras consoante o seu ponto de vista do momento e interesses. É um jogador permanente que adapta o discurso consoante as plateias a quem se dirige. Esta atitude é própria de qualquer vendedor que deseja cumprir os seus objectivos desde que tomam a decisão que pretende. Por isso mente descaradamente e não sente o mínimo de remorsos porque sabe que muitos fariam o mesmo bastaria para isso disporem da oportunidade. Os dirigentes espelhas os seus cidadãos por isso o elegeram porque perceberam que era o melhor de entre eles para fazer valer os seus interesses e que esses mesmos beneficiariam. Por um lado temos o discurso por outro a alma humana à espreita de beneficiar e para isso admitir o ‘dito por não dito» é um problema civilizacional. Mas depois contestamos quando muitos a maioria não beneficia, Por isso as AUTARQUIAS são um importante amortecedor onde este comportamento se repete ao transe, tantas vezes sem escrúpulos e sem vergonha, O caso do apoio de A, COSTA a Filipe Vieira presidente do Benfica numa disputa eleitoral, no mínimo deveria ser um ESCANDALO. Mas já não é escandaloso, já é normal o que quer dizer que a sociedade portuguesa desceu ao seu nível miserável!... O perdão de 225 milhões de euros de dívidas pelo NOVO BANCO à empresa de Filipe Vieira acaba por ser u ‘fait diver’.

Ponto 3 –. Theresa May foi tanto contestado por Boris Johnson derrubou-a do poder por considerar a sua política incompetente, mas afinal hoje percebe-se a mente diabólica que transporte o PM britânico. Theresa May, John Major e David Cameron contestam a política de denúncia do acordo de Tratado do BREXIT negociado por Boris Johnson com aplicação pratica a partir do final de 2020, face às alterações que quer aplicar e que a EU não aceita. Referem que «Aprovar uma lei no Parlamento e depois romper uma obrigação de um tratado internacional é a última coisa que deve ser considerada». Outro dirigente político e antigo procurador geral Geoffrey Cox referiu «Eu simplesmente não posso aprovar ou endossar uma situação em que voltamos atrás com a nossa palavra, dada solenemente, A violação da lei resulta em danos permanentes e a muito longo prazo na reputação deste país»

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1.    Polémica sobre a disciplina «Estudos para a Cidadania e o Desenvolvimento» (ECD): É bom princípio a disciplina ECD estabelecer a obrigatoriedade de reflectir sobre princípios e comportamentos para formar melhores cidadãos? Se as famílias se alhearam da educação como instituir princípios e valores que assegurem condições mínimas que assegurem o respeito pelos outros? Se as famílias estão desestruturadas nos seus valores próprios como fazer? Qual a razão por que o nível de suicídios de jovens sobe em flecha?


2.    António Costa, o apoio a Filipe Vieira / Benfica e o perdão de 225 milhões pelo Novo Banco: Será que o PM «sabe» que a sua função é referência para os cidadãos e que prevalece 24 horas sobre 24 horas? Conhecendo a profunda promiscuidade entre os políticos e os dirigentes desportivos / futebol como é possível o PM apoiar um dirigente desportivo numas eleições onde se jogam interesses extraordinários? Para mais, quando esse dirigente teve perdão de dívida de 225 milhões e está acossado pela justiça?


3.    Brexit com Boris Jonhson, o vale ‘tudo na política’ para alcançar o poder e depois sobreviver: Será que ainda compreendemos porque e como se realizou o BREXIT? Como é possível os ESTADOS não respeitarem os Tratados que assinam? Sabia que num passado recente esses incumprimentos eram resolvidos com destruição e morte? No sec. XXI como é possível o país referencia da democracia destruir um Tratado que ele próprio assinou, apenas por razões de sobrevivência política pessoal? O que se passa com os cidadãos britânicos para aceitarem este comportamento que ao longo da história se esforçaram por banir do mundo?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

313ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 9 de Setembro de 2020

Assunto: 313ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

Primeira sessão, após férias de verão. É a décima quinta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 9 Setembro/20, pelas 21h30 e corresponde à 313.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. Os trabalhos RETOMAM-SE com grande entusiasmo.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – O PSD vive em convulsão interna permanente desde há já largos anos. São muitas as razões conhecidas, discutidas e confrontadas, sem resultados práticos que assegurem a sua estabilidade política e o seu papel na democracia portuguesa. Sabemos que as sociedades são sistema vivos e complexos em permanente transformação, aos quais se exigem aptidões para se adaptarem a novas realidades, nas quais participa no sentido de ajustar as propostas de modelo de sociedade, capacitado para uma melhor solução com resultados para os cidadãos. A forma como se procede e a mobilização dos recursos prevalecem na disputa política difusa, obscura e mascarada neste combate político. O PSD tem sucessivamente vindo a perder protagonismo desde meados da década de noventa. Actualmente, enfrenta uma convulsão que mais não é que um ajustamento de forças dentro e entre partidos políticos. A questão da sobrevivência pode não estar para já em questão, mas poderá não ser assim numa perspectiva projectada. Há alterações profundas ao nível da MILITÂNCIA e sem militantes o Partido terá de enfrentar diferente realidade e desafios desconhecidos. Não há sobrevivência política sem MEMÓRIA, autoridade e referências que determinem a diferença entre ser vilão e dispor de qualidade. Um enorme desafio em curso. Veremos.


Ponto 2 – A ex-eurodeputada ANA Gomes é um agente político com forte impacto na política nacional e como militante socialista da ala esquerdista. É uma pessoa séria, corajosa, determinada e sem papas na língua, muito culta e experiênte. Para o bem oupara o mal é uma referência. Ao candidatar-se veio estabelecer diferentes regras no comportamento político, nomeadamente, obriga o candidato MRS e reposicionar o seu comportamento e mensagens. Para o PS Ana Gomes é uma mais valia que para já poderá acarretar problemas para Antonio Costa com ganhos políticos e partidários numa segunda fase política, peal sua força e caracteristicas políticas. Quer se goste ou não Ana Gomes simboliza uma referência política e isso a prazo é positivo. Um acontecimento político.

Ponto 3 –. Todos os DITADORES são fracassos EMOCIONAIS (teoria das emoções) que espelham nos actos de força as suas enormes fraquezas que encobrem com o recurso à força bruta. Não se compreende como num mundo marcado pela alta tecnologia, gerido por algoritmos a caminho do uso crescente da inteligência bio, como é possível de forma arbitrária se mandar MATAR um humano como já não se matam os «cães» e nada acontece. Este mundo tem de mudar. Na RÚSSIA mandar envenenar um opositor político é uma referência que deveria ser punida.


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1.   A sobrevivência do PSD em ambiente de autoflagelo, de anestesia e de ansiedade: Será que o PSD vive em ambiente de sobrevivência política? O que pensam realmente os militantes sobre o seu Partido? O PSD continua a ser um Partido de MILITANTES ou transformou-se num Partido de eleitores dependente de conjunturas? Continua a dispor de uma IDEOLOGIA e de uma prática política consequente com identidade ou está em perda e transformação? A OPOSIÇÃO sistemática é uma prática ou apenas uma conveniência? Neste quadro de interrogações será que o problema deriva apenas de um processo anestésico e ansioso?


2.   A candidata Ana Gomes desafia o PS e particularmente Ant.º Costa, contra o actual Presidente MRS: A candidatura de ANA Gomes às eleições presidenciais é uma surpresa, um processo presumido ou um acontecimento político com impacto? Afecta apenas o PS ou tem outros efeitos, nomeadamente no posicionamento político e de candidato de MARCELO? O aparecimento deste candidato ANA Gomes é positivo para o processo eleitoral?


3.   Fraude eleitoral na BIELORRÚSSIA e envenenamento do opositor de PUTIN na RÚSSIA: O que se passa no mundo com a emergência crescente de sistemas prepotentes e ditatoriais, quando a evolução tecnologica e a inteligência artificial dominam? Por que razão a «tecnologia» EMOCIONAL é cada vez mais frágil e vulnerável? Devemos construir PESSOAS ou formar DITADORES (carga emocional infantil)? Como interpretar e intervir em defesa dos HUMANOS? Como é tão fácil matar e nada acontecer? Quem tem direitos para matar?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 22 de julho de 2020

312ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 22 de Julho de 2020
Assunto: 312ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),
Última sessão, antes de férias de verão, é a décima quarta virtual com recurso à Plataforma ZOOM, que se realiza na Quarta-feira, dia 21Julho/20, pelas 21h30, Refere-se à 312.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. Os trabalhos RETOMAM-SE em 9 de setembro 2020.
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km
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Ponto 1 – Na semana seguinte às eleições para a Concelhia de Lisboa a actual equipa determinou a todos os cabeças de lista eleitos para elaborar uma análise SWOT a cada FREGUESIA. Vários companheiros criticaram a forma como foi exigida essa resposta com calendário e hora definida. Porém, sendo importantes as questões de forma dadas as implicações nos comportamentos, envolvimento, qualidade das respostas e mobilização, realmente o problema é político e de fundo. É muito importante que os militantes sejam mobilizados, que todos sejam envolvidos e que sejam dados ou sinais que encaminhem no sentido de crescente motivação de cada um. Todos sabemos que a falta de motivação acentua a desmotivação e que o acto político individual é livre na sua dádiva, intensidade e participação. Não deter esta sensibilidade é sempre negativo, sabendo, no entanto, que mais importante é oferecer alguma coisa a cada um. Pior, alguns e cada vez mais muitos dependem da política e trabalham na medida em que «sonham» a oferta de lugares. Num quadro destes, entende-se que quantos menos forem os votantes maior é a percentagem obtida por esses «profissionais» porque melhor asseguram o seu futuro na distribuição de lugares. Não se deve infernizar quem depende da política porque em certos momentos sonharam em lugares permanentes, em obter algumas benesses, mas devemos tudo fazer para afastar aqueles que arquitectaram máquinas agressivas e disfuncionais para os militantes que militam verdadeiramente. Colocar a votar em eleições votantes que se arregimentam e que no momento de votar não sabem como fazer o voto e assistir a estas cenas é assunto que o PSD deveria ter vergonha e alterar. A POLÍTICA não é para SANTOS envolve pecadores, mas devem ter limites!

Ponto 2 – A cidade de Lisboa, desde à muitos anos que vive ao desmando. São muitos anos e indo mais atrás o PSD tem também responsabilidades. Parece que nunca aprendemos nada e realmente tem sido assim. A questão reside em saber se o PSD no actual quadro político, depois de sofrer uma hecatombe eleitoral de que não há memória, se quer realmente inverter o fenómeno e antecipar políticas, aproveitamdo o desmando do MEDINA. Este presidente da CM de Lisboa apenas elabora políticas de racção ao sabor da comunicação e das sensibiulidades que os cidadãos colocam em cada momento. Uma política de reação contra uma política de projeção. Por isso, compreende-se melhor porque MEDINA não quer ter um PLANO ESTRATÉGICO para LISBOA. Se tiver um plano todos os cidadãos são mais exigentes porque compreendem melhor o que está a ser cumprido e o que não se realiza e faz opções que compreende melhor para a sua cidade. LISBOA está a ser gerida ao ‘DEUS dará’ e a oposição pouco ou nada tem feito, pelo menos não é visível, nem sequer para os seus militantes. Há que inverter esta política com seriedade e com uma aposta com rumo, baseada num MODELO de CIDADE.

Ponto 3 – A semana passada e o fim de semana foram um periodo que ficará para a história da EU, na presidência de MERKEL. Foram aprovados apoios financeiros de que não hã memória e isso tem um sgnificado POLÍTICO ao nível dos momentos mais relevantes da história. Aprovado um orçamento para 2021-2027 de 1,074 biliões de euros e um Fundo de Recuperação de 750 mil milhões com pouco mais de metade em subvenções. A própria Alemanha também não queria os 500 mil milhões de subsídios, apresentado para ser discutido sendo expectável a necessidade de regras na atribuição de subsídios, ainda que de forma diferente da exigida pelos países ‘frugais’. Fundamental a exigência de um sistema de controlo, muito bem recebido na opinião pública dos países destinatários desses fundos. Isto, porque no passado as verbas foram utilizadas para alimentar resgates de empréstimos concedidos aos Estados-Membros. Estamos a viver um período histórico e memorável.

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1.     Concelhia de Lisboa inicia debate de preparação eleitoral com análise SWOT por freguesia: Qual o significado político do pedido e determinação para elaborar análise SWOT por freguesia? CPConcelhia deve ou não apresentar aos militantes a análise solicitada sobre as freguesias de Lisboa? O que deve fazer a CPConcelhia para mobilizar os militantes para as eleições autárquicas?
2.     Medina mantém LISBOA sem rumo e demonstra inexistência de Plano Estratégico: Como é possível a autarquia de Lisboa gerida pelo PS não possuir um Plano Estratégico para a cidade? Como é possível os eleitores de Lisboa não penalizarem a gestão do PS pela completa indefinição sobre  o que fazer à cidade? Será que os cidadãos perceberam que o COVID-19 colocou a descoberto os actos vis, atentatórios dos bairros típicos com a expulsão dos seus residentes, o desmoronamento das comunidades, o bloqueio da circulação sem protestos?  Será que o PSD está a trabalhar para oferecer uma VERDADEIRA e consistente alternativa política para governar Lisboa?
3.     Crise confronta Conselho Europeu com fundo de recuperação de 750 mil milhões para futuro: Compreendemos ou não que nas grandes crises ocorrem as grandes oportunidades de desenvolvimento, como é este o caso na EU? Será que a saudação do acordo é essencial na medida em que na adversidade a EU ganhou mais coerência política? É ou não a grande oportunidade de a ALEMANHA com o apoio da FRANÇA dinamizarem o projecto EUROPEU? O problema é financeiro, com a distribuição de mais fundos como nunca ocorreu ou é um problema político de primeira ordem e daí o ataque à dinamização da economia?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

quarta-feira, 15 de julho de 2020

311ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 15 de Julho de 2020
Assunto: 311ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),
Esta é a décima terceira sessão virtual que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 15Julho/20, pelas 21h30, Compreende a 311.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km
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Ponto 1 – Realizaram-se as eleições para a Concelhia de Lisboa do PSD, num período crítico da vida do País e do PSD, tendo em conta o seu papel muito enfraquecido nas Freguesias do Concelho, especialmente, na Autarquia de LISBOA. Os resultados deram a vitória eleitoral ao Presidente da junta da Estrela uma das três juntas de freguesia lideradas pelo PSD. Luís Newton foi o vencedor, um jovem militante activo do PSD com 70,6% (555) dos votos expressos. Paulo Ribeiro obteve 29,4% (231) dos votos. Votaram 786 militantes. De um total de 1894 militantes com quotas pagas não votaram 1108 (58,5%). Uma das questões muito importantes tem a ver com o baixo número de militantes existentes em Lisboa com direito a voto. Desde logo uma das questões fundamentais prende-se com a necessidade de aumentar o número de militantes e de criar condições para que seja possível a sua PARTICIPAÇÃO activa na vida do PSD. Para isso a criação dos NÚCLEOS é fundamental, por freguesia ou agrupando freguesias para obter «massa crítica» que dinamize as presenças e o debate. Os militantes têm de ser estimulados e envolvidos trabalho este a não ser realizado inviabiliza a justificação da criação dos Núcleos. É necessário debater este e outros temas envolvendo a organização do PSD em Lisboa para depois discutir o que fazer para ganhar as freguesias e ganhar Lisboa. Temas políticos de interesse prioritário e essencial tratar.

Ponto 2 – A decisão de antónio Costa convidar um cidadão para elaborar o Plano estratégico para Portugal, tem sentido por reconhecer a fraqueza de o maior governo da hiistória recente do País não dispor de condições políticas. Não há estruturas nem técnicos qualificados a quem encomendar pensamento estratégico. O documento denomina-se “Programa de Recuperação Económica e Social 2020-2030” e assume como ponto de partida que “O país pode vir a enfrentar uma das piores crises da sua história: a queda do PIB em 2020 pode chegar aos 12%; a queda do consumo aos 11%; a queda do investimento aos 26% e a taxa de desemprego aos 11,5%”. O plano de retoma económica para o período pós-pandemia, aponta as infraestruturas como um dos pontos essenciais no plano de retoma, nomeadamente, a construção de um eixo ferroviário de alta velocidade Porto-Lisboa para passageiros, a construção de um aeroporto para a Grande Lisboa, a expansão e reforço das redes de Metropolitano de Lisboa e do Metro Ligeiro do Porto, o alargamento da competitividade do porto de Sines e de outros portos nacionais, a aposta no hidrogénio verde e turismo, o desenvolvimento de programas de arrendamento a preços acessíveis para a classe média, em particular para os jovens” e a “conclusão da rede do SNS”. O grande desafio não tem a ver com a falta de ideias e conhecer o que se pretende, mas a enorme incapacidade de realização dos projectos, característica extraordinária do partido Socialista. Com um governo gerido em termos políticos pela extrema esquerda um dia acordamos com o ESTADO proprietário dos portugueses e dono de tudo. Que mundo é este?


Ponto 3 – A Alemanha assumiu em 1/7/20 a Presidência do CONSELHO da EU e muito bem, pois ocorre no momento mais extraordinário da vida da EU e coincidente com a vez partilhada da Alemanha. A chanceler alemã destaca cinco áreas em que a Europa precisa de trabalhar: a) direitos fundamentais, b) solidariedade e coesão, c) alterações climáticas, d) digitalização, e) papel da Europa no mundo. Merkel refere que "A Alemanha está preparada para demonstrar uma solidariedade extraordinária", e que "A Europa é capaz de realizar grandes feitos se trabalharmos em conjunto e se nos mantivermos unidos na solidariedade", concluiu.

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1.    Lista A (Luís Newton) ganha as eleições para a Concelhia de Lisboa: O facto de uns ganharem e outros perderem em disputas eleitorais é ou não fundamental para a democracia? A política é a expressão da pureza ou da vileza humana? Ganhou Luís Newton e se tivesse ganho Paulo Ribeiro quais seriam as principais diferenças para o PSD e para Lisboa? Os votos expressam o apoio ao cabeça de lista ou a toda a EQUIPA com o cabeça de lista?

2.    Plano estratégico elaborado pelo “Paraministro” António Costa e Silva: É relevante a elaboração de um plano estratégico para o País? A decisão política de mandar elaborar um documento estratégico a um cidadão fora do governo é positivo ou negativo para o país? O que levou ACosta a encomendar o Plano Estratégico fora da alçada do governo, quando este governo é um dos maiores da história política nacional? O que realmene apresenta de importante este Palna Estratégico?

3.    Chanceler alemã Ângela MERKEL presidente do Conselho da UE: Numa das situações mais dificeis por que passou a EU qual a importancia de a ALEMANHA ser o país que lidera o CONSELHO da EU? As organizações são os seus LÌDERES e neste caso acreditamos ou não em Angela MERKEL? Qual o significado político de a Alemanha liderar a EU neste período extraordinariamente difícil? EU consegue fortalecer-se como potencia económica mundial ou soçobra?
Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício

terça-feira, 7 de julho de 2020

310ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»


FORUM, Fazer-A-Política
Lisboa, 8 de Julho de 2020
Assunto: 310ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

Caro(a) companheiro(a),

Esta é a décima segunda sessão virtual que se realiza recorrendo à Plataforma ZOOM, na Quarta-feira, dia 8Julho/20, pelas 21h30, Refere-se à 310.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.
Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço eletrónico seguinte:
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km
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Sessão especial de Debate
Eleição para a CONCELHIA de LISBOA do PSD, dia 11 de Julho de2020

Candidatos Luis NEWTON e Paulo RIBEIRO



     

Venha participar e conhecer as PROPOSTAS

A sua militância e PARTICIPAÇÃO são essenciais para ajudar a valorizar o papel da Concelhia de Lisboa do PSD e, desta forma, influenciar e impulsionar com a sua energia as medidas mais adequadas para ganhar a CÂMARA de LISBOA, nas próximas eleições AUTARQUICAS.


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Entre outras colocam-se as questões seguintes:

1.    Baseadas na gestão política da CONCELHIA: Qual a importância política da Concelhia no quadro político da Distrital de Lisboa? Qual o grau de envolvimento dos militantes na Concelhia de Lisboa? O que tem feito a Concelhia para mobilizar os militantes de Lisboa? A institucionalização dos NUCLEOS são ou não relevantes para a ação política? Quais sãos os FORUNS e locais existentes em Lisboa onde os militantes possam reunir-se para debater a POLÍTICA e qual o papel da Concelhia?

2.    Baseadas na ação política orientada para as FREGUESIAS: O que tem feito a Concelhia para coordenar a ação política das FREGUESIAS de Lisboa? É ou não relevante o papel político da Concelhia no apoio às FREGUESIAS ?

3.    Baseadas na ação envolvendo a AUTARQUIA de LISBOA: Como deve proceder a Concelhia para articular a sua orientação e estratégia política com a AUTARQUIA de Lisboa? A CONCELHIA deve ou não ter um papel político relevante nas soluções políticas da cidade? Que MODELO político defende a Concelhia para a CIDADE de LISBOA?

Saudações social-democratas,
 J. Augusto Felício