quarta-feira, 4 de novembro de 2020

321.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 4 de Novembro de 2020

Assunto: 321.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a vigésima sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 4 Novembro/20, pelas 21h30 e corresponde à 321.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – No último quartil de 2021 terão lugar as eleições Autárquicas nacionais, consideradas de grande importância, com efeitos enormes para a governação e desenvolvimento do país. Este ano pela primeira vez, realizaram-se eleições para as CCRL, órgãos intermédios de descentralização da governação, com forte impacto nas regiões, dado o poder de influência e por gerirem os fundos comunitários. Também, reconhece-se que o resultado das eleições legislativas conducente à formação do Governo do País é fortemente influenciado pelo poder autárquico. Daí que todos os Partidos com tempo, em geral, concentrem grandes esforços no sentido de concorrerem nas melhores condições para ganhar o poder autárquico e para eleger o máximo de representantes para os diversos órgãos. Esta circunstância, além de envolver muitos militantes devotados profissionalmente ao poder autárquico, acabam por criar, também, mecanismos de obstrução no acesso a estes órgãos e desde logo, limitando ou condicionando os candidatos. Trata-se de uma disputa eleitoral, hoje, submetida a disputas pessoais e de grupos de interesse muito intensos, nem sempre pelas melhores razões e, nem sempre, envolvendo os mais capacitados. A questão relevante que se coloca neste caso é a de discutir a acção dos diversos membros do PSD nos órgãos da CML – executivo e AML – e das outras diversas Câmaras municipais de preparação para um combate político relevante, com tempo.


Ponto 2 – O senhor presidente da República, esta semana concedeu uma entrevista a um canal televisivo que não decorreu da melhor maneira, muito inseguro, interventivo e sem deixar falar, respondendo em círculo, tudo o contrário a que habituou os portugueses, sendo ele um profundo conhecedor da política e dos meandros políticos. Foi uma surpresa que obriga a reflectir razões. Desde o início do seu mandato MRS apoia sem reservas o Governo da «geringonça», agora sem acordo escrito e, pela primeira vez, o BE votou contra a proposta de Orçamento de Estado. Uma surpresa e uma inflexão que promove diferentes desafios até agora excluídos do combate político entre a ‘esquerda’ e a ‘direita’. Entretanto, está-se a pouco mais de dois meses das eleições presidenciais e MRS também não quis assumir formalmente a sua candidatura, agora, numa conjuntura muito difícil, marcada pela COVID-19 e um SNS em rotura e uma economia que facilmente descamba para a falência, bastando para isso que os juros se alterem, face a uma dívida incontrolada e das maiores do mundo (PIB per capita). Compreender as intervenções do PR ajuda a interpretar melhor as enormes dificuldades políticas, à beira de uma alteração de protagonistas. O PSD tem necessariamente de se preparar com sentido de ESTADO.

Ponto 3 – Esta eleição realizada ontem dia 3/11/20 para a Presidência dos EUA é um caso de estudo que certamente nunca se colocou com a pertinência com que estão a ocorrer os factos na história americana. Este actual presidente TRUMP ultrapassou todos os limites políticos conhecidos e desafia a CONSTITUIÇÃO e a sociedade americana e por reflexo desafia o mundo. Será assim? Dificilmente poderia ocorrer a emergência de aparecerem na contendo dois candidatos tão diferentes, a par dos resultados eleitorais também serem tão indefinidos. Uma situação política que é um caso de análise política profunda e muito exigente.


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1.    Intervenção política do PSD na Câmara Municipal de Lisboa e eleições autárquicas no Distrito de Lisboa: Tem a noção de que as eleições autárquicas são já em 2021? As eleições para as autarquias são ou não relevantes para o PSD? As intervenções políticas dos representantes do PSD no executivo e na Assembleia Municipal têm sido consistentes e reconhecidas pelos militantes e pelos eleitores? O que entende mais prioritário realizar para uma maior visibilidade e reconhecimento?


2.    Apoio político tático de MarceloRS a ACosta, a situação do País e as eleições Presidenciais 2021: Reconhece ou não que Marcelo Rebelo de Sousa tem apoiado e suportado o Governo do PS? Dispondo MRS de apoio alargado da população portuguesa, neste quadro, como entende a gestão do País face ao desafio da pandemia COVID-19? O apoio tão explicito de MRS a ACosta é bom para o país? MRS será ou não candidato às eleições presidenciais a realizar em 2021? Já deveria ter anunciado  ou não a sua recandidatura? 


3.    Resultados da Eleição para Presidente dos USA de TRUMP ou BIDEN: Afinal, as eleições americanas são ou não muito relevantes para o mundo? Será verdade que os USA perderam influência no mundo? Como explicar as actuais relações dos USA com a EU, a RUSSIA e a CHINA e a desvalorização da NATO? Sendo TRUMP recandidato republicano e BIDEN o opositor democrata, o que pensa que sejam os resultados eleitorais já realizados ontem (3/11/20)? O que leva TRUMP a ameaçar desestabilizar o processo eleitoral de apuramento de votos, apelando para a interrupção da votação via Supremo Tribunal?


Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

319a.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 28 de Outubro de 2020

Assunto: 319a.ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM


Caro(a) companheiro(a),

É a vigésima sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 28 Outubro/20, pelas 21h30 e corresponde à 319a.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. 

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – Os Açores realizaram eleições legislativas no dia 25 de outubro. O PS governa a região há 24 anos, tendo sido antecedido pelo PSD, que liderou o executivo regional entre 1976 e 1996 (20 anos). São 13 as forças políticas candidatas aos 57 lugares da Assembleia Legislativa Regional: PS, PSD, CDS-PP, BE, CDU, PPM, Iniciativa Liberal, Livre, PAN, Chega, Aliança, MPT e PCTP/MRPP. Estão inscritos para votar 228.999 eleitores. No arquipélago existe um círculo por cada uma das nove ilhas e um círculo de compensação, que reúne os votos não aproveitados para a eleição de parlamentares nos círculos de ilha. PS perdeu a maioria absoluta ao fim de 24 anos.  Obteve 39,13% dos votos, o que se traduz em 25 mandatos (Nas últimas eleições o PS alcançou 46% dos votos, conseguindo 30 mandatos). PSD alcançou os 33,74%, conseguindo eleger 21 deputados, melhorando o resultado de há quatro anos, quando conseguiu 30,89%, o que se traduziu em 19 mandatos. CDS mantém o terceiro lugar, com 5,51% e quatro deputados, os mesmos que em 2016. Chega obteve 5,06%, conseguindo dois deputados nas eleições de estreia. BE teve 3,81%, elegendo dois deputados. PPM teve 2,34% e um deputado.  PAN e Iniciativa Liberal com 1,93% dos votos cada elegem um deputado. Um grande vencedor foi José Bolieiro do PSD

Ponto 2 – A aprovação do ORÇAMENTO centra o momento político de maior relevo no combate político, porque espelha o modelo político a seguir, com as opções que realiza e que espelham a forma de entender a sociedade e como se pretende que seja desenvolvida e os objectivos alcançados. Os objectivos inscritos no Orçamento são políticos e têm consequências profundas no curto prazo e nos médio e longo prazos. O país está a ser governado por uma coligação de esquerda e estrema esquerda com tudo o que isso implica no domínio e tratamento do ESTADO. O BE e o PCP dirimem argumentos políticos que se enquadram sobretudo numa comédia teatral. Sabe-se que irão contribuir para aprovar o OE2021, mas encenam os diferentes catos teatrais que são as máscaras. PSD vai votar contra o Orçamento de Estado (OE2021). Desde que Rui Rio é presidente, o partido votou sempre contro os Orçamentos do Estado dos Governos de antonio Costa e absteve-se no O. Suplementar de 2020. No dia em que o Governo precisasse do PSD para aprovar o OE deixaria de ter sentido.

Ponto 3 – Matar, assassinar, roubar, mentir, ludibriar e outros verbos nesta mesma linha retratam os tempos que vivemos no Seculo XXI. A EUROPA vive em turbilhão, em constantes confrontos e dificuldades internas, no caso da EU, e em convulsão confrontada com poderes de grande dimensão como são os casos da CHINA, RÚSSIA ou ÍNDIA. Ainda se fala pouco da ÍNDIA, mas é precisoa dar-lhe atenção, reconhecendo que se trata de uma entidade mais lenta na sua reacção e evolução política e militar. Todas são potências nucleares, muito embora esta PANDEMIA da COVID19 demonstre que as guerras deixaram de ser nucleares para serem pandémicas e biológicas. Neste quadro, o contexto religioso será sempre muito importante e, particularmente o ISLÃO que se alcandora para ser a religião mais importante do mundo. O problema religioso é de facto um grande problema ao qual é essencial dar mais atenção, a par dos conflitos que disputam a hegemonia, onde ainda imperam os USA. Decapitar um professor em França porque retratou caricaturas de MAOMÉ é grave, por várias razões, a discutir.

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1. PSD e José Bolieiro acabam com absolutismo do PS nas eleições dos Açores que governa há 24 anos: Com 24 anos de governo nos Açores o que significa o PS perder o absolutismo? Que se passa com o PSD nos Açores, ao não conseguir ser alternativa? José Bolieiro tem condições para fazer diferente e governar?

2. OE2021 de PS continua a empobrecer Portugal com apoio da esquerda distribuindo poucochinho por muitos: O que caracteriza este OE2021, nestes tempos da COVID19? O que leva o BE e o PCP a montarem o teatro da incerteza sobreo o OE? O que pretendem o BE e o PCP? Qual o papel jogado pelo PS? No final qual o papel do PSD?

3. O ódio sustentado pelo ISLAMISMO, que decapita professor em França, é sentimento ‘civilizacional’: Se as religiões evocam DEUS para a salvação, como compreender a apologia do assassínio e da morte? O que se passa no interior das Madrassas e como entender comparativamente as Igrejas? O que se passa em França, especialmente em Paris com bairros interditos a diferentes cultos que não sejam do Islão? Quando se reflecte sobre CIVILIZAÇÕES será que temos presente o papel determinante da RELIGIÃO?  

Saudações social-democratas, 

 J. Augusto Felício


quarta-feira, 14 de outubro de 2020

318ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 14 de Outubro de 2020

Assunto: 318ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a vigésima sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 14 Outubro/20, pelas 21h30 e corresponde à 318.ª sessão realizada pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – A QUESTÃO AUTÁRQUICA é fundamental para o PSD por duas razões: primeiro, porque a sobrevivência do Partido depende da sua capacidade de regeneração como Partido autárquico que foi até recentemente; segundo, para voltar a refazer as condições para se reimplantar no território nacional é necessário proceder à regeneração dos seus quadros políticos, a desenvolver condições conducentes á sua reorganização e apostar no recrutamento e na MILITÂNCIA. Dito desta forma (tantas vezes já afirmado) até parece simples e fácil. Trata-se de operações de dificuldade máxima, por razões, essas sim, simples. Os grupos de interesse instalados ao longo do tempo, em grande parte forjados na Juventude Social Democrata, com o apoio de velhos políticos que em vários momentos dominam as rédeas de controlo, bloqueiam os mecanismos de forma ostensiva ou de modos mascarados. Passou a fazer parte da CULTURA do PSD e dificilmente se altera de forma pacífica. Não interessa fazer barulho, mas actuar sobre os mecanismos e nas suas alavancas, por forma a sucessivamente abrir o partido, ou de forma agressiva. O papel do Líder / Presidente do PSD é determinante, em especial, da sua disposição para alterar o status quo, o que tem a ver com a EQUIPA política que escolhe. Depois necessita de tempo. Porém, a questão do PODER é fundamental e todos pretendem reforçar o PODER. Um dilema, no centro do qual está a QUESTÃO AUTÁRQUICA.


Ponto 2 – O XXII governo de Costa apresenta (mais de) 70 membros com 50 secretários de Estado, com 32 homens e 18 mulheres. É enorme este governo, como outros, e há razões para que seja enorme. Por exemplo, esta é a forma de preparar políticos, conceder-lhes visibilidade para serem candidatos autárquicos. Claro que sabemos que hoje uma parte importante da sustentabilidade do PODER CENTRAL depende do apoio dos diversos poderes autárquicos e o PS que lidera o poder autárquico pretende manter a hegemonia e para isso aposta na distribuição de CARGOS, na distribuição de grandes e pequenos poderes locais e no acesso e distribuição de DINHEIRO. O ESTADO é o anjo diabólico, único capaz de assegurar as melhores condições de CORRUPÇÃO deixando-se apodrecer para facilitar o «acesso ao pote». Na falta de dinheiro o Estado FISCAL assalta os contribuintes, ameaça e amedronta até ao saque se concluir. É a forma mais simples de transferência de riqueza. E não temos remédio enquanto os cidadãos e o PSD, por exemplo, não assumirem o seu papel numa sociedade SÉRIA.


Ponto 3 – A CHINA é hoje um dos maiores problemas para a sociedade das nações. O que está a ocorrer no interior da China (o que é conhecido e uma pequena parte), em Hong Kong, em Macau, envolvendo TAIWAN, a ocupação das ilhas no mar da China, as ameaças aos países vizinhos, por enquanto ameaças veladas, deveria levar a sociedade ocidental a reflectir com maior ponderação. Cada «amanhã» é mais tarde até ao momento determinante da afronta. A eclosão de um terceiro conflito mundial está aí ao virar da esquina, mas TODOS olham para o lado. Esquecemo-nos que está em causa a vida de cada um de nós, o seu sentimento de segurança cada vez mais ansioso. O regime não é comunista. Trata-se de uma ditadura capitalista, porque o dinheiro (recursos) são a justificação para todas as decisões de transferência unidirecionais. Uma reflexão política profunda.

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1.    As Comissões Políticas de Secção têm “reserva absoluta de competência na propositura de candidaturas: A C.P.Nacional tem competências para escolher os candidatos a Presidente de Câmara das capitais de distrito? A quem cabe propor as listas de candidatura aos órgãos das Autarquias Locais? Podem ser criadas excepções aos procedimentos de designação dos candidatos autárquicos para as capitais de distrito?


2.    Ant. Costa garante podridão do REGIME e protege família PS no assalto e controlo dos Fundos Europeus: Sabe qual a dimensão do XXII governo de Costa? Qual a razão ou razões por que este governo é o maior governo desde o 25 de Abril de 1974? O que leva Costa a criar um governo enorme, em que os titulares se atropelam e que não conhecemos, que o PS criticaria violentamente se fosse outro partido a fazê-lo? O que tem a ver a dimensão do governo com as eleições autárquicas que se avisinham? O que é isso da PODRIDÃO do REGIME? Tem sentido falar de família PS? Quem realmente domina o ESTADO e porque o PS se agarra com unhas e dentes ao ESTADO? O que faz com que PORTUGAL seja dos países com o mais elevado nível de IMPOSTOS per capita do mundo?


3.    “3.ª guerra mundial nos próximos 3 anos”, com CHINA comunista a utilizar estratégia CAPITALISTA: Será que falar da proximidade de uma terceira guerra mundial é exagero? Já percebemos ou não que vivemos em tempos de elevada ANSIEDADE, EXCITAÇÃO e EGOÌSMO extremos? Com o acesso a tanta TECNOLOGIA como é possível o crescimento enorme da INSEGURANÇA pessoal? A CHINA é comunista ou FASCISTA e CAPITALISTA? Será que compreendemos a sociedade e o sistema político chinês? Sabemos ou não que a CHINA dentro de poucos anos dispoe do maior exercito do mundo e da maior frota naval do mundo? Para que serve um exercito com infinita capacidade de destruição? 

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício


quarta-feira, 7 de outubro de 2020

317ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 7 de Outubro de 2020

Assunto: 317ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a décima sexta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 7 Outubro/20, pelas 21h30 e corresponde à 317.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. Os trabalhos RETOMAM-SE com grande entusiasmo.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – O PSD tem vindo a perder militantes e a sua tradicional militância empenhada e destemida, tornando-se um partido calmo, sereno, passivo e sem militantes. Uma grande preocupação quando a luta partidária, por força de alterações sociológicas e políticas tem estado em transformação, com o aparecimento de novas forças políticas. Uma questão séria que tem vindo a ser discutida regularmente sem quais quer alterações ou efeitos.

Ponto 2 – António Costa paulatinamente tem vindo a dominar TODAS as instituições que controlam os Fundos Comunitarios que envolve valores da ordem dos 54 mil milhões de euros, para os proximos anos. Tem sido muito polímica a não recondução do Presidente do TC, Vitor Caldeira por se integrar numa estratégia de retirar todos os que possam ser críticos quanto á forma de controlar os FUNDOS. Um escnadalo sem solução por que assobia-se para o lado e fica tudo na mesma ou pior. Até quando? A Presidente da Transparência e Integridade, Susana Coroado, enumera sete “coisas bizarras” referente a preocupações sobre os fundos europeus que aí veem. Enumerou o “despedimento” do presidente do Tribunal de Contas, a nomeação do novo chefe de gabinete do primeiro-ministro, a distribuição das CCDR entre PS e PSD ou as novas regras de contratação públicas. Ao invés,

a procuradora Ana Mendes Almeida foi preterida pelo Governo preferindo o candidato classificado em segundo lugar.

As CCDR “foram partilhadas por PS e PSD, ao ponto de terem provocado uma mini-remodelação no Governo para que secretários de Estado fossem lá colocados”. Muito outros casos.

Ponto 3 – É grande ou enorme a preocupação sobre o papel e acção que a CHINA tem vindo a tomar face a Hong KONG, a Taiwan, sobre a COVID19 e sobre o seu papel colonizador do mundo, através da economia e controlo activo das suas empresas multinacionais. O que ocorre ao nível do continente africano é de profunda preocupação, mas especialmente o que está a acontecer com o Brasil, Uma reflexão sobre globalização e sistemas imperiais no mundo.


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1.    Consequências de MILITANTES estarem desiludidos com a POLÍTICA e com o PSD: O que leva os militantes a estarem desiludidos com a POLÍTICA? Qual a razão ou razões por que os militantes abandonam o PSD? O que faz com que os militantes detestem os políticos? Mas, afinal quem são os políticos, não são cidadãos como os outros? Como irá sobreviver o PSD se não enfrentar uma política que mobilize os militantes? Por que não entram mais militantes para o PSD?


2.    Estratégia de Ant. Costa p/ capturar as instituições de controlo dos fundos Europeus: O que levou Ant. Costa a «demitir» o Presidente do Tribunal de Contas? Por que Ant. Costa não reconduziu Joana Marques Vidal como Procuradora Geral da República? O que leva a Presidente da Transparência e Integridade, Susana Coroado, a enfrentar o governo por razões de CORRUPÇÃO?


3.    Estratégia da China de colonização de África e Brasil para alimentar o seu povo (1,4 biliões): Sabe que a CHINA desenvolve um processo de colonização de vários países para suportar o controlo económico desses países e sustentar a economia chinesa de forma mais barata? Fica ou não mais barato colonizar que negociar? Sabe que o partido comunista chinês controla todos os interesses económicos fora da CHINA, colocando nas empresas membros do partido? Na perspectiva da CHINA se transformar na maior potência económica do mundo e potencia militar, o que podem esperar os povos mundiais neste tempo da inteligência artificial e do 5G?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

316ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 30 de Setembro de 2020

Assunto: 316ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

É a décima sexta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 30 Setembro/20, pelas 21h30 e corresponde à 316.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. Os trabalhos RETOMAM-SE com grande entusiasmo.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – No PSD a questão da criação dos NÚCLEOS em Lisboa é uma ‘polémica’ que quem exerce o poder político não quer que se conheça/saiba e que se discuta, sequer. Porém, neste caso tem sido difícil travar todas as discussões e quando aparecem a HIPOCRISIA é o curativo político, na habitual cena das palavras simpáticas, desculpas suaves e promessas encantadoras. Quem conhece a política sabe por experiência acumulada que a forma como se constrói o poder actual associada aos agentes que o exercem não podem admitir, a todo o custo, que os Núcleos sejam criados. Se o forem por alguma razão que fugiu ao controlo, então, há que desenvolver condições que assegurem o seu bloqueamento prático, no limite que não disponha de condições para funcionar. Ainda mais no limite se funcionar que ocorre apenas ocasionalmente até ao completo domínio dessas estruturas. O PSD está organicamente bloqueado e em definhamento há muitos anos, razão por que o PSD perde os seus MILITANTES e acabou com a militância. Os inscritos no PSD são importantes, apenas, neste sistema, para exercer a função de eleitos e votante e, tanto quanto possível, sem conhecimento da política. Os «militantes» do PSD já não se conhecem, apenas pertencem ao Partido porque se inscreveram. Este tema da criação dos NUCLEOS é político. Associado com o modelo de estrutura e organização do Partido é de grande valor e significado. Por isso, é fundamental que defendamos um PSD VIVO, activo e crítico.  


Ponto 2 – A discussão do OE é sempre o momento crítico e de máximo significado no exercício da POLÍTICA. O OE2021 é especialmente crítico dadas as consequências para PORTUGAL, no caso de não ser aprovado. O País tem muito a perder, pior quando vive numa situação de grande vulnerabilidade económica à beira da ruptura, com um dos maiores níveis de endividamento na EU e um DEFICE extraordináriamente elevado que agrava ainda mais esse endividamento. A sorte reside nas baixíssimas taxas de juro, em alguns casos negativas. Porém, uma fraca variação que seja representa caminhar para um novo «default» ou banca rota, com consequências terríveis para os portugueses. No caso do BE & PCP recusarem o OE2021, Presidente da República apela ao sentido de ESTADO do PSD. Mais uma vez, sucessivamente confrontado desde 1995, o PSD ao reagir com o seu sentido de ESTADO fragmenta-se e estilha como Partido, num quadro de pura incompreensão como ocorreu ultimamente quando assumiu a resolução imposta peala austeridade depois da «banca rota» criada pelo PS. Trata-se, mais uma vez, a ocorrer de uma situação política inaudita!

Ponto 3 – Uma grande potência dar indicações para um pequeno país fazer isto ou aquilo desta ou daquela forma, como ameaça não tem nada de novo, é comum desde sempre e sê-lo-á no futuro. O embaixador dos EUA indicar que o país tem de afastar-se da CHINA, quando Portugal integra a União Europeia não é apenas um desplante diplomático para Portugal, mas também um confronto para a União Europeia. A questão é que no quadro da globalização os EUA deveriam compreender melhor que «esmurrar» os seus amigos e aliados naturais face a lógicas de poder geoestratégico que hoje envolvem a CHINA já deveria ter tidos outras atitudes e decisões mais racionais e lógicas. O MNE reagiu bem e de forma adequada, assim como o PR, tema este que é bom discutir para melhor compreensão como são tão atribulados os interesses globais.

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1.    Criação de NÚCLEOS em Lisboa importante para mobilizar MILITANTES: Afinal a criação de NUCLEOS em Lisboa são ou não importantes? Quem verdadeiramente está interessado em criar NUCLEOS? Se os NUCLEOS estimulam a discussão de decisões políticas será que quem as toma está interessado na sua criação? Quem sabe o que é e para que serve a HIPOCRISIA? Já agora, porque é que a MENTIRA impera na política? Os políticos representam ou não, realmente, os cidadãos e eleitores?


2.    PSD e a viabilidade de OE2021 face a eventual crise política: BE & PCP irão realmente reprovar o OE2021 do governo PS? Se reprovarem, o PSD abstem-se para que seja aprovado? Neste caso, o que ganha em termos políticos o PSD com a abstenção? Quais as consequências para PORTUGAL de uma crise política no quadro político actual?


3.    «Portugal tem de escolher agora entre os aliados e os chineses» (Embaixador EUA): Desde quando as grandes potências económicas e políticas não interferem nos países dependentes? Integrando PORTUGAL a EU qual o significado político de um «ultimato» dos EUA a Portugal, nomeadamente para a própria União Europeia? Será que os países são realmente independentes, então, o investimento na força e potencial militar serve para festejar? Qual o papel das empresas multinacionais, será que é apenas para fazer negócios? E se for que tipo de negócios? Que tipo de conflitos emergem entre os EUA e a CHINA? Qual o papel dos países «subsidiários»?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

314ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 16 de Setembro de 2020

Assunto: 314ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

Primeira sessão, após férias de verão. É a décima quinta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 16 Setembro/20, pelas 21h30 e corresponde à 314.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. Os trabalhos RETOMAM-SE com grande entusiasmo.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – A criação da disciplina de «Estudos para a Cidadania e o Desenvolvimento» instituiu uma forte polémica na sociedade portuguesa, em especial nos cidadãos mãos politizados. Referem que o ESTADO não tem que estabelecer regras de boa conduta, valores e outros princípios por que o Estado é um ente despersonalizado ao serviço dos cidadãos, formado segundo regras democráticas cujos atores se alteram consoante o resultado de eleições. Neste quadro as regras estabelecidas pelo Estado ou obtêm o consenso geral político-partidário ou cria-se um problema difícil de ultrapassar. Ocorre também que não existe nenhuma sociedade onde os cidadãos estejam todos de acordo. Como fazer? Mas o Estado deve ou não estabelecer princípios, regras e valores essenciais para regular a sociedade quando as FAMÍLIAS se desarticularam, onde grande parte das famílias não exercem o essencial da EDUCAÇÃO dos seus filhos? Nas últimas dezenas de anos as famílias portuguesas disfuncionalizaram-se o que se reflete na sociedade todos os dias por actos agressivos, impositivos de grande falta de respeito pelos outros. Ao não exercerem e respeitarem o essencial de regras todos nós sentimos um crescente mal-estar, instabilidade e insegurança. Neste quadro qual o papel que cabe ao Estado? Uma discussão muito oportuna onde há as mais diversas opiniões e todas validas do princípio filosófico


Ponto 2 –  António Costa para umas coisas defende determinadas regras e princípios para outras regras diferentes e para as mesmas altera as regras consoante o seu ponto de vista do momento e interesses. É um jogador permanente que adapta o discurso consoante as plateias a quem se dirige. Esta atitude é própria de qualquer vendedor que deseja cumprir os seus objectivos desde que tomam a decisão que pretende. Por isso mente descaradamente e não sente o mínimo de remorsos porque sabe que muitos fariam o mesmo bastaria para isso disporem da oportunidade. Os dirigentes espelhas os seus cidadãos por isso o elegeram porque perceberam que era o melhor de entre eles para fazer valer os seus interesses e que esses mesmos beneficiariam. Por um lado temos o discurso por outro a alma humana à espreita de beneficiar e para isso admitir o ‘dito por não dito» é um problema civilizacional. Mas depois contestamos quando muitos a maioria não beneficia, Por isso as AUTARQUIAS são um importante amortecedor onde este comportamento se repete ao transe, tantas vezes sem escrúpulos e sem vergonha, O caso do apoio de A, COSTA a Filipe Vieira presidente do Benfica numa disputa eleitoral, no mínimo deveria ser um ESCANDALO. Mas já não é escandaloso, já é normal o que quer dizer que a sociedade portuguesa desceu ao seu nível miserável!... O perdão de 225 milhões de euros de dívidas pelo NOVO BANCO à empresa de Filipe Vieira acaba por ser u ‘fait diver’.

Ponto 3 –. Theresa May foi tanto contestado por Boris Johnson derrubou-a do poder por considerar a sua política incompetente, mas afinal hoje percebe-se a mente diabólica que transporte o PM britânico. Theresa May, John Major e David Cameron contestam a política de denúncia do acordo de Tratado do BREXIT negociado por Boris Johnson com aplicação pratica a partir do final de 2020, face às alterações que quer aplicar e que a EU não aceita. Referem que «Aprovar uma lei no Parlamento e depois romper uma obrigação de um tratado internacional é a última coisa que deve ser considerada». Outro dirigente político e antigo procurador geral Geoffrey Cox referiu «Eu simplesmente não posso aprovar ou endossar uma situação em que voltamos atrás com a nossa palavra, dada solenemente, A violação da lei resulta em danos permanentes e a muito longo prazo na reputação deste país»

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1.    Polémica sobre a disciplina «Estudos para a Cidadania e o Desenvolvimento» (ECD): É bom princípio a disciplina ECD estabelecer a obrigatoriedade de reflectir sobre princípios e comportamentos para formar melhores cidadãos? Se as famílias se alhearam da educação como instituir princípios e valores que assegurem condições mínimas que assegurem o respeito pelos outros? Se as famílias estão desestruturadas nos seus valores próprios como fazer? Qual a razão por que o nível de suicídios de jovens sobe em flecha?


2.    António Costa, o apoio a Filipe Vieira / Benfica e o perdão de 225 milhões pelo Novo Banco: Será que o PM «sabe» que a sua função é referência para os cidadãos e que prevalece 24 horas sobre 24 horas? Conhecendo a profunda promiscuidade entre os políticos e os dirigentes desportivos / futebol como é possível o PM apoiar um dirigente desportivo numas eleições onde se jogam interesses extraordinários? Para mais, quando esse dirigente teve perdão de dívida de 225 milhões e está acossado pela justiça?


3.    Brexit com Boris Jonhson, o vale ‘tudo na política’ para alcançar o poder e depois sobreviver: Será que ainda compreendemos porque e como se realizou o BREXIT? Como é possível os ESTADOS não respeitarem os Tratados que assinam? Sabia que num passado recente esses incumprimentos eram resolvidos com destruição e morte? No sec. XXI como é possível o país referencia da democracia destruir um Tratado que ele próprio assinou, apenas por razões de sobrevivência política pessoal? O que se passa com os cidadãos britânicos para aceitarem este comportamento que ao longo da história se esforçaram por banir do mundo?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

313ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política»,

 

FORUM, Fazer-A-Política

Lisboa, 9 de Setembro de 2020

Assunto: 313ª Sessão do Fórum «Fazer-A-Política», através da Plataforma ZOOM

 

Caro(a) companheiro(a),

Primeira sessão, após férias de verão. É a décima quinta sessão virtual com recurso à Plataforma ZOOM. Realiza-se na Quarta-feira, dia 9 Setembro/20, pelas 21h30 e corresponde à 313.ª sessão promovida pelo Fórum «Fazer A Política». Estas sessões são promovidas para TODOS os MILITANTES da DISTRITAL de Lisboa que queiram e gostem do DEBATE. Os trabalhos RETOMAM-SE com grande entusiasmo.

Para aceder à REUNIÃO pode usar o endereço electrónico seguinte:

https://videoconf-colibri.zoom.us/j/3401510248?pwd=MjNxZ1FqS0Vvd3RSVko2U1dBZXZvQT09 ou ID da reunião Número: 340 151 0248 com a Senha: 8mk8km

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Ponto 1 – O PSD vive em convulsão interna permanente desde há já largos anos. São muitas as razões conhecidas, discutidas e confrontadas, sem resultados práticos que assegurem a sua estabilidade política e o seu papel na democracia portuguesa. Sabemos que as sociedades são sistema vivos e complexos em permanente transformação, aos quais se exigem aptidões para se adaptarem a novas realidades, nas quais participa no sentido de ajustar as propostas de modelo de sociedade, capacitado para uma melhor solução com resultados para os cidadãos. A forma como se procede e a mobilização dos recursos prevalecem na disputa política difusa, obscura e mascarada neste combate político. O PSD tem sucessivamente vindo a perder protagonismo desde meados da década de noventa. Actualmente, enfrenta uma convulsão que mais não é que um ajustamento de forças dentro e entre partidos políticos. A questão da sobrevivência pode não estar para já em questão, mas poderá não ser assim numa perspectiva projectada. Há alterações profundas ao nível da MILITÂNCIA e sem militantes o Partido terá de enfrentar diferente realidade e desafios desconhecidos. Não há sobrevivência política sem MEMÓRIA, autoridade e referências que determinem a diferença entre ser vilão e dispor de qualidade. Um enorme desafio em curso. Veremos.


Ponto 2 – A ex-eurodeputada ANA Gomes é um agente político com forte impacto na política nacional e como militante socialista da ala esquerdista. É uma pessoa séria, corajosa, determinada e sem papas na língua, muito culta e experiênte. Para o bem oupara o mal é uma referência. Ao candidatar-se veio estabelecer diferentes regras no comportamento político, nomeadamente, obriga o candidato MRS e reposicionar o seu comportamento e mensagens. Para o PS Ana Gomes é uma mais valia que para já poderá acarretar problemas para Antonio Costa com ganhos políticos e partidários numa segunda fase política, peal sua força e caracteristicas políticas. Quer se goste ou não Ana Gomes simboliza uma referência política e isso a prazo é positivo. Um acontecimento político.

Ponto 3 –. Todos os DITADORES são fracassos EMOCIONAIS (teoria das emoções) que espelham nos actos de força as suas enormes fraquezas que encobrem com o recurso à força bruta. Não se compreende como num mundo marcado pela alta tecnologia, gerido por algoritmos a caminho do uso crescente da inteligência bio, como é possível de forma arbitrária se mandar MATAR um humano como já não se matam os «cães» e nada acontece. Este mundo tem de mudar. Na RÚSSIA mandar envenenar um opositor político é uma referência que deveria ser punida.


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1.   A sobrevivência do PSD em ambiente de autoflagelo, de anestesia e de ansiedade: Será que o PSD vive em ambiente de sobrevivência política? O que pensam realmente os militantes sobre o seu Partido? O PSD continua a ser um Partido de MILITANTES ou transformou-se num Partido de eleitores dependente de conjunturas? Continua a dispor de uma IDEOLOGIA e de uma prática política consequente com identidade ou está em perda e transformação? A OPOSIÇÃO sistemática é uma prática ou apenas uma conveniência? Neste quadro de interrogações será que o problema deriva apenas de um processo anestésico e ansioso?


2.   A candidata Ana Gomes desafia o PS e particularmente Ant.º Costa, contra o actual Presidente MRS: A candidatura de ANA Gomes às eleições presidenciais é uma surpresa, um processo presumido ou um acontecimento político com impacto? Afecta apenas o PS ou tem outros efeitos, nomeadamente no posicionamento político e de candidato de MARCELO? O aparecimento deste candidato ANA Gomes é positivo para o processo eleitoral?


3.   Fraude eleitoral na BIELORRÚSSIA e envenenamento do opositor de PUTIN na RÚSSIA: O que se passa no mundo com a emergência crescente de sistemas prepotentes e ditatoriais, quando a evolução tecnologica e a inteligência artificial dominam? Por que razão a «tecnologia» EMOCIONAL é cada vez mais frágil e vulnerável? Devemos construir PESSOAS ou formar DITADORES (carga emocional infantil)? Como interpretar e intervir em defesa dos HUMANOS? Como é tão fácil matar e nada acontecer? Quem tem direitos para matar?

Saudações social-democratas,

 J. Augusto Felício